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Governo Federal lança Programa Peso Saudável

Um programa de computador que permite o monitoramento do próprio peso e que traz recomendações práticas de alimentação e atividade física será disponibilizado gratuitamente pelo Ministério da Saúde (MS) a instituições públicas e privadas. o software integra o Programa Peso Saudável, lançado na segunda-feira, 29, pelo MS.

O ministro Alexandre Padilha apresentou o aplicativo aos funcionários do Ministério da Saúde. “Nós, trabalhadores da saúde, temos de ser protagonistas do que orientamos a sociedade a fazer em relação a hábitos saudáveis. Temos de dar o exemplo, começando em casa e no nosso trabalho. A gente quer que o Ministério da Saúde seja cada vez mais um local de vida saudável. Embora todo mundo trabalhe muito, pequenas mudanças no dia-a-dia fazem com que a gente viva melhor”, afirmou Padilha.

Para ter acesso à tecnologia, as empresas devem aderir ao programa, cadastrando-se por meio do link, que estará disponível para download a partir de 1º de maio. A partir daí, periodicamente será enviada mensagem ao e-mail de cada trabalhador, com um link de acesso rápido para registro de peso no software, onde ele registrará seu peso e ganhará, de volta, avaliação em forma de evolução gráfica, acompanhado de dicas de alimentação saudável e atividade física.

O monitoramento do peso entre os trabalhadores do Ministério da Saúde começou no dia 29, como experiência modelo para outras empresas. Locais de trabalho são apontados como estratégicos para ações de prevenção do ganho de peso, por isso o Plano de Enfrentamento às Doenças Crônicas Não Transmissíveis preveem ações dessa natureza.

A obesidade é um importante fator de risco para saúde e tem forte relação com altos níveis de gordura e açúcar no sangue, excesso de colesterol e casos de pré-diabetes. Pessoas obesas também têm maior chance de sofrer com doenças cardiovasculares, principalmente isquêmicas, tais como infarto, trombose, embolia e arteriosclerose, além de problemas ortopédicos, asma, apneia do sono, vários tipos de câncer, esteatose hepática e distúrbios psicológicos.

Da Agência Inca

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Dengue recua, mas prevenção deve ser mantida por todo o ano

Redução ocorreu em todas as regiões mas
o combate à doença deve ser mantido.
Nas três primeiras semanas de abril, os casos de dengue começaram a diminuir em todas as regiões do país em comparação com o mesmo período do mês de março.  Neste ano, o  pico da transmissão da dengue ocorreu na primeira semana de março, quando foram registrados 84.122 casos da doença. A partir deste período, houve uma redução progressiva da doença, com o registro de 35.351 casos na segunda semana de abril, o que representa uma redução de 58%. Essa tendência é observada em todas as regiões que tiveram transmissão intensa da dengue durante o ano. No Centro-Oeste, que tem a sazonalidade antecipada, o pico da transmissão ocorreu antes, na última semana de  janeiro. Os dados constam no boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, atualizado até o dia 20 de abril.  

“Neste ano tivemos uma intensa transmissão da dengue, principalmente no Sudeste e Centro-Oeste. Em todo o país, foi registrado um aumento aumento de 189% em relação ao ano passado”, explica o Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa.  Ele ressalta que  as causas deste aumento são diversas, desde a circulação de um novo subtipo do vírus - o DENV 4 – como a paralisação das ações de combate ao mosquito depois das eleições, em alguns municípios. “Estas condições favoreceram uma forte transmissão da dengue desde o final de 2012”, observou.

Apesar da tendência de queda em todo o país, o Ministério da Saúde alerta que o combate à dengue deve ter ações permanentes em todos os municípios. “Não podemos relaxar no combate ao mosquito. A prevenção precisa ser mantida durante todo o ano” , recomendou o secretário.  Segundo ele, é importante que a população continue verificando o adequado armazenamento de água, o acondicionamento do lixo e a eliminação de todos os recipientes sem uso  que possam acumular água e virar criadouros do mosquito. Além disso, é essencial cobrar o mesmo cuidado do gestor local com os ambientes públicos, como o recolhimento regular de lixo nas vias, a limpeza de terrenos baldios, praças, cemitérios e borracharias.

Aos primeiros sintomas da dengue (febre, dor de cabeça, dores nas articulações e no fundo dos olhos), a recomendação é que a pessoa procure o serviço de saúde mais próximo. É fundamental não tomar remédio por conta própria - pois isso pode mascarar sintomas e dificultar o diagnóstico - devendo ainda estar alerta para sinais de agravamento, como vômitos e dores abdominais.

Da Agência Saúde

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Correios vão capacitar 117 mil funcionários sobre aids e outras doenças

Funcionários receberão material informativo

Cerca de 117 mil funcionários dos Correios serão capacitados sobre a prevenção e o diagnóstico da aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis (DST). A segunda fase da campanha "Correios contra a aids" foi lançada hoje (30) e prevê ainda a distribuição de material informativo ao público em geral em 150 agências do Rio Grande do Sul, da Bahia e do Amazonas.

De acordo com o vice-presidente de Gestão de Pessoas dos Correios, Larry Manoel Medeiros de Almeida, as ações devem atingir até 500 mil pessoas, considerando empregados e estagiários, além de parentes, dependentes e comunidades onde essas pessoas vivem.

“Estaremos trabalhando fortemente na educação, capacitando nossos trabalhadores por meio de cursos. Eles poderão, a partir dali, com esse conhecimento, serem disseminadores na luta da campanha contra a aids”, explicou.

Para o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, a campanha é importante em razão da capilaridade dos Correios. Ele lembrou que algumas parcelas da população, como homens jovens, não têm o hábito de frequentar unidades de saúde e podem ampliar o conhecimento sobre a prevenção e o diagnóstico da aids por meio das agências dos Correios.

“As pessoas, às vezes, têm medo de saber a sua condição – se estão infectadas ou não. Saber se está infectado é muito importante para a própria pessoa, porque ela vai começar a se tratar mais cedo, a ter melhor qualidade de vida. Também é muito importante porque uma pessoa que está em tratamento praticamente elimina a possibilidade de transmitir para outras pessoas”, destacou.

Dados da pasta indicam que, no Brasil, a prevalência do HIV está em torno de 0,4% a 0,5% da população, índice considerado baixo na escala mundial. Jarbas ressaltou, entretanto, que o país registra uma espécie de epidemia concentrada de aids, uma vez que jovens gays, travestis e profissionais do sexo, por exemplo, chegam a registrar uma prevalência de até 10%.

“Esses grupos têm que ter muito cuidado, usar a camisinha e procurar conhecer a sua situação porque, entre eles, o risco de um estar com HIV é 20 vezes maior que o da população em geral”, alertou.


Da Agência Brasil

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5 dicas que ajudam na digestão

Evite ingerir líquidos durante as refeições
Hábitos simples durante e logo após as refeições são indispensáveis para que o nosso corpo faça uma  boa digestão. Veja como cinco atitudes rotineiras podem facilitar a absorção dos nutrientes dos alimentos pelo nosso organismo e prevenir incômodos, mal-estar e sensação de estômago pesado logo após as refeições:

1- Mastigue bem os alimentos.
Coma sem pressa, mastigue bem os alimentos e tire o máximo de prazer da sua refeição. Com a correria da vida moderna, muitas vezes engolimos a comida sem mastigar direito, dificultando a digestão e absorção dos nutrientes dos alimentos das refeições. Seu corpo acabará gastando mais energia para fazer a digestão e você certamente ficará com mais sono e mais cansado após as refeições.

2- Coma tranquilo.
A hora da refeição deve ser a mais tranquila possível. Evite qualquer tipo de discussão, brigas e também não leve trabalho para a mesa. As preocupações podem tornar qualquer prato indigesto, até o mais saudável, pois o estado emocional afeta as secreções gástricas indispensáveis à boa digestão.

3- Evite beber líquidos durante as refeições.
Os líquidos deixam o estômago em dez minutos, levando junto com eles os sucos digestivos. O ideal é tomar uma hora antes das refeições ou uma hora depois.

4- Tome chá após a refeição.
Você acabou de comer? U m chá é uma ótima pedida para finalizar. Ele ajuda a livrar da sensação de inchaço logo depois da refeição. Quente, a bebida ajuda a dissolver as gorduras e diminui a formação de gases intestinais.

5- Evite o esforço físico e também o relaxamento.
Ao sair da mesa, depois da refeição, descanes um pouco. Logo após as refeições é bom evitar atividades físicas intensas e dormir. O sono depois da refeição faz com que o metabolismo do corpo diminua. Os exercícios físicos também não são bons porque diminuem a quantidade de sangue disponível para digerir os alimentos. Das duas formas, a comida fica mais tempo retida no organismo, produzindo toxinas geradoras de mal estar.

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População subestima a gravidade da dengue, avaliam gestores de saúde



 Famílias devem fixar dia para inspecionar
suas casas / Foto: Carol Garcia
Quase 30 anos depois de a dengue ter se instalado no Brasil e apesar de todo o conhecimento sobre o ciclo do mosquito transmissor – o Aedes aegypti –, a doença ainda é um problema de saúde pública. Até meados de março já foram registradas 132 mortes e mais de 714 mil casos da doença em todo o país. Em 2012, no mesmo período, as notificações chegaram a 190 mil.

Para os gestores da saúde, a população subestima a gravidade da doença. “Não tem quem não saiba o que é e o que deve fazer para prevenir. Mas as pessoas ainda estão subestimando o poder dessa doença, ela mata", alertou Gilsa Rodrigues, coordenadora da vigilância epidemiológica da Secretaria de Saúde do Espírito Santo, estado que registrou a maior incidência da doença na Região Sudeste, com 1.171 casos até o fim de março.

“Aqui no Espírito Santo, mais de 70% dos focos são encontrados nos domicílios, um dado que nos faz refletir sobre a responsabilidade do cidadão. A secretaria tem orientado as famílias a fixarem um dia na semana para inspecionar o quintal e a laje, verificar se a caixa d'áqua está coberta, eliminar todas as possibilidades de o mosquito depositar os ovos”, explicou Gilsa.

Segundo a pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz, Denise Valle, um modelo de combate à doença que deve ser seguido é o adotado em Singapura, no Sudeste Asiático.

"Singapura conseguiu praticamente zerar a epidemia de dengue basicamente com uma campanha de mobilização, estimulando as pessoas a eliminar os criadouros uma vez por semana. Cerca de 16 mil voluntários [para uma população de cerca de 5 milhões de pessoas], durante seis finais de semana seguidos, ficaram estimulando e orientando a sociedade a eliminar todos os criadouros. Eles conseguiram eliminar a epidemia no pico, o que é muito difícil”, conta a pesquisadora.

Baseado nisso, o Instituto Oswaldo Cruz lançou a campanha 10 Minutos contra a Dengue, para que as pessoas façam a limpeza dos principais criadouros do mosquito em suas casas. O instituto ainda lançou vídeos explicativos pra informar a população sobre o ciclo da doença e como evitá-la.

Para Maria Aparecida Araújo, diretora da Vigilância Epidemiológica da Bahia, não dá pra responsabilizar só um setor pelas epidemias de dengue. “Muitas vezes, os agentes não têm acesso às casas, o município não tem coleta de lixo adequada, não tem água encanada, o que leva a um armazenamento de água algumas vezes perigoso."

O superintendente de Vigilância em Saúde do Paraná, Sezifredo Paz, constatou que todas as cidades que tiveram epidemia no estado tinham problemas com o manejo inadequado de resíduos sólidos e dos materiais recicláveis, como copos plásticos e garrafas PET. Segundo ele, a troca de gestão também contribuiu para agravar a situação. “Constatamos que 70% dos municípios do Paraná onde houve epidemia tiveram mudança de prefeito. O prefeito que assumiu em janeiro já encontrou um quadro ruim."

Para Simone Mendes, coordenadora de Dengue e Febre Amarela do Tocantins, a mudança de comportamento é lenta. “Ainda há muita coisa a ser feita para que as pessoas se conscientizem. Temos que continuar fazendo mobilizações. Informação tem que ter o tempo todo."

Em dezembro de 2012, o Ministério da Saúde anunciou o repasse de R$ 173,3 milhões para ações de qualificação das atividades de prevenção e controle da dengue. Em 2011, foram R$ 92,8 milhões. O ministério também orienta os agentes de saúde a visitarem as residências a cada dois meses para checar se há focos do mosquito e para alertar a população sobre os riscos da doença.


Da Agência Brasil

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O que realmente importa para a nossa vida?

POR JONATAS OLIVEIRA*

Ao longo da nossa vida muitas coisas chamam a nossa atenção. Objetos de desejo, pessoas, livros, histórias, amores e tantos outros itens fazem parte da lista. Muitas vezes queremos obcecadamente algo que não faz sentido na nossa vida.

Todos somos assim em maior ou menor grau. Todos temos essa ânsia de querer a qualquer custo, como se sem aquele sonho passássemos a ser a pessoa mais infeliz do mundo. E de fato seremos, porém temos que aprender a conquistar esse sonhos da forma certa. E ela existe.

Por outro lado, às vezes traçamos metas como estudar, trabalhar, melhorarmos nossa vida. Mas, quando um dos desejos que falei acima surgem, parecemos deixar em segundo plano todas essas coisas. Muitas pessoas em nome de um grande amor deixam a própria vida e carreira de lado. Aí se o "grande amor" acaba. Logo, não era um grande amor.

E quando isso acontece, ficam cicatrizes e marcas que demoram para cicatrizar e repelem os planos. Tem gente que até perde o emprego. Temos que entender que o foco da nossa vida somos nós. Os outros aparecem atraídos por aquilo que somos. Se formos íntegros, atrairemos integridade e verdade. Simples assim.

Os bens materiais também são conquistados com planejamento, sem ansiedade nem urgência.

Temos que traçar um plano para nossa vida e sermos fiéis a ele: estudar, trabalhar, sermos nós mesmos, progredir na vida. Isso é progressão espiritual também.

Se seguirmos um plano como esse e aliarmos nossos passos a bons atos, com certeza alcançaremos patamares maiores do que os jamais sonhados. Além disso, corremos o risco de trazer coisas e pessoas que estejam vibrando na mesma sintonia que a gente. E isso é o que realmente importa.

Só não podemos esquecer de agradecer, pois isso importa mais que qualquer outra coisa!

*Jonatas Oliveira é jornalista

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Campanha nacional contra hipertensão terá foco na criança e no adolescente

A hipertensão na criança e no adolescente será o foco da campanha que a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) vai desenvolver este ano, com atividades em todos todos os estados e no Distrito Federal, no Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, comemorado hoje (26). De acordo com dados da SBC, de 6% a 8% das crianças e adolescentes brasileiros na faixa de 7 a 20 anos, têm a doença.


Para o coordenador da campanha e diretor da SBC, Carlos Alberto Machado, a maior preocupação é que não existe entre os brasileiros a cultura de medir a pressão arterial durante a infância e a adolescência. Ele alertou que há possibilidade de esses índices aumentarem porque também tem crescido o número de crianças obesas no país. " É importante mudar o estilo de vida dessas crianças. É muito mais fácil mudar o estilo de uma criança do que de um adulto", disse o médico.

No Rio de Janeiro, segundo a diretora científica da Regional da Baixada Fluminense da Sociedade, Sonia Regina Zimbaro, a SBC tem desenvolvido projetos em escolas da região, junto com as secretarias de Saúde, para levar informações sobre a hipertensão a alunos dos municípios de Queimados, Duque de Caxias, Nova Iguaçu e Belford Roxo. Ela espera levar os projetos para outros municípios da Baixada. Nesta sexta-feira (26) haverá atividades no Centro Municipal de Saúde para aferição de pressão arterial, de glicemia, de peso e altura. Também serão distribuídas cartilhas com orientações para evitar a doença.

A diretora classificou a hipertensão como "assassina silenciosa" porque não tem sintomas e os pais, geralmente, só levam a criança ao médico quando ela tem febre. "Acima de 3 anos de idade, quando as vacinas já foram dadas, praticamente os pais não levam mais ao pediatra como rotina e, a partir daí, não são levadas com frequência ao médico. A obesidade infantil está na nossa frente. Hoje temos crianças com 5 anos que já estão obesas. Uma pressão de 120 por 80 pode ser elevada se a criança tiver obesidade", informou.

Para Sonia Regina Zimbaro, a vida sedentária, com as crianças mais recolhidas dentro de casa sem fazer exercício, o tabagismo entrando na adolescência, a alimentação inadequada com os fast foods (comida rápida, em inglês) são fatores que causam a elevação da pressão nessas faixas de idade.

Ela disse que estão sendo registrados casos de lesões em órgãos como o coração, cérebro e o rim, além da visão e de vasos de membros inferiores, provocadas pela alteração dos níveis de pressão. "Então, temos que tratar quem tem fatores de risco e fazer também a prevenção. Se essa criança tiver uma hereditariedade de hipertensos, ela deve desenvolver a doença ao longo da vida. E é preciso alertar também as adolenscentes que estão engravidando. É um risco se ela tiver histórico familiar de hipertensão", esclareceu a médica que defendeu a inclusão da aferição da pressão arterial nos exames admissionais dos alunos nas escolas.

A Diretoria de Promoção de Saúde Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia publicou uma cartilha em seu portal, com orientações. Ela pode ser acessada no link http://prevencao.cardiol.br/campanhas/img/cartilha_hipertensao2013.pdf. O cardiologista Carlos Alberto Machado disse que qualquer pessoa pode ter acesso à cartilha eletrônica, que poderá ainda ser utilizada por um professor como material didático em sala de aula.

A cartilha esclarece que a hipertensão não apresenta sintomas na maioria das vezes, mas quem tem tonturas, falta de ar, palpitações, enjoos e náuseas, dor de cabeça frequente, cansaço inexplicável ou alterações na visão, deve procurar um atendimento especializado. “O tratamento e acompanhamento da pressão alta são feitos por toda a vida", lembrou o diretor.

Para os profissionais de saúde, a SBC gravou uma aula para mostrar como é medida de forma correta a pressão arterial de uma criança. Segundo Machado, a pressão arterial medida precisa ser comparada com uma tabela que inclui idade, estatura e sexo, para que o diagnóstico seja feito. Com a campanha, a instituição espera que a hipertensão na criança passe a ser identificada e combatida precocemente.


Da Agência Brasil

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Especialistas alertam para riscos da hipertensão e defendem hábitos saudáveis

Alimentar de maneira saudável também é
 importante / Foto: Jane Fresco

No Dia Nacional de Combate à Hipertensão, lembrado hoje (25), especialistas alertam para os riscos da doença, que pode causar problemas cardíacos, renais e mesmo cerebrais. Todos os anos, cerca de 300 mil brasileiros morrem em decorrência de doenças cardiovasculares resultantes da chamada pressão alta.

De acordo com o coordenador do Centro de Hipertensão da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, o cardiologista Lucimir Maia, o sedentarismo, o excesso de peso e o excesso de sal nos alimentos, além do estresse, do tabagismo e do alcoolismo, estão entre os principais fatores de risco para a hipertensão.

Hábitos como dormir bem, praticar atividades físicas e se alimentar de maneira saudável, segundo ele, fazem parte do tratamento indicado para hipertensos e também como forma de prevenir o problema. Se não for controlada, a pressão alta pode provocar lesões nos rins, cegueira e até demência (perda de memória).

Para a professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), cardiologista Maria Cláudia Irigoyen, a hipertensão deve ser vista como uma doença traiçoeira por ser silenciosa, ou seja, por não apresentar sintomas específicos. “Uma eventual dor de cabeça, um sangramento no nariz ou uma tontura pode ser sinal de que a pessoa está com o problema”, alerta

Ela ressaltou que quem tem casos da doença na família pode apresentar o quadro de forma mais precoce. "Quem é filho de hipertenso tem de medir a sua pressão, porque é a única forma de saber se tem ou não [a pressão alta], mas não quer dizer que obrigatoriamente terá a doença".

“[O índice] 14 por 9 seria o limite daquilo que a gente pode aceitar como pressão normal. Embora a gente diga que a pressão ideal seja 12 por 8, se aceita até 14 por 9, pois ainda está dentro de uma faixa de normalidade. A partir daí sim, nós temos de tomar cuidado, tomar providências”, concluiu.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que mais de um terço das pessoas no mundo tem pressão alta. Em 2008, 40% dos adultos com 25 anos ou mais sofriam de hipertensão. No mesmo ano, 17,3 milhões de pessoas morreram apenas em razão de doenças cardiovasculares. Cerca de 80% dos óbitos provocados por doenças não transmissíveis são registrados em países de baixa e média renda.


Da Agência Brasil

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Receita Saudável: Torta de Agrião com Aveia

Para estar sempre bem e com saúde, é preciso ter boa alimentação. Aqui no Sempre Bem vamos indicar toda semana uma receita para te ajudar a variar o cardápio de forma saudável. Hoje vamos indicar uma deliciosa torta de agrião com aveia, indicada pelo Centro de Saúde Escola da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP.

Para fazer a massa você vai precisar de:

1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
3/4 xícara (chá) de aveia em flocos finos
1 colher (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 colher (café) de sal
2 ovos (claras e gemas separados)
1/2 xícara (chá) de azeite
1 1/2 xícara (chá) de leite

Para fazer o recheio você vai precisar de:

1 cebola pequena picada
2 dentes pequenos de alho picados
1 1/2 colher (sopa) de azeite
1/2 maço de agrião picado em fatias finas

Comece a preparar o prato pelo recheio. Aqueça bem uma frigideira e refogue bem a cebola e o alho no azeite. Acrescente as folhas de agrião e refogue rapidamente até elas murcharem. Desligue o fogo e deixe esfriar.

Depois você deve preparar a massa. Coloque em uma tigela a farinha de trigo, a aveia, o açúcar, o fermento, o sal e depois reserve. Bata no liquidificador as gemas, o azeite e o leite por dois minutos. Despeje a mistura aos poucos sobre a farinha e mexa bem com a ajuda de uma colher. Acrescente o refogado à mistura e por último as claras batidas em neve misturando-as delicadamente. Leve ao forno pré-aquecido a 180°C e asse por cerca de 35 minutos ou até enfiar um palito e sair limpo.

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Outono quente reduziu procura pela vacina contra gripe, afirma ministro da Saúde

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse hoje (26) que a antecipação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe para início de abril e as temperaturas mais altas no outono atrasaram a procura pela vacina. Até a manhã desta sexta-feira, o Ministério da Saúde vacinou 56% do público-alvo. A meta é vacinar até 80%.

“Às vezes, as pessoas esperam o frio apertar mais para vacinar, mas é importante que se vacinem o mais rápido possível. A vacina demora de 10 a 15 dias para fazer efeito”, reforçou Padilha. Segundo ele,  nos estados do Sul, onde o frio chegou mais cedo, a cobertura da imunização foi maior. "Estamos confiantes no povo brasileiro, que deixa muita coisa em cima da hora".

Por não ter atingido a meta de cobertura, o Ministério da Saúde prorrogou a vacinação contra a gripe até o dia 10 de maio. Devem ser imunizadas crianças de 6 meses a 2 anos, gestantes, mulheres em puerpério (período de até 45 dias após o parto), idosos (com mais de 60 anos), indígenas, doentes crônicos, presos e profissionais de saúde.

No encontro com prefeitos fluminenses hoje, o ministro também informou que permanece a vigilância intensa para os casos de dengue até o fim de maio, período de maior transmissão da doença. “Temos menos casos graves. Temos que trabalhar para reduzir as mortes”. Padilha também pediu que os profissionais de saúde fiquem atentos aos pacientes idosos com dengue.

“A epidemia de dengue tem um risco maior para quem tem mais de 60 anos, que têm um risco 13% maior de se tornar um caso grave”, disse Padilha. “Por isso, tem que pensar duas, três vezes antes de dar alta para uma pessoa com mais de 60 anos, prescrever na receita a hidratação que o paciente tem que receber, isso é fundamental”, acrescentou.

Da Agência Brasil

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América Latina e Caribe terão 17 milhões de casos de câncer em 2030, diz estudo

Evitar cigarro é uma das maneiras de prevenir a doença

Os países da América Latina e do Caribe terão, em 2030, 17 milhões de casos diagnosticados de câncer, segundo pesquisa do Grupo Latino Americano para Cooperação em Oncologia (Lacog, em inglês). A entidade é uma organização sem fins lucrativos fundada em 2008 por um grupo de oncologistas latino-americanos para o desenvolvimento de pesquisa clínica acadêmica. O estudo alerta que os custos causados pela doença, que atualmente estão em cerca de US$ 4 bilhões ao ano, deverão subir substancialmente “se os governos não tomarem imediatamente ações coordenadas a fim de conter o impacto crescente do câncer na região”.

Os pesquisadores estimam que o câncer deverá matar cerca de 1 milhão de pessoas anualmente nos países latino-americanos, nos próximos 17 anos. Segundo o estudo, morrem de câncer na região cerca de 13 pessoas em cada 22 casos diganosticados. O número é do que nos Estados Unidos, onde ocorrem 13 mortes para cada 37 casos, enquanto na Europa são aproximadamente 13 óbitos para 30 pacientes com câncer. “A mortalidade por câncer na América Latina ser tão superior ao de outras regiões se deve ao fato de muitas pessoas não serem diagnosticadas com câncer antes de a doença atingir um estágio avançado”, destaca o documento, ressaltando que é muito difícil tratar esse tipo de enfermidade nos estágios mais avançados.

O coordenador da pesquisa, professor Paulo Goss, da Harvard Medical School, disse que nos últimos anos os países da América Latina focaram os investimentos em saúde na prevenção e tratamento de doenças infecciosas. “Enquanto a aplicação de recursos em doenças não infectocontagiosas, como o câncer, não ocorreu”.

De acordo com o coordenador da pesquisa, em 2020 cerca de 100 milhões de pessoas deverão ter mais de 60 anos na região, agravando ainda mais a incidência de casos da doença em função de um estilo de vida similar ao dos países desenvolvidos. “A adoção em larga escala de estilos de vida similares aos praticados em países desenvolvidos levará a um rápido crescimento do número de pacientes com câncer, um custo para o qual os países da América Latina não estão preparados”, declarou.

Entre as medidas apontadas pela pesquisa para diminuir a incidência de câncer  nos países da região, o estudo propõe a adoção de programas de saúde para incentivar hábitos saudáveis, reduzindo o consumo de álcool, evitando o fumo, adotando dietas balanceadas e realizando exercícios físicos. Além disso, os pesquisadores defendem a ampliação dos investimentos na formação de médicos.


Da Agência Brasil

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Campanha orienta passageiros do Aeroporto Internacional de Brasília sobre cuidados com a hipertensão

A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) lançou hoje (25) a campanha “Eu sou 12 por 8” para marca o Dia Internacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, que se comemora amanhã. No Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, funcionários, taxistas e visitantes poderão medir a pressão arterial e receber orientação sobre prevenção e cuidados com doença. Até às 20h, o atendimento será feito por profissionais do Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF) em três postos montados no aeroporto.

Segundo o coordenador da campanha, Marcus Bolivar, a hipertensão, popularmente chamada de pressão alta, é a principal causa de infarto, derrame cerebral e insuficiência renal, além de ser responsável por 50% das mortes no Brasil. “Escolhemos a hipertensão como foco principal, porque na maioria das vezes [a doença] é assintomática, o que leva o indivíduo a não procurar tratamento”.

Bolívar lembrou que há outros fatores de risco para a hipertensão como o tabagismo e os níveis altos de colesterol e glicose. Anualmente, são registrados no país 320 mil óbitos decorrentes de doenças cardiovasculares. O número é duas vezes maior que o das mortes por câncer, três vezes superior ao das mortes associadas a acidentes e à violência e seis vezes superior às resultantes de qualquer tipo de infecção, incluindo a Aids.

Enquanto aguardava seu embarque, o economista Bernardo Volts, aproveitou para saber como estava a pressão e constatou que estava alterada em 16 por 7.“Isso já havia acontecido algumas vezes, mas é um alerta”, disse. Bernardo considerou o atendimento rápido e de grande importância. “As pessoas acabam deixando de lado a saúde e com essa campanha elas podem até trazer para sua rotina, fazer o exame de seis em seis meses”.

Marcus Bolívar informou que estudos recentes mostram que a hipertensão também causa impotência sexual. “Nesse caso os hipertensos não querem tomar remédio para tratar da doença com medo de ficar impotentes, mas o que causa a impotência sexual é a hipertensão". Segundo ele, outros problemas decorrentes da hipertensão são alguns tipos de demência e perda de memória. É a chamada demência vascular, que pede ser evitada com tratamentos. “São tratamentos simples, com remédios distribuídos gratuitamente nos postos de saúde. Há como evitar esses problemas maiores”.

O coordenador destacou que a prevenção da doença deve começar ainda na infância. "Apesar de 5% das crianças e adolescentes apresentarem o problema de maneira secundária, há um alerta para que se meça a pressão arterial das crianças nas consultas de rotina. A possibilidade de a criança apresentar o problema com a mesma intensidade de um adulto não deve ser descartada".

A orientação da diretora do ICDF, a cardiologista Núbia Welerson, para evitar a hipertensão é que as pessoas façam atividade física, controlem o peso e evitem alimentos ricos em sódio como os embutidos e enlatados, além de adotar uma alimentação saudável. "Se forem hipertensos, tomem os remédios corretamente”.

Da Agência Brasil

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Governo prorroga campanha de vacinação contra a gripe por mais duas semanas



   A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe /
                  Foto: André Luiz D. Takahashi
Postos de saúde em todo o país vão permanecer aplicando a dose contra a gripe pelas próximas duas semanas. A Campanha Nacional de Vacinação, que seria encerrada amanhã (26), foi prorrogada e segue até o dia 10 de maio.

Devem se vacinar idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a 2 anos, indígenas, gestantes, mulheres em puerpério (período de até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade, profissionais de saúde e doentes crônicos.

Dados do Ministério da Saúde registrados até as 18h de ontem (24) indicam que 14,9 milhões de pessoas – 47,6% dos 31,3 milhões que fazem parte dos grupos prioritários – foram imunizadas. A meta do governo é vacinar 80% do público-alvo.

A Região Sul conseguiu a maior adesão. Excluindo as doses aplicadas em doentes crônicos e pessoas privadas de liberdade, foram vacinadas quase 3 milhões de pessoas, uma cobertura de 60,46%. A Região Centro-Oeste conseguiu vacinar 876.967 pessoas – 40,01% do público-alvo. A Região Sudeste, por sua vez, vacinou 4,9 milhões de pessoas, o que representa 35,3% do total. No Norte foram imunizadas mais de 919 mil pessoas, o correspondente a 38,53% do total. Por fim, o Nordeste imunizou 37,79% do público-alvo, ou seja, mais de 3,2 milhões de pessoas.

O Ministério da Saúde recomendou aos estados e municípios que não atingiram a cobertura adequada que intensifiquem as ações para que as pessoas sejam imunizadas, inclusive com abertura dos postos de vacinação aos sábados.


Da Agência Brasil

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Caixa facilita saque do FGTS para pessoas com HIV


A Caixa Econômica Federal publicou hoje (25) a Circular nº 260 com ajuste para simplificar o procedimento de saque do Fundo de Garantida do Tempo de Serviço (FGTS) por titular ou dependente de pessoas com HIV.

Segundo a assessoria de imprensa do banco, a circular exclui a obrigatoriedade de se apresentar laudo ou exame laboratorial para essa modalidade de saque, nos casos em que o estado clínico do sacador já tiver sido comprovado.

A legislação estabelece que o saque do FGTS pode ser feito em caso de HIV, câncer ou em razão de doença grave, em estágio terminal.


Da Agência Brasil

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Lei garante obrigatoriedade de cirurgia reparadora de mama pelo SUS


O Sistema Único de Saúde (SUS) vai passar a realizar cirurgia plástica reparadora da mama após a retirada em decorrência de câncer – preferencialmente no mesmo procedimento cirúrgico. A determinação foi publicada hoje (25) no Diário Oficial da União.
De acordo com a Lei nº 12.802/13, quando existirem condições técnicas, a reconstrução deverá ser feita juntamente à retirada da mama e, no caso de impossibilidade de reconstrução imediata, a paciente será encaminhada para acompanhamento e terá garantida a realização da cirurgia logo após alcançar as condições clínicas requeridas.
A norma entra em vigor na data da publicação.
Da Agência Brasil

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Instituto Oswaldo Cruz disponibiliza na internet vídeos informativos sobre o mosquito da dengue


 Um material audiovisual completo sobre o mosquito transmissor da dengue, atualizado e com linguagem simples, acessível a todo tipo de público e disponível na internet. Essa é a proposta do projeto Aedes aegypti – Introdução aos Aspectos Científicos do Vetor, lançado hoje (24) pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).

São ao todo 10 vídeos com infoirmações sobre o mosquito, um total de uma hora e 20 minutos, divididos em módulos com duração entre dois e 15 minutos cada. Idealizadora do projeto, a pesquisadora Denise Valle explicou que o material é instrutivo e pode ser usado nas escolas.

“Ele foi pensado principalmente para ajudar na sensibilização e na informação dentro das escolas, como suporte para o professor mesmo. Então a gente tem uma série de módulos diferentes, como a biologia do vetor, mitos e verdades, a história, para que servem as armadilhas, novas estratégias de combate ao vetor que estão em desenvolvimento no país também estão contempladas ali”.

Denise disse ainda que o trabalho começou a ser feito em outubro e tem a participação de pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Minas Gerais, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade Federal de Sergipe.

“É uma oportunidade que a gente tem de divulgar a boa informação, com conteúdo, em relação ao mosquito da dengue. Uma coisa que preocupa bastante a gente, é que as pessoas às vezes demoram a enxergar a sua própria responsabilidade nesse controle. E que quando percebemos que 80% dos criadouros estão dentro das casas das pessoas, a gente entende que é muito importante que cada um reconheça a sua responsabilidade e faça a sua parte, não delegando simplesmente ao Poder Público”.

O material está disponível para visualização e download pelo site http://auladengue.ioc.fiocruz.br/.


Da Agência Brasil

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Dose contra HPV deve ser incorporada ao calendário de vacinação em 2014


 O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse hoje (24) que a vacina contra o papilomavírus humano (HPV) deve ser incorporada ao calendário nacional de vacinação em 2014.

Atualmente, a dose é aplicada nas escolas da rede pública apenas pelo governo do Distrito Federal em meninas de 11 a 13 anos. A imunização também pode ser feita em laboratórios particulares.

Durante audiência pública no Senado, Padilha explicou que a pasta negocia com dois produtores mundiais da vacina uma dose que proteja, principalmente, contra os subtipos do HPV que atingem as brasileiras.

"Aguardamos uma proposta de vacina mais ampla", disse. "Queremos essa tecnologia para nós. Está em negociação. Vai ter que ter transferência de tecnologia", completou.


Da Agência Brasil

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Autoridade da OMS alerta que novo vírus H7N9 é um dos mais letais

Doença tem origem nas aves domésticas, segundo especialistas
O especialista Keiji Fukuda, da Organização Mundial da Saúde (OMS), disse hoje (24) que o vírus H7N9, identificado pelas autoridades da China, é um dos mais letais do mundo. Em um congresso de peritos, Fukuda alertou sobre a gravidade do vírus. A China confirmou 108 casos e 22 mortes desde as primeiras infecções, em 31 de março. Por enquanto, a maioria dos casos de H7N9 identificados está na área comercial de Xangai e províncias vizinhas no Leste da China.

Para os especialistas da OMS, a doença tem origem nas aves domésticas. Eles disseram estar preocupados. Em comunicado, informaram que, até o momento, não há elementos para confirmar que a doença é transmissível entre pessoas.

As autoridades de saúde em Taiwan comunicaram que o primeiro caso de H7N9 foi identificado em um homem, de 53 anos, que trabalhou na cidade de Suzhou, no Leste da China. Ele apresentou os sintomas três dias após ter regressado a Taiwan, passando por Xangai (na China). O ministro da Saúde de Taiwan, Chiu Wen-ta, disse que o paciente informou que não teve contato com aves domésticas.

Fukuda acrescentou que o vírus H7N9 é facilmente transmissível. “Acreditamos que esse vírus é mais transmissível a pessoas do que o H5N1”, disse ele, lembrando que o H5N1 matou mais de 360 pessoas no mundo, desde 2003.


Da Agência Brasil

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Governo está vigilante, afirma ministro da Saúde sobre vírus H7N9


 O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse hoje (24) que a pasta está vigilante em relação aos casos registrados na China do H7N9 - uma mutação do vírus da gripe aviária.

"Não existe clareza ainda sobre a fonte de transmissão", disse, ao destacar que a maior probabilidade é que ela ocorra por meio do contato com aves vivas. "Não existe transmissão sustentável de pessoa para pessoa", acrescentou.
O ministro ressaltou ainda que, até o momento, não há recomendação, por parte da Organização Mundial da Saúde (OMS), de restrição comercial com a China.

O que permanece, segundo ele, são medidas restritivas adotadas, desde 2006, nos portos brasileiros em relação à entrada de aves vivas provenientes daquele país China.

"Vamos manter essa vigilância", destacou.


Da Agência Brasil

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Saúde libera R$ 50 milhões para construção de Caps em todo o país

O Ministério da Saúde anunciou hoje (23) a liberação de R$ 50 milhões para a construção de Centros de Atenção Psicossocial (Caps) em todo o país. Segundo a pasta, serão priorizados os serviços de atendimento 24 horas a dependentes de álcool e drogas e as unidades de Acolhimento.

A orientação do governo é para que os gestores interessados em construir um Caps ou uma Unidade de Acolhimento (UA) acessem a Portaria 615, publicada na semana passada, para dar início ao processo. O valor dos incentivos para financiamento varia de acordo com o tipo de estabelecimento (de R$ 500 mil e R$ 1 milhão).

De acordo com o Ministério da Saúde, esta é a primeira vez que o governo federal repassa recursos para a construção desses serviços. Antes, a edificação ou aluguel dos espaços cabia ao município, o que dificultava a expansão da rede, muitas vezes por falta de locais adequados.

Dados do ministério, dão conta de que existem hoje 1.891 Caps em funcionamento, com o objetivo de oferecer atendimento à população, realizar o acompanhamento clínico e a reinserção social de usuários pelo acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários.

Já 60 as unidades de Acolhimento foram instituídas para oferecer atendimento voluntário e cuidados contínuos para pessoas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, em situação de vulnerabilidade social e familiar e que demandem acompanhamento terapêutico e proteção em rede.

Da Agência Brasil

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Hospital do Rio vai tratar pacientes em casa

A partir de agora, pacientes do Hospital Estadual Eduardo Rabello, em Campo Grande, na zona oeste do Rio, serão beneficiados com atendimento especial após período de internação na unidade de saúde. Uma equipe formada por assistente social, enfermeiro, fisioterapeuta, psicólogo e terapeuta ocupacional irá até a casa desses pacientes para dar continuidade ao tratamento, evitando reinternações desnecessárias. A expectativa é que o hospital, referência no atendimento ao idoso na capital fluminense, faça cerca de 15 visitas por mês.


Segundo o diretor da unidade, Edson Mendes Nunes, a intenção do projeto é aperfeiçoar o atendimento ao idoso, faixa etária que mais cresce no país. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 12% da população brasileira têm mais de 60 anos e o número de idosos cresceu 55% nos últimos dez anos.

“Com o passar do tempo, começamos a perceber que essa ida [dos profissionais de saúde] no domicílio representa qualidade de vida ao idoso. É ainda uma forma de ampliar o número de altas, desafogando os leitos do hospital. Muitas vezes o paciente que poderia ter alta fica internado porque não tem assistência em casa”.

A visita é feita por uma equipe multidisciplinar conhecida do idoso, facilitando o tratamento médico. De acordo com Nunes, as visitas têm ocorrido somente com moradores de Campo Grande e que tenham doenças que possam ser tratadas em casa, como enfermidades próprias da idade. Cada paciente será avaliado na primeira visita, e receberá tratamento personalizado segundo as suas necessidades.

Segundo o diretor, os pacientes receberão as visitas até que possam receber alta médica. Caso contrário, eles serão inseridos no Programa de Saúde da Família, do Ministério da Saúde, para dar continuidade ao tratamento. “Não há outro projeto no estado que tenha esse perfil, que englobe um espaço hospitalar com atendimento ambulatorial, internação e visita domiciliar”, avaliou Nunes.

O hospital, inaugurado em 1973, foi o primeiro a ser planejado e construído para atendimento geriátrico especializado na América do Sul. Com 120 leitos disponíveis, a unidade faz cerca de 100 internações e 2,5 mil consultas médicas por mês.

Para ampliar a assistência à terceira idade no estado, o governo do Rio inaugurou em outubro do ano passado o Centro de Estudo e Pesquisa do Envelhecimento (Cepe), na Gávea, zona sul da cidade, que vai promover simpósios, seminários e cursos sobre o tema, além de prestar atendimento clínico. No mesmo mês, foi lançado o Centro Estadual do Trauma do Idoso (Ceti), no Hospital São Francisco de Assis, na Tijuca, zona norte, destinado a idosos com fratura no fêmur.


Da Agência Brasil

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Dengue: governo quer evitar crescimento da doença em 2014

Aedes Aegypti / Foto: James Gathany
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou hoje (20) que planeja uma reunião com os estados que registraram aumento dos casos de dengue este ano, como Minas Gerais, São Paulo e Goiás. O objetivo é conter o avanço da doença no país em 2014.

“Vamos fazer uma avaliação profunda do que ocorreu: se tem a ver com a transição dos governos municipais, se teve desmobilização das equipes para evitar um crescimento de dengue no próximo ano”, disse. Segundo Padilha, o encontro deve ocorrer após o mês de maio, período de maior transmissão da doença.

De acordo com levantamento do Ministério da Saúde divulgado no dia 10 deste mês, a média nacional de casos de dengue é 368,2 em cada grupo de 100 mil habitantes. No ano passado, essa média era 98,1. Até a 13ª semana de 2013, foram 714.226 notificações, número superior a 2012, quando 190.294 casos foram notificados.

Padilha destacou que, até o mês de maio, o país permanece em alerta contra a dengue, principalmente em relação aos idosos. “Neste momento, tem que agir prioritariamente para reduzir os casos de óbito e casos graves. A epidemia de dengue tem uma característica de as pessoas com mais de 60 anos de idade terem 13 vezes maior o risco de evoluir para caso grave ou óbito.”

O ministro deu as declarações enquanto participava pela manhã, na capital paulista, da abertura da ação de mobilização para a vacinação contra a gripe, que começou hoje em todo o país. Neste sábado, ocorre o Dia D de Mobilização, com 65 mil postos do país abertos das 8h às 17h. A campanha vai até o dia 26 em todo o país.

Poderão receber a vacina idosos, profissionais de saúde, crianças entre 6 meses e 2 anos, gestantes, indígenas, mulheres até 45 dias após o parto (puerpério), pessoas privadas de liberdade e doentes crônicos.

Da Agência Brasil

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Descoberta pode impedir formação de reservatórios do HIV no organismo, passo importante rumo à cura da aids

Descoberta pode levar a novas abordagens para matar o vírus escondido

Uma das maiores dificuldades para se chegar a cura da aids é conseguir matar todas as cópias do HIV no organismo da pessoa infectada. Os potentes medicamentos que compõem o coquetel antirretroviral conseguem atingir a maior parte dos vírus, mas sempre sobram alguns, que se escondem nos reservatórios de latência, conhecidos também como santuários virais, e numa eventual interrupção do tratamento, eles voltam a se replicar.

Pesquisadores do Albert Einstein College of Medicine da Yeshiva University, nos Estados Unidos, descobriram como ocorre a regulação da proteína que impede a multiplicação do HIV tipo 1 nas células brancas do sangue. A descoberta pode levar a novas abordagens para matar os vírus “escondidos”.

"Se você parar a terapia antirretroviral, o vírus emerge destes reservatórios e retorna para a circulação geral em questão de dias, como se o paciente nunca tivesse sido tratado. Agora sabemos qual é a proteína que precisamos controlar para impedir a formação dos reservatórios de HIV-1", ressalta o autor sênior do estudo recém publicado na revista científica Cell Host & Microbe., Felipe Diaz-Griffero.

Os cientistas descobriram que uma proteína chamada SAMHD1 impede o HIV-1 de se replicar em certas células do sistema imunológico. Mas, até agora, não foi entendido por que SAMHD1 não funciona em células do sistema imunológico, como os macrófagos, que são vulneráveis à infecção pelo vírus.

Utilizando uma ferramenta para determinar a composição molecular, os pesquisadores descobriram que SAMHD1 pode existir em duas configurações conhecidas como fosforilada e não fosforilada. (A fosforilação é um importante processo celular no qual os grupos de fosfato se unem a outras moléculas, ativando assim sinalizações e mecanismos de regulação diferentes no interior da célula.).

Quando SAMHD1 é fosforilada, a célula não está protegida de ser infectada com HIV-1. Quando a proteína não é fosforilada, a célula está protegida contra infecção pelo vírus.
"No momento, estamos explorando maneiras de manter esta proteína não fosforilada para que os reservatórios de HIV nunca sejam formados", conclui Diaz-Griffero.

Caminho para a cura

Anunciada em março durante um evento nos Estados Unidas, a primeira "cura funcional da aids", observada num bebê norte-americano, ocorreu “provavelmente” porque o vírus foi morto pelos antirretrovirais antes de se esconder nos reservatórios, explicou a médica responsável por esta façanha, Deborah Persaud, da Universidade Johns Hopkins.

A mãe do bebê, moradora da zona rural do Mississippi, não sabia que tinha HIV e não tomou o coquetel antirretroviral usado para prevenir a transmissão do vírus ao bebê. Por isso, os médicos decidiram entrar com uma "abordagem de choque": o bebê recebeu, 30 horas após o parto, a combinação de remédios.

Em geral, bebês nessa situação tomam um xarope de AZT durante um mês. A medicação é interrompida e é feito um exame para ver se houve infecção ou não. No caso do Mississippi, os médicos optaram por continuar com a medicação após cinco exames mostrarem que o bebê estava infectado.

Já no fim do primeiro mês do tratamento, que foi mantido por um ano e meio, a carga viral foi reduzida a níveis indetectáveis.

Essa é uma situação comum em pessoas com HIV em tratamento. Muitos permanecem por anos sem que o vírus seja detectável pelo exame de sangue, mas basta interromper o tratamento para a carga viral disparar em semanas. No entanto, no caso do bebê, só exames que procuram traços genéticos do HIV ainda mostravam resultado positivo, mas o vírus não se replica mais. Há quase um ano sem tomar antirretrovirais, a criança permanece assim. Por isso, os médicos estão chamando a situação de "cura funcional".

Substância encontrada em planta no Brasil mostrou potencial de atingir HIV escondido

Um estudo que está sendo realizado pelo laboratório brasileiro Kyolab a partir de uma planta da família das Euphorbiaceae, comum no Nordeste do País, mostrou potencial de “acordar” o HIV neste local de latência, o que daria chance para os medicamentos chegarem até eles e matá-los.

“Se um dia os medicamentos conseguirem destruir todas as cópias de HIV no corpo, até mesmo aquelas que ficam muito bem escondidas, pode ser a descoberta da cura da aids”, explicou o biólogo Diego Pandeló José (à direita na foto).

O estudo, ainda em análise em vitro, indicou uma ativação do HIV no seu estado de latência superior a 20%.

Diego, que apresentou um pôster sobre esta pesquisa durante a Conferência Internacional de Aids, no ano passado em Washington, afirma que estes 20% de ativação representam muito, pois a substância analisada não mostrou nenhum tipo de toxidade.

Aos 29 anos, Diego disse à Agência de Notícias da Aids que acredita “piamente” na cura desta doença e na possibilidade de presenciar este grande momento da história da medicina. “Digo isso com um misto de base na ciência e na fé”, finalizou.

Este estudo está sendo coordenado pelo pesquisador Renato Santana de Aguiar com apoio do professor Amilcar Tanuri, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O laboratório Kyolab, que realizada a pesquisa, é presidido pelo farmacêutico Luiz Francisco Pianowski Filho.

Da Agência Aids

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Veja dicas para para evitar dores pelo uso excessivo de tablets e smartphones


Foto: Michael Coghlan
Smarthphones, tablets, e notebooks fazem parte da vida moderna, permitindo estar conectado ao mundo a qualquer hora e em qualquer lugar. Mas, segundo o especialista do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HCFMUSP, ligado à Secretaria de Estado da Saúde, Mateus Saito, essa autonomia dada pela modernidade trás lesões nos dedos pelo excesso de digitação e problemas posturais.

O uso da tecnologia aumenta as chances de desenvolver dor no polegar quando comparado com usuários de celular sem internet. "Para cada clique que o polegar realiza há um movimento de extensão que, após várias mensagens, acaba por causar microlesões no tendão extensor que se inflama. A articulação da base do polegar também se inflama pelo excesso de atrito do movimento circular deste dedo", explica Saito.

Segundo o especialista, se a pessoa faz uso dos aparelhos e os posiciona de maneira confortável para os olhos, provavelmente seu uso se torna desconfortável para as mãos e braços. Quando posicionados de maneira confortável para mãos e braços, é necessário posicionar o pescoço de uma maneira incômoda para a cabeça e coluna cervical.

A má posição da cabeça durante o manuseio dos tabletes e smartphones também pode levar a fadiga de alguns músculos responsáveis pelo posicionamento adequado, além de sobrecarregar discos da coluna cervical. "A musculatura cansada dói, e os discos degenerados podem evoluir para uma hérnia de disco", alerta o ortopedista.

As dores consequentes do uso destes aparelhos podem ser tratadas com analgésicos e programa de fortalecimento e estabilização do pescoço e do dorso, através de exercícios específicos.

"Postura correta e o uso consciente são as melhores opções para usufruir das vantagens do mundo moderno sem comprometer a saúde, pois apesar da evolução estas ferramentas ainda não estão adaptadas para o uso por períodos prolongados", finaliza Mateus.

Veja algumas dicas:

• evitar o uso de aparelhos portáteis para produção de textos longos;
• ao utilizar os aparelhos procurar ficar numa posição de forma que haja um equilíbrio ente os olhos e as mãos;
• fortalecer os músculos com de atividades físicas de estabilização do tronco, sempre sobre a orientação de um profissional adequado;
• evitar de ficar mais de 30 minutos na mesma posição
• ao manusear o aparelho distribuir a carga entre as duas mãos

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1 em cada 4 crianças paulistanas é obesa

Alimentação saudável é uma das maneira de evitar a obesidade infantil

Levantamento realizado pelo programa "Meu Pratinho Saudável", parceria do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da FMUSP com a LatinMed Editora em Saúde, aponta que 45% das crianças e adolescentes paulistas estão com sobrepeso ou obesidade infantil.

A pesquisa, realizada durante mutirões gratuitos realizados pelo programa em parques, estações de metrô e escolas da rede estadual de ensino, contou com a participação de 476 crianças, de dois a nove anos de idade. No total, foram avaliados 246 meninos e 230 meninas.

Realizada com base na avaliação nutricional e no cálculo do Índice de Massa Corpórea (IMC), que é relação entre peso e altura, o estudo apontou que, do total de crianças e adolescentes avaliados, 19% apresentavam excesso de peso e 26% (ou um em cada quatro) foram classificados como obesos.

Do total de meninas avaliadas, 22% estavam com sobrepeso e 24%, com índices de obesidade. Já entre os meninos, 16,6% apresentaram excesso de peso e 28% foram considerados obesos.

"O crescimento da obesidade infantil está diretamente ligado aos hábitos alimentares, associado ao sedentarismo. Crianças obesas estão mais propensas a se tornar adultos obesos, elevando o risco de doenças como diabetes, cardiopatias e hipertensão", diz Elisabete Almeida, diretora-executiva do programa "Meu Pratinho Saudável". "Para evitar isso, precisamos conscientizar as crianças e, principalmente seus responsáveis, sobre a importância de uma alimentação saudável e equilibrada que deve ser mantida em todas as etapas da vida", observa.

Além das avaliações nutricionais, durante as ações do programa foram desenvolvidas para as crianças atividades didáticas com alimentos em resina, distribuição de quebra-cabeças educativos e jogos interativos com tablets.
Meu Pratinho Saudável

O programa Meu Pratinho Saudável é voltado para crianças de seis meses a 10 anos e tem como objetivo a readequação da alimentação, fazendo com que as crianças comam bem e de maneira saudável.

Um dos principais conceitos do programa prevê que nas refeições principais, a metade do prato da criança seja preenchido com verduras e legumes (crus e cozidos).

Para a outra metade, preencha o prato com 1/4 de alimento rico em proteínas como carne vermelha, frango, peixe, ovos, que deve ser complementada com leguminosas, como o feijão, grão de bico, soja, lentilha. O outro 1/4 do prato deve contar com alimentos ricos em carboidratos, de preferência em sua forma integral como arroz, massas, batatas, mandioca, mandioquinha, farinhas.

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Ministério alerta que campanha de vacinação contra a gripe não elimina circulação do vírus


O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, disse hoje (17) que a vacina contra a gripe não elimina a circulação do vírus influenza no país e pediu à população que mantenha as medidas de prevenção à doença, como lavar as mãos com frequência e cobrir o rosto ao tossir ou espirrar.

A mensagem é dirigida principalmente à população que não faz parte dos chamados grupos prioritários da campanha de vacinação iniciada segunda-feira (15) em todo o país – gestantes, idosos com mais de 60 anos, crianças entre 6 meses e 2 anos, profissionais de saúde, índios, população carcerária e doentes crônicos.

“O vírus da gripe circula o ano inteiro. Haver casos e mortes é esperado. A Organização Mundial da Saúde [OMS] estima que há de 250 mil a 500 mil mortes por ano [no mundo] relacionadas à influenza. A vacina não impede a circulação do vírus.”

Jarbas ressaltou que as pessoas imunizadas contra a gripe em 2012 devem receber a vacina novamente este ano. “Ela dá uma proteção limitada, de dois a seis meses somente, e como o vírus da gripe se modifica muito, a gente tem vários subtipos circulando que podem ser completamente diferentes dos vírus do ano passado”, explicou.

O secretário lembrou ainda que, em 2012, 8% dos pacientes mortos pela gripe na Região Sul do país não receberam o medicamento oseltamivir nas primeiras 48 horas de tratamento. O índice, segundo ele, indica que 92% das vítimas não tiveram acesso ao remédio em momento oportuno.

“Os médicos não devem esperar exame ou esperar agravar [o quadro], principalmente em casos que têm como condição um doente crônico, uma gestante, uma pessoa com mais de 60 anos ou uma criança menor de 2 anos. Este é o protocolo do ministério: feito o diagnóstico clínico, o médico deve imediatamente utilizar o oseltamivir.”

Por fim, Jarbas convocou as pessoas que integram os chamados grupos de risco a procurar os postos de saúde no próximo sábado (20), quando a pasta realiza um dia de mobilização nacional contra a gripe.

O secretário disse que o objetivo da mobilização no sábado é facilitar o acesso das pessoas que trabalham e têm mais dificuldade de comparecer às unidades de saúde durante o período comercial. “Apesar de ter toda a próxima semana, até o dia 26, não vamos deixar para a última hora. Procure a unidade de saúde mais próxima da sua casa e vacine”, apelou.


Da Agência Brasil

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Leitores de DVD podem ser utilizados para diagnosticar HIV, indica estudo

Descoberta cria possibilidade de uma
 ferramenta barata e simples de usar

Uma equipe de pesquisadores liderada por Aman Russom, do Instituto Real de Tecnologia em Estocolmo (Suécia), pode ter encontrado uma nova função para os leitores de DVD: uma técnica eficaz e rápida de testar HIV e fazer outras análises.

Os cientistas converteram um DVD comercial em um microscópio de varredura a laser, que pode analisar sangue e fazer imagens celulares com um micrômetro de resolução.

A descoberta cria a possibilidade de uma ferramenta barata e simples de usar, que pode ter benefícios de longo alcance na área da saúde, especialmente nos países em desenvolvimento.“Com um leitor de DVD comum, criamos uma ferramenta barata de análise de DNA, RNA, proteínas e até mesmo células”, diz Russom.

Lab-on-DVD: vantagens e vantagens

Até agora, o chamado “Lab-on-DVD” tem se mostrado uma tecnologia incrível que só tem potenciais benefícios. Com ele, é possível realizar um teste de HIV em apenas alguns minutos. Quando o HIV infecta uma pessoa, a maior parte das células infectadas são Cd4+. O vírus torna-se parte dessas células que, em vez de combater a infecção, cada vez mais produzem cópias do HIV. Em um experimento, os pesquisadores coletaram células do tipo Cd4+ no sangue de pacientes e as visualizaram perfeitamente usando a nova tecnologia.

Hoje em dia, a contagem dessas células usando citometria de fluxo é padrão em testes para detectar HIV, mas a prática tem sido limitada nos países em desenvolvimento por causa de seu custo.

O Lab-on-DVD representa uma alternativa para citometria de fluxo. Enquanto esta última pode custar mais de US$ 30.000 (cerca de R$ 58.800) excluindo sua manutenção, a nova tecnologia, se produzida em massa, poderia ser disponibilizada por apenas US$ 200 (R$ 392).

Além disso, ao contrário dos instrumentos volumosos e tecnicamente complexos usados na citometria, o Lab-on-DVD é portátil e exige menos treinamento para ser operado.

“O baixo custo da tecnologia torna-a adequada como um instrumento de diagnóstico na prática clínica”, afirma Russom. “E porque oferece uma análise extremamente rápida, o paciente não precisa ir para casa e esperar por uma resposta. Ele pode recebê-la na primeira visita a um médico”.
 Da Agência Aids

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Veja dicas e cuidados para se ter com a voz

Um dos vilões da boa voz é o cigarro

No dia em que é comemorado o Dia Mundial da Voz, 16 de abril, a Secretaria de Estado da Saúde traz um importante alerta sobre os excessos cometidos da infância à vida adulta. As alterações na voz, conhecidas como disfonia, podem comprometer o funcionamento do principal instrumento de comunicação e interação entre os seres humanos. Por isso, a saúde vocal é um reflexo da saúde geral.

A voz consiste no som produzido usando as pregas vocais para falar, cantar, gargalhar, chorar, gritar entre outros. Os danos podem se tornar permanentes se não houver um tratamento adequado. As causas de doenças relacionadas à voz estão ligadas aos hábitos prejudiciais como fumar, ingerir bebidas alcoólicas, alimentos gelados, abuso das cordas vocais entre outros.

Segundo a fonoaudióloga Cristina Zerbinati Carro, do Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Heliópolis, na infância e adolescência, gritar e falar alto em ambientes ruidosos são os principais causadores de problemas. Entre idosos, mudanças nas pregas vocais e nas demais estruturas de fonação, provocam o envelhecimento natural da voz.

Um sinal de alerta, de acordo com fonoaudióloga, é quando há rouquidão ou mudança na voz persistentes por mais de 15 dias. "Procurar ajuda profissional é importante para prevenir e diagnosticar as patologias da voz que costumam se dividir por faixa etária e pela função dada a voz de acordo com o perfil de cada pessoa".

Entre as doenças mais diagnosticadas estão a paralisia das cordas vocais, o surgimento de pólipos (saliência na corda vocal originária de um grito, por exemplo) e nódulos e a disfonia psicogênica (perda da voz por questões psicológicas).

Câncer

O câncer de laringe é um dos mais comuns entre os que atingem a região da cabeça e pescoço. O diagnóstico precoce do câncer de laringe e de outras doenças que acometem as cordas vocais é importante para a eficácia do tratamento e cura. Alguns dos sintomas manifestados por esses tipos de cânceres podem ser manchas brancas na boca, dor, lesão ulcerada ou com sangramento e cicatrização demorada, nódulo no pescoço presente por mais de duas semanas, mudanças na voz ou rouquidão persistente e dificuldade para engolir.

A doença pode ser evitada com medidas simples, como não fumar nem consumir bebidas alcoólicas em excesso e dar preferência aos alimentos pobres em gordura e ricos em fibras. Também é importante que as pessoas habituem-se a examinar sua boca diante do espelho à procura de caroços, aftas, manchas brancas e outros ferimentos. Além disso, cuidar da higiene bucal e visitar o dentista periodicamente ajudam a realizar a detecção precoce de um câncer.

Veja os cuidados que podem ser tomados para preservar a voz:

- Beba líquidos em temperatura ambiente para fazer a hidratação de toda a mucosa e trato vocal
- Faça exercícios de aquecimento e desaquecimento da voz
- Coma alimentos que facilite a limpeza e fluidez de secreções bucais (como a maçã)
- Evite fumar
- Evite a tosse provocada
- Evite bebidas alcoólicas
- Procure um otorrinolaringologista ou fonoaudióloga em caso de rouquidão persistente por mais de duas semanas, se tiver dor ou ardência na garganta ou dificuldades de engolir

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Anvisa aprova redução dos limites de iodo no sal

Sal de cozinha passará a ter menos iodo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (16) resolução que reduz os limites de iodo adicionado no sal de consumo humano. De acordo com a agência reguladora, há indícios de que o consumo excessivo da substância possa aumentar os casos de tireoidite de Hashimoto, doença autoimune que tem entre seus principais sintomas fadiga crônica, cansaço fácil e ganho de peso.

A norma vigente fixa uma faixa entre 20 miligramas (mg) e 60 mg de iodo para cada quilo de sal. Com a nova resolução, a faixa de adição de iodo no sal permitida fica entre 15 mg e 45 mg. O tema entrou em consulta pública em 2011.

De acordo com a gerente-geral de Alimentos da Anvisa, Denise Rezende, cerca de 93% das marcas avaliadas pela agência cumprem a nova norma. Para José Agenor Álvares da Silva, relator do processo, a medida não vai ter impacto no sistema produtivo. A norma ainda vai ser publicada no Diário Oficial da União e trará o cronograma a ser cumprido pelos fabricantes.

Os limites de adição de iodo no sal recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) ficam entre 20 mg e 40 mg para países em que a população consume uma média de 10 gramas de sal por dia. Dados do Ministério da Saúde indicam que o brasileiro consome 9,6 gramas de sal diariamente, mas o consumo total pode chegar a 12 gramas quando levado em consideração alimentos processados e consumidos fora de casa.

De acordo com a Anvisa, o processo de iodação do sal é uma medida adotada em todo o mundo com o objetivo de prevenir distúrbios por deficiência de iodo (DDI), que incluem retardo mental grave e irreversível e surdo-mudez em crianças, anomalias congênitas e bócio.


Da Agência Brasil

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Descoberta sobre mudança no microbioma do pênis após circuncisão pode contribuir com novas pesquisas para prevenção do HIV

A circuncisão altera drasticamente o microbioma do pênis, o que pode representar mais uma razão para que os homens circuncidados tenham maior proteção contra o HIV e outras infecções durante o ato sexual sem camisinha com mulheres, informa um estudo publicado nesta terça-feira, 16 de abril, no jornal on-line da Sociedade Americana de Microbiologia, mBio.

O estudo pesquisou o efeito da circuncisão em tipos de bactérias que vivem abaixo do prepúcio do pênis antes e depois da circuncisão. Um ano após o procedimento, o total de bactérias na área mudou drasticamente. A prevalência de bactérias anaeróbias, que se proliferam em ambientes com pouco oxigênio, diminuiu e a quantidade de algumas das aeróbias aumentou.

Segundo os pesquisadores, outros estudos já mostraram que a circuncisão masculina diminui o risco de infecção pelo HIV entre 50% e 60%, além de reduzir o risco de infecção pelo Vírus do Papiloma Humano (HPV) e do herpes, mas a biologia por trás desses dados ainda não é totalmente compreendida. Eles explicam que pode ser que a anatomia do pênis circuncidado ajude a prevenir a infecção, ou que a mudança no microbioma confira esta proteção, ou ainda uma combinação de ambos.

"A mudança na comunidade (de micro-organismos) é realmente caracterizada pela perda de anaeróbias", diz Lance Price, um dos autores do estudo. "Da perspectiva ecológica, é como rolar uma pedra e ver o ecossistema mudar. Você remove o prepúcio e aumenta a quantidade de oxigênio, diminuindo a umidade. Nós mudamos o ecossistema", diz o cientista.

Price e seus colegas pesquisadores das universidade TGen e Johns Hopkins (EUA) avaliaram uma amostra de homens de Uganda para chegar a essa conclusão. Esses homens foram divididos em dois grupos, um de circuncidados e o outro não. Os pesquisadores compararam amostras de ambos os grupos antes do procedimento e um ano após o procedimento.

Segundo Price, esse trabalho vai além da circuncisão. “Se nós descobrirmos, por exemplo, que é um grupo de anaeróbias que está aumentando o risco de transmissão e contração do HIV, nós podemos achar formas alternativas de diminuir a quantidade dessas bactérias e prevenir a infecção pelo vírus em homens sexualmente ativos”, diz.


Da EurekAlert

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Vacinação contra gripe começa amanhã em todo o país



Vacinação contra gripe começa no Brasil
A campanha nacional de vacinação contra a gripe começa amanhã (15) em todo o país. A meta é imunizar 31,3 milhões de pessoas que integram os chamados grupos prioritários – gestantes, idosos com mais de 60 anos, crianças entre 6 meses e 2 anos, profissionais de saúde, índios, população carcerária e doentes crônicos.

Uma das novidades é a inclusão de mulheres em puerpério (período de até 45 dias após o parto) nos grupos prioritários para vacinação. Outra mudança vai possibilitar que pessoas com doenças crônicas tenham acesso à vacina por meio de postos de saúde e não apenas nos centros de referência. Basta apresentar uma prescrição médica no ato da imunização.

A campanha segue até o dia 26 de abril. No próximo sábado (20), todos os 65 mil postos de saúde do país vão funcionar para um dia de mobilização. Serão distribuídas cerca de 43 milhões de doses que, este ano, protegem contra os seguintes subtipos de influenza: A (H1N1) ou gripe suína, A (H3N2) e B.

De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina é segura e só é contraindicada para pessoas com alergia severa a ovo. A dose, segundo a pasta, contém o vírus em sua forma inativa, e não há risco de uma pessoa contrair gripe em razão da imunização.


Da Agência Brasil

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Pesquisa revela que 22,7% da população adulta brasileira sofrem de hipertensão

Mudança na alimentação é uma forma de tratamento contra a doença

A hipertensão atinge 22,7% da população adulta brasileira. Desse total, o diagnóstico em mulheres é mais comum, 25,4%, e em homens 19,5%. Os dados são da mais recente pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2011, da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde.

"A mulher está mudando o perfil. Antes ela cuidava dos filhos e o marido ia para o trabalho. Hoje não. A mulher ocupou um espaço na sociedade igual ao do homem. Ela tem as mesmas posições. Está submetida às mesmas situações de estresse e ainda tem dupla jornada. Além de trabalhar fora, ela chega em casa faz as lições com as crianças, vai ao supermercado. Ela tem uma carga de trabalho maior e ainda está fumando mais. Inclusive vem aumentando, gradativamente, a mortalidade entre mulheres por doença cardiovascular", disse o coordenador da campanha nacional contra a hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Carlos Alberto Machado.

Ainda conforme a pesquisa, há diferença entre níveis de escolaridade. Enquanto na faixa de mulheres com até oito anos de escolaridade 34,4% informaram diagnóstico de hipertensão, entre as de nível superior foram 14,2%. "As mulheres com menos escolaridade, em geral, têm menos informação e menos acesso aos serviços de saúde para fazer o diagnóstico. Tenta marcar uma consulta na saúde básica no posto de saúde perto da sua casa. Hoje uma das grandes lutas da sociedade é qualificar a atenção básica e facilitar o acesso na rede primária que é porta de entrada do sistema de saúde qualificado", informou.

O cardiologista alertou que os números podem ser maiores, porque a pesquisa é feita por telefone fixo e nos horários em que as pessoas são encontradas em casa. Agora, de acordo com ele, o questionamento deve ser ampliado porque a pesquisa vai começar a ser feita também em celulares. "A gente acredita que os números são subestimados e que o número real é maior do que os dados do Vigitel, mas mesmo subestimados são muito altos. A gente precisa melhorar isso", disse.

Pelos cálculos da Sociedade Brasileira de Cardiologia, o Brasil tem, atualmente, cerca de 32 milhões de hipertensos com mais de 20 anos de idade. Segundo o coordenador, o grande problema é que a maioria dos hipertensos nem sabe que tem a doença. "Inicialmente ela não dá sintomas e apesar de não dar sintomas ela vai causando uma série de lesões em vários órgãos. Ela pode lesar o coração, o cérebro, os rins, os olhos", alertou o médico.

De acordo com o cardiologista, a hipertensão é responsável por 80% dos derrames, por 40% de doenças como infarto e 37% dos casos de insuficiência renal, que levam os doentes à diálise. Ele disse que não tem cura, mas com tratamento é possível controlar em 100% nas pessoas atingidas.

Para o médico, diante das possibilidades de acompanhamento médico e de remédios disponíveis nas redes de atendimento público, não se justifica mais a internação e a morte de pessoas hipertensas. "Hoje com todo conhecimento que a gente tem, com todas as classes de remédios de graça na rede, não se justifica mais internar ninguém por hipertensão e nem morrer ninguém por hipertensão", avaliou.

Ele destacou ainda, que quando se analisa os dados de mortalidade do Sistema de Informação de Mortalidade do Ministério da Saúde, verifica-se que em torno de 12% das pessoas que morrem, está no atestado de óbito que a principal causa mortis é a hipertensão. "Então é importante chamar atenção da população da necessidade de medir a pressão. Se ela estiver alterada, maior ou igual a 140 por 90, a pessoa deve procurar o médico confirmar este diagnóstico e depois de confirmar, iniciar o tratamento", orientou o cardiologista.

Segundo ele, há duas formas de tratamento, o medicamentoso e o não medicamentoso. "O não medicamentoso são as mudanças no estilo de vida, diminuir o sal da comida, emagrecer, fazer uma atividade física regular, evitar o estresse e o uso abusivo de bebida alcoólica e abandonar o tabagismo. O tratamento medicamentoso é individualizado, depende de cada pessoa. Vai ser identificado o mecanismo mais prevalente na pessoa e medicá-la e quando inicia o tratamento ele é para o resto da vida. A mudança no estilo de vida faz parte do tratamento da hipertensão. Tem pessoas que só com isso a gente consegue controlar a pressão. Na grande maioria, a gente precisa passar o remédio e quando passa o remédio as pessoas vão tomar o remédio para o resto da vida", explicou.


Da Agência Brasil

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Gripes e resfriados aumentam no outono e hospital faz alerta

O Instituto de Infectologia Emílio Ribas, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, referência nacional no tratamento de doenças infecciosas, faz um alerta para o aumento de gripes, resfriados e alergias durante o outono.

A baixa umidade do ar somada às diversas alterações de temperatura durante o dia e aglomerações de pessoas em ambientes fechados facilitam o contágio por vírus, aumentam o número de casos de inflamações das vias respiratórias e alergias, agravos comuns nesta época do ano. 

Segundo o infectologista Ralcyon Teixeira, do Instituto Emílio Ribas, é muito comum as pessoas confundirem gripes com resfriados, mas apesar de ambas apresentarem sintomas semelhantes são provocados por vírus distintos e devem receber o diagnóstico e tratamentos adequados. 

"O resfriado tem sintomas mais leves, como coriza e leves dores no corpo. O vírus do resfriado permanece no organismo por no máximo três dias. Já a gripe exige mais atenção, pois ela aparece de maneira mais agressiva e prolongada, manifestando-se por febre, fortes dores no corpo, tosse seca e falta de ar. Neste caso, o ideal é procurar ajuda médica", esclarece Ralcyon.

As doenças respiratórias mais frequentes no outono, como a asma brônquica e as alergias também devem ser observadas e distinguidas de maneira correta. A asma brônquica, popularmente conhecida como bronquite, doença pulmonar que provoca chiados e dificuldades para respirar, é incidente no outono e em temperaturas frias, bem como em exposição à poluição, fumaça e pólen. Esse problema pode se tornar extremamente grave caso não seja acompanhado e tratado desde os primeiros sintomas.

Já as alergias mais comuns nesta época do ano são as rinites e as sinusites, inflamações das vias respiratórias provocada pelas variações climáticas bruscas e o contato com o pó e poluentes. "As pessoas que sofrem tanto pela bronquite como pela rinite devem estar atentas ao retirar roupas guardadas há muito tempo no armário, pois elas podem reter pó e odores nocivos para as alergias", orienta o doutor Ralcyon. 

O infectologista salienta, ainda, a importância de beber bastante água e se ater aos sintomas. "É muito importante observar os primeiros sintomas e procurar auxílio profissional imediato para evitar que um simples resfriado possa se tornar uma pneumonia ou algo mais grave", diz Ralcyon lembrando que a automedicação deve ser evitada.

Entenda os vírus

Os quatro principais vírus que circulam no outono são: influenza, sincicial, rinovírus e adenovírus. O pneumologista Fábio Muchão, do AME Heliópolis, explica que a influenza pode ser contraída por pessoas de todas as idades, mas é potencialmente mais perigosa em crianças, idosos e doentes crônicos. 

"Os sintomas mais comuns são dor de garganta, musculares e de cabeça, tosse, febre entre outros", explica Muchão. 

Outro vírus que oferece risco maior para o público infantil é o sincicial, principal causador das bronquiolites, que provoca as crises de chiado em bebês. Já o rinovírus é responsável pelos resfriados comuns nessa época. O adenovírus possui sintomas semelhantes aos problemas gripais, porém, com quadro respiratório mais amplo, além de sintomas gastrointestinais, febre prolongada entre outros. Procurar ajuda médica é sempre recomendado diante de qualquer sintoma prolongado.

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Anvisa define requisitos técnicos para segurança e eficácia de repelentes



Repelentes devem ter rótulos mais claros para
o entendimento do consumidor / Foto: Susan Ellis
Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) define requisitos técnicos para garantir a segurança e a eficácia de repelentes de insetos. A ideia é que os produtos tenham um regulamento específico, além de rótulos mais claros para o consumidor.

Uma das definições trata dos rótulos de repelentes que contêm um ingrediente conhecido como Deet. Nesses casos, o produto deve trazer um alerta específico para o uso em crianças, destacando que a aplicação não deve ser feita em menores de 2 anos e que o uso não deve ultrapassar três aplicações ao dia em crianças de 2 a 12 anos.

Outra regra proíbe o uso de imagens e figuras de apelo infantil na embalagem de repelentes – mesmo os indicados para uso em crianças.

De acordo com a resolução, os fabricantes têm um prazo de 18 meses para se adequar às novas regras.


Da Agência Brasil

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Atletas devem ter cuidados extras com alimentação

É importante manter o corpo hidratado antes durante
 e depois de uma atividade física 
O programa "Meu Prato Saudável", parceria do Instituto do Coração (InCor) com a LatinMed Editora em Saúde, faz um alerta para atletas com relação à alimentação, tanto antes quanto depois da prática esportiva.
Uma alimentação balanceada e que contemple todos os nutrientes necessários aos atletas deve conter alimentos do grupo dos carboidratos, proteínas, gordura boa, frutas e vegetais, e é indispensável para um bom desempenho durante o treino.

Para isso, porém, é necessário redobrar a atenção para quais alimentos devem ser consumidos. Antes da atividade física, a médica Elisabete Almeida, diretora-executiva do "Meu Prato Saudável", recomenda consumir alimentos ricos em carboidratos, mas com digestão lenta, para garantir energia suficiente durante a atividade e para não ocorra muita perda muscular.

"Um alimento rico em fibras é uma boa opção, como cereal integral, biscoito integral, barra de cereal rica em fibras. Outra opção benéfica para antes da prática esportiva é torrada integral com requeijão ou queijo processado industrializado ou pão integral com margarina com fitoesteróis ou banana com aveia e uma colher de chá de óleo de coco ou mamão com granola."

"Depois da prática esportiva, o ideal é consumir proteína animal magra, acompanhada de um carboidrato complexo, como o arroz, de preferência integral, ou massa integral, batata com casca, pão ou torrada integral", diz.

Para melhorar a absorção das proteínas, é necessário incluir na refeição verduras e legumes, fontes de vitaminas e minerais. Como exemplo, um prato com salada, carne magra e carboidrato ou um sanduíche natural, que tenha pães integrais, duas fontes de proteína magra (queijo ou substituto de carne - atum, frango desfiado, rosbife, carpaccio, peito de peru ou presunto magro), além de um vegetal.

Atenção na hidratação

Com a alimentação balanceada não se deve descuidar da hidratação. Como a quantidade de água eliminada pelo suor depende da intensidade e tempo da atividade física, assim como da temperatura e umidade ambientais, a defesa mais eficaz é a hidratação adequada, que ocorre pelo equilíbrio entre consumo e perda de água.

"A diferença entre o peso corporal antes e depois do exercício pode ser utilizada para indicar a perda de água durante o exercício e, assim, definir qual é a hidratação necessária para depois da atividade. Não dá para focar apenas no controle da sede, pois assim a hidratação pode levar alguns dias para o total restabelecimento, mesmo após grave desidratação", alerta Elisabete.

Também a ingestão "extra" de água antes do exercício, em ambientes quentes, proporciona alguma proteção, aumentando a sudorese e evitando aumento da temperatura corporal durante o exercício.

"Recomenda-se o consumo de 400 a 600 ml de água, 20 minutos antes do início da atividade física", afirma a médica, porém, sem descartar a necessidade de reposição contínua de água durante e depois dos exercícios. "O consumo de cerca de 250 ml a cada 15 ou 20 minutos de intervalo é satisfatório, pois em maior quantidade, pode produzir a sensação de ‘estômago cheio', prejudicando o desempenho do atleta", explica.

A médica lembra, ainda, que esta reposição não tem a função de compensar a quantidade de calorias gastas durante a atividade física, pois a água não tem valor calórico e apenas evita a desidratação. "Se o indivíduo faz uma alimentação equilibrada e pratica esportes, a perda de peso e gordura corporal vai acontecer de qualquer forma", afirma.

A substituição de água por isotônicos só deve ocorrer quando há perda de peso corporal superior a 2% em decorrência da transpiração, pois aí pode ocorrer grande quantidade de sódio e outros minerais.

Suplementos

A recomendação é que a utilização de suplementos alimentares para complementar dieta de atletas deve ser prescrita por profissionais especializados e somente após avaliação individualizada.

"Se consumidos sem o acompanhamento de especialista, estes suplementos podem até sobrecarregar órgãos como fígado e rim, e causar ganho de gordura corporal", conclui Elisabete.

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Estudo da Unifesp estima que 11,7 milhões de brasileiros são dependentes de álcool

O aumento foi de 20% entre os brasileiros que
consomem álcool pelo menos uma vez por semana

Mais da metade das bebidas alcoólicas comercializadas no país (54%) são consumidas por 20% das pessoas que bebem. O dado consta do 2° Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad) divulgado hoje (10) pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Em termos gerais, o estudo estima que 11,7 milhões de brasileiros são dependentes de álcool.

Para o professor Ronaldo Laranjeira, organizador da pesquisa, essa proporção demonstra o padrão de consumo de álcool no Brasil. "Apesar de 50% [da população brasileira] não consumirem bebida alcoólica, os que bebem, bebem de maneira abusiva", disse.

O 2º Lenad foi feito em 149 municípios em todas regiões do país. Foram entrevistadas 4.607 pessoas com acima de 14 anos de idade. De acordo com os pesquisadores da Unidade de Pesquisas em Álcool e Droga (Uniad) da Unifesp, a mostra é representativa da população brasileira. O primeiro levantamento foi feito em 2006.

O estudo constatou que houve um aumento de 20% na quantidade de brasileiros que consomem álcool uma vez ou mais por semana. Também houve aumento no número de pessoas que ingerem grandes quantidades de álcool (quatro unidades para mulheres e cinco para homens) em um curto período de tempo (duas horas). Entre esses consumidores, essa forma de beber passou de 45%, em 2006, para 59% no ano passado.

A pesquisa destaca o aumento do consumo de álcool abusivo entre as mulheres. A proporção das que passaram a beber uma vez ou mais por semana cresceu 34,5% em seis anos, passando de 29% para 39%. Outro indicador que demonstra esse comportamento nocivo é o que avalia o consumo de álcool em relação ao tempo. As que ingerem quatro doses em até duas horas passaram de 36%, em 2006, para 49% no ano passado.

De acordo com os pesquisadores, quando comparado a outros países, no entanto, a taxa de pessoas que não bebem no Brasil é baixa, cerca de 50%. Na Argentina, por exemplo, os bebedores chegam a 84% da população, informou a pesquisadora Ilana Pinsky, que fez parte da comissão organizadora da pesquisa. "Apesar dessa diferença, o índice dos argentinos que bebem abusivamente é parecido com o nosso. Essa é uma característica do nosso país", explicou.

Entre os fatores que podem explicar o crescimento desse modo nocivo de beber, está a ascensão econômica da população nos últimos anos. "A grande mudança de 2006 para cá foi o aumento da renda, especialmente nas classes C e D. Quem não bebia continua não bebendo. Por isso não tivemos aumento do número de bebedores. Agora, quem já bebia vai ter a tendência de poder investir mais", apontou.

Laranjeira destaca ainda, como explicação para o aumento do consumo abusivo, a falta de política pública que desincentivem a ingestão de bebidas alcoólicas. "O mercado do álcool permanece intocado. Temos 1 milhão de pontos de venda que são estimulados a aumentar cada vez mais o consumo. Além do baixo preço de bebidas e as propagandas que estimulam os mais jovens a beber", ressaltou.

O professor avalia que as mudanças alcançadas no comportamento de beber e dirigir são exemplos de como as políticas orientadas nesse sentido podem gerar resultado. "Hoje, a única medida que existe em relação ao álcool em termos de fiscalização é a Lei Seca", disse. O levantamento mostra que houve redução de 21% na proporção de pessoas que relatam ter dirigido após consumir álcool. A maior queda ocorreu na Região Nordeste, com uma diminuição de 43%. Somente no Centro-Oeste houve aumento, de 37% para 40%.

O estudo traz ainda dados que relacionam violência ao consumo de bebidas alcoólicas. Em relação à violência na infância, por exemplo, das pessoas que foram agredidas fisicamente quando crianças, 20% delas apontaram que o agressor estava alcoolizado. Nos casos de violência doméstica, a presença do álcool foi apontada em 50% das respostas. Em termos estatísticos, isso representa 3,4 milhões de pessoas agredidas em casa por alguém alcoolizado.


Da Agência Brasil

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