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Prevenção da osteoporose deve começar na infância, recomenda ortopedista

[caption id="attachment_3174" align="alignnone" width="400"]criança Transformação está relacionada aos hábitos cultivados desde a infância como no caso da criança que parou de tomar leite e passou a consumir mais refrigerante. Foto: Digihanger/Pixabay[/caption]

 

Os cuidados para prevenir a osteoporose devem ter início ainda na infância, recomenda o diretor de Relações Institucionais do Comitê de Doenças Osteometabólicas da Sociedade Brasileira de Ortopedia (Sbot), Márcio Passini. “O nosso esqueleto vai sendo trocado sistematicamente, porque a gente vai crescendo”, destaca o profissional.

Segundo Passin, na infância, esse processo é mais rápido. Depois, na idade madura, pelo menos 6% do esqueleto são trocados por ano. Quando a pessoa faz uma atividade física, isso estimula o osso a ser mais forte. O diretor lembra, entretanto, que esse processo não ocorre da noite para o dia e que é preciso um tempo para que o esqueleto se adapte à nova necessidade.

O exame chamado densitometria, surgido em 1992, passou a medir a densidade mineral óssea, isto é, a quantidade de cálcio. “Foi um divisor de águas, porque passou a permitir que as pessoas que estavam se tratando de osteoporose soubessem se estavam melhorando. Com isso, foi possível verificar quais medicamentos funcionavam bem.”

Em 1994, vários países fizeram padrões para a densitometria de acordo com a sua população. Um estudo foi feito por médicos italianos com um conjunto de pessoas de 35 anos de idade para mostrar quais eram os padrões. Em 2004, repetiram o estudo, com uma população semelhante à anterior. “E levaram um susto, porque viram que, em dez anos, a nova população tinha 10% menos massa óssea do que a população anterior. Dez por cento [em dez anos] significam 1% ao ano”, ressalta Passini.

Segundo o ortopedista, a população idosa está evoluindo, mas a população osteoporótica cresce mais ainda. “Tem mais idoso com osteoporose do que tinha há dez ou 20 anos”. De acordo com ele, essa transformação está relacionada aos hábitos cultivados desde a infância e a juventude, conhecidos como hábitos deletérios. É o caso da criança que parou de tomar leite e passou a consumir mais refrigerante.

Passini disse que a uma das preocupações, entretanto, está na adolescência, etapa em que a pessoa forma massa muscular que, ao se  desenvolver, força o osso a ter uma qualidade melhor. O médico lembra que, antigamente, havia muitas fraturas em crianças, até os 12 anos de idade, e depois só fraturas por acidentes graves, porque o osso ia ficando cada vez mais forte. De acordo com o especialista, hoje o quadro é outro. Ele destaca que os adolescentes pararam de competir em quadras esportivas e passaram a competir em jogos de computador.

Na população idosa, está havendo um crescimento de osteoporose em torno de 10%, estima Passini. “A gente vai ter, no futuro, praticamente todos os idosos osteoporóticos, o que poderá levar a uma situação de calamidade pública”. Apesar da expansão do tratamento da osteoporose, o número de fraturas osteoporóticas vem aumentando. A doença, frisou o médico, é desproporcional ao crescimento da população com mais idade.

Embora não haja números estatisticamente suficientes, Passini diz que, em função dos hábitos adquiridos a partir da infância, está aumentando a proporção de pessoas que têm osteoporose acima dos 50 anos. "Não atingimos ainda o nível de desenvolvimento de populações mais idosas como existe no Japão. Mas a gente acredita que a nossa população osteoporótica vai crescer e  vai se igualar à de outras partes do mundo.” [ABr]

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OMS quer melhoria no ambiente alimentar para combate à obesidade

obesidade

O grupo de trabalho da Organização Mundial da Saúde (OMS) que trata do combate à obesidade infantil publicou no último dia 18 um artigo no jornal 'The Lancet', em que aponta a necessidade de os governos adotarem medidas que conduzam à melhoria da salubridade dos ambientes alimentares. Um dos autores do artigo é o brasileiro Fábio Gomes, nutricionista do Instituto Nacional de Câncer (Inca) do Ministério da Saúde. O grupo se reuniu em novembro do ano passado e tem um novo encontro agendado para abril, na África do Sul. O objetivo é apoiar a OMS na tomada de decisões sobre as políticas que devem ser adotadas pelos países.

Entre uma reunião presencial e outra, os membros se dividem em subgrupos para avançar em tarefas específicas, como identificar experiências bem-sucedidas e barreiras para implementação de políticas de prevenção de obesidade. “O foco do grupo de trabalho é na implementação de ações. A gente sabe quais são as causas da obesidade, sabe que há uma série de ações que vão ser efetivas para reduzir a obesidade, mas tem que avançar na implementação dessas ações e em quais políticas a gente deve priorizar para, de fato, ter resultados”, disse Fábio Gomes hoje (27) à Agência Brasil.

Ressaltou, porém, que não se trata apenas de combater a obesidade infantil, uma vez que “a obesidade faz parte de um ciclo de vida”.  No momento, o grupo da OMS está montando um sistema de responsabilização, monitoramento e implementação. A proposta apresentada por Gomes visa identificar a obesidade como uma expressão de falência no sistema alimentar. A obesidade não é causada pelo fato de as pessoas estarem comendo mal e não praticarem atividade física. “Tem causas por trás disso que fazem com que isso ocorra”.

O grupo está dedicado a mapear essas causas o mais longe possível, até os limites mais macropolíticos, disse o nutricionista do Inca. Isso abrange desde políticas que definem o espaço urbano até a interferência de políticas de preços de alimentos na alimentação mais saudável. Mapeando desde os elementos mais próximos do indivíduo, relacionados à educação alimentar, até questões mais estruturais, o grupo poderá identificar quais são os atores responsáveis por implementar essas ações e como eles devem atuar para que isso se viabilize.

Do ponto de vista da regulação, Gomes disse que os governos precisam avançar na aprovação de leis que possam, por exemplo, restringir a publicidade de alimentos e o uso de personagens infantis no rótulo de alimentos que estimulam a compra e o consumo pelas crianças. O trabalho visa também identificar espaços em que a sociedade civil possa expor práticas das indústrias ligadas ao superestímulo do consumo de alimentos não saudáveis, citou. A sociedade deve também se organizar para pressionar que o Congresso avance na aprovação de determinadas leis.

Vários países na América Latina já modificaram rótulos de alimentos para oferecer informações mais claras e advertências sobre consumo e para regular a publicidade, em especial dentro das escolas, destacou. No Brasil, resolução recente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) caracterizou a propaganda abusiva para alimentos infantis.

Após a criação desse sistema de responsabilização, monitoramento e implementação, a ideia é “propor ao país que quer enfrentar a obesidade o que ele precisa desenvolver e o que a sociedade, o governo e as indústrias têm que fazer para poder avançar as políticas públicas, e regular”. O grupo pretende revelar ainda o quanto as ações voluntárias das indústrias são eficazes ou não para o tamanho do problema que é a obesidade. “A gente precisa de medidas rigorosas para frear o processo que está acontecendo de forma muito explosiva”.

Gomes acredita que a partir da adoção dessas ações, a salubridade dos ambientes alimentares pode melhorar. “E todo o sistema alimentar é alterado para melhor. Isso impacta na produção e na sua diversidade, e também no meio ambiente”. Por isso, sustentou que a OMS quer olhar a obesidade como uma das expressões de defeitos no sistema alimentar. Os ajustes sistêmicos podem mostrar um resultado mais realista de correção estrutural do problema, sinalizou.

Na próxima reunião de abril, serão apresentadas as primeiras conclusões do subgrupo de trabalho de combate à obesidade da OMS. Ele interage com outro subgrupo que avalia as evidências científicas da relação dos fatores de risco para ganho de peso e obesidade e está integrado à comissão para erradicação da obesidade no mundo. A meta é construir um conjunto de recomendações e de politicas no âmbito da OMS. [ABr]

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Animação mostra os efeitos das drogas no organismo

Uma produção é do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo mostra os efeitos negativos das drogas no organismo, em especial o álcool. Por ser uma droga de consumo permitido, o álcool é sinônimo de socialização e está sempre presente em confraternizações.

Os primeiros efeitos do álcool são euforia e desinibição é comum que o hábito se inicie na adolescência, período em que começam a ser frequentes reuniões com oferta de bebidas alcoólicas. No Brasil, 10% da população sofre com alcoolismo. Os homens correspondem a 70% dos casos, enquanto as mulheres correspondem a 30%. Assista o vídeo:

http://youtu.be/i0oVKCLsTyA

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Detox pós-carnaval: receita com endívias é perfeita para se recuperar dos excessos

detox

Uma receita funcional que é perfeita para desintoxicar o organismo sem deixar de ser prática e saborosa: endívias com shitake em papelote. Este é o resultado da parceria entre o Chef Artur Sauerbronn e a nutricionista Bruna Caramello.

O ingrediente principal do prato, como já se nota, é a endívia. Considerado um super vegetal, tem origem holandesa, não leva conservantes e não possui gorduras. Muito versátil na mesa, as combinações podem trazer várias surpresas em dois aspectos muito relevantes: no paladar e na quantidade de benefícios à saúde.

Bruna explica que “a endívia é fonte de vitamina A, ácido fólico e flavonoides, uma substância antioxidante que age no combate ao envelhecimento precoce e doenças crônicas, como o câncer”. Com tantos pontos positivos, coube ao Chef Artur atuar no sabor do prato; o que, para ele, não foi um desafio tão grande assim.

“Desenvolver e realçar o sabor das endívias, na verdade, não tem segredo. Precisamos apenas submetê-las a métodos de cocção diferentes para atingir esse objetivo”, ressalta Chef Artur. “No caso dessa receita, a ideia é que as endívias absorvam os sucos do shitake e do gengibre e também os aromas das ervas frescas e do limão siciliano”, finaliza.

A preparação ainda conta com ingredientes termogênicos, digestivos e diuréticos, muito adequados à época em que um detox se faz necessário. “Vale acrescentar, ainda, seu benefício prebiótico, por favorecer o crescimento de bactérias benéficas do sistema digestivo”, diz Bruna. Curtiu muito o carnaval e agora precisa alimentar seu corpo com os nutrientes certos? Não abra mão do sabor! Anote o que é preciso para essa receita sensacional, resultado de uma parceria entre esses dois experts.

ENDÍVIAS COM SHITAKE EM PAPELOTE
Preparação para 2 porções

- 2 folhas de endívias
- 1/2 xícara de shitake cortado em lâminas
- raspas de limão siciliano
- raspas de gengibre
- pimenta em grãos moída na hora
- tomilho e alecrim frescos
- sal rosa
- azeite de oliva extra virgem

Acomode em um pedaço de papel alumínio as 2 folhas de endívias. Recheie as "barquinhas" com o shitake ainda cru. Tempere com as raspas de limão siciliano e gengibre, alecrim e tomilho frescos, uma pitada de sal rosa e a pimenta. Feche o papelote e leve-os sobre uma forma para assar por cerca de 15 minutos a 200graus. Passado o tempo, abra o papelote, regue um fio de azeite extra virgem e sirva no próprio papel alumínio.

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Iogurte de gengibre amargo pode ajudar no combate a doenças

gengibre

Pesquisadores do Amazonas desenvolvem iogurte à base de gengibre amargo. Com alto poder cicatrizante, o produto promete revolucionar a nutrição e auxiliar no tratamento de inflamações gastrointestinais e câncer.

A pesquisa sobre essa qualidade de gengibre deu novo uso a raiz que até então era utilizada apenas com fins ornamentais, por causa de suas flores em tons vermelhos, rosas e laranjados, como explica o pesquisador do INPA – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Carlos Cleomir.

De acordo com os pesquisadores, o iogurte possui ação antioxidante, antiinflamatória, antitumoral e antimicrobiana e poderá ser um complemento na prevenção e no tratamento de gastrites, úlceras e câncer.

E para quem se questiona sobre o sabor da iguaria, o pesquisador garante que, apesar de amargo, o iogurte pode ser agradável ao paladar. E é nesse sentido que trabalham os nutricionistas e engenheiros da equipe.

A previsão é que o iogurte de gengibre amargo chegue às prateleiras dos supermercados no segundo semestre deste ano. [EBC]

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Depilação também é coisa de homem!

Mais do que estética, a depilação masculina é considerada por alguns uma questão de higiene pessoal. Vencendo preconceitos e ganhando adeptos a cada dia, a prática é, inclusive, incentivada por muitas mulheres que preferem homens bem cuidados e que se importam com sua aparência. Restam, porém, dúvidas quanto à melhor maneira de retirar os pelos para obter o melhor resultado. Confira algumas técnicas:

Aparelhos descartáveis e lâminas
Mesmo pouco indicado, os uso de barbeador descartável é hoje ainda um dos métodos mais utilizados por homens que desejam eliminar os pelos do corpo, por ser indolor e econômico. Uma alternativa é o aparelho de aparar ajustável, que permite a troca das lâminas para cada área a ser depilada.

Barbeador elétrico
Dependendo da qualidade da máquina, o barbeador elétrico é capaz de depilar várias partes do corpo com precisão, desde nariz e sobrancelhas até o peito e costas. O regulador de tamanho é sua peça chave, mas o manuseio deve ser observado atentamente. Aparelhos de qualidade duvidosa costumam arrancar os pelos ao invés de cortá-los.

Depilação a laser
Muito difundida entre as mulheres, a depilação a laser começa a se popularizar entre o público masculino. Exige mais de uma sessão e é uma alternativa definitiva com custo relativamente alto, por isso deve ser bem planejada para não pesar no orçamento.

Cera
Quente ou fria, a depilação com cera é uma opção com bom custo-benefício que garante a durabilidade. A fria, inclusive, utiliza um processo que arranca os fios pela raiz. Porém, é um método doloroso e que requer atenção para não causar nenhuma lesão na pele.

Cremes depilatórios
Como qualquer solução química, os cremes depilatórios devem ser testados na pele antes de serem aplicados. São muito úteis para situações emergenciais, mas têm durabilidade mínima e não podem ser utilizados no rosto e nas partes íntimas. Destacam-se por ser uma opção indolor e muito prática. [Men’s Market]

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Carnaval: saiba o que comer para não perder o pique

No carnaval, exagero só na alegria. Em entrevista ao programa Cotidiano, da Rádio Nacional de Brasília, a nutricionista Flávia Morais alerta que o mais importante, durante o carnaval, é se alimentar. "O primeiro ponto é não esquecer de comer. Nesta época, a gente gasta energia e é preciso repor para ter pique e disposição", destacou ela.

Outras recomendações são tomar um café da manhã reforçado e variado, se alimentar a cada três horas e levar opção de lanche como fruta seca ou barra de cereal para não ficar sem se alimentar. Os alimentos que dão energia são fontes de carboidrato, como as frutas e as massas integrais, preparadas com menos gordura.

Na rua, prestar atenção às condições de higiene no preparo e estocagem dos alimentos. Alimentos gordurosos, como frituras ou com recheios cremosos, como carnes ou camarão, devem ser evitados. Os foliões devem optar por açaí, tapioca e sucos de frutas.

Flávia Morais lembra que é preciso se hidratar bastante. São necessários, no mínimo, dois litros de líquido por dia (água, chás, sucos, água de coco). Tomar bebida alcoólica com moderação, sempre intercalada com o consumo de bebida não alcoólica.

Sobre os energéticos, a nutricionista alerta que são, na maioria, à base de cafeína e o excesso pode causar hipertensão arterial e taquicardia. Devem ser consumidos com moderação e sem associar à bebidas alcoólicas.

frutas_alimentacao_saudavel

Em caso de ressaca, alimentar-se com alimentos leves e de fácil digestão para ajudar o fígado a eliminar o álcool do organismo. É recomendável muito líquido e frutas como melancia. O suco verde pela manhã tem efeito depurativo e desintoxicante.

Chás de sabor amargo (boldo e carqueja) também ajudam no trabalho do fígado, além dos chás de camomila e hortelã, que melhoram o processo digestivo. [EBC]

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Spray de espuma e maquiagem excessiva no carnaval podem causar lesões nos olhos

[caption id="attachment_2284" align="aligncenter" width="580"]Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil Se a espuma cair nos olhos, a indicação é lavar a área com água corrente e, se não melhorar, procurar um médico. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil[/caption]

Produtos comuns no carnaval, o spray de espuma e a maquiagem podem ser um problema para a saúde dos olhos. O Conselheiro da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, Marcus Sáfady, alerta que as lesões causadas por spray de espuma podem comprometer a visão.

“Quando a espuma cai nos olhos, pode causar vermelhidão, sensação de areia nos olhos, dor e todo tipo de reação alérgica”, explica o médico. Caso isso aconteça, o primeiro passo, segundo ele, é lavar a área afetada com água corrente e, se não melhorar, procurar um médico. Sáfady desaconselha a automedicação, pois existe o risco de complicar ainda mais a situação.

A carioca Larissa Ribeiro, 28 anos, precisou de atendimento de emergência depois de ser atingida por spray em um bloco de rua, na capital fluminense. “Uso lentes de contanto, então foi pior ainda. Minha vista ficou totalmente irritada e não conseguia enxergar direito. Detesto esses sprays, deviam ser proibidos”, comentou.

O Projeto de Lei 4.476/12, que propunha a proibição da venda do produto, foi arquivado no dia 31 de janeiro deste ano, pois o Artigo 105 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados determina que ao fim de cada legislatura sejam arquivadas as propostas que estavam em tramitação.

A maquiagem excessiva é outro problema comum no carnaval, de acordo com o médico. “É preciso cuidado ao usar sombras com purpurina ou glitter, pois caso caia na vista, o material pode arranhar a córnea ou se alojar na pálpebra, causando irritação”, explica.

O oftalmologista adverte que o lápis de pintura também pode ser um vilão para os olhos. “Na parte interior das pálpebras, onde é utilizado, ficam as glândulas de meibômio, responsáveis pela secreção de material gorduroso que ajuda na composição da lágrima. A obstrução dessas glândulas aumenta o risco de inflamação e infecção local, podendo causar terçol”, explica Marcus Sáfady, lembrando que a remoção da maquiagem antes de dormir é fundamental para retirar quaisquer resíduos prejudiciais à visão. [ABr]

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“Doença do Beijo” é um risco iminente no Carnaval

[caption id="attachment_2279" align="aligncenter" width="800"]Foto: Ádria de Souza/Prefeitura de Olinda Clima de carnaval serve de incentivo para os beijoqueiros. Foto: Ádria de Souza/Prefeitura de Olinda[/caption]

No Carnaval, os sentimentos que surgem em grande parte da população brasileira são alegria, agitação, euforia, entre outras, já que é uma festa anual e a necessidade é de aproveitá-la ao máximo, levando a uma tendência do aumento de parceiros entre adolescentes e adultos. Esta fato serve como alerta para os cuidados com a saúde e a prevenção de certas doenças mais iminentes nesta época, como a Mononucleose Infecciosa (MI), ou mais conhecida popularmente como a “Doença do Beijo”.

Por se tratar de uma doença infecciosa causada pelo vírus Epstein-Barr (VEB), do grupo Herpes1, o Dr. Arnaldo Guilherme B. Tamiso, otorrinolaringologista do Hospital Paulista, chama a atenção da população para que, durante as folias de Carnaval, as pessoas entendam os riscos de possíveis enfermidades que podem ser adquiridas pela troca de saliva, objetos contaminados ou por transfusão de sangue.

A transmissão ocorre, normalmente, no período de incubação que dura de 30 a 45 dias. Uma vez infectada, a pessoa pode permanecer com o vírus no organismo para o resto de sua vida. Segundo o otorrinolaringologista, a mononucleose acomete, principalmente, jovens entre 15 e 25 anos e pode ser facilmente confundida com outras doenças respiratórias.

Os sintomas frequentes e progressivos são a dor de garganta, febre, calafrio, inchaço dos glânglios (ínguas), fadiga, mal-estar e sudorese. “Vale ressaltar que é algo sério, pois pode comprometer o sistema linforreticular, em especial o fígado e baço, além disso, esse vírus pode desencadear alguns tipos de câncer como linfomas”, explica o especialista.

Não existe uma vacina ou medicamento específico para prevenir a mononucleose e o tratamento recomendado é como nas demais viroses, ou seja, combater os sintomas com antitérmicos, analgésicos, anti-inflamatórios, hidratação e bastante repouso.

A orientação do dr. Arnaldo é procurar ajuda médica ao menor sinal de algum dos sintomas descritos anteriormente. “Com o exame clínico do paciente e o exame laboratorial, feito através da detecção do anticorpo contra o vírus EBV, é possível detectar o problema e indicar o tratamento adequado”, finaliza.

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Carnaval: saiba como reduzir os efeitos da ressaca

[caption id="attachment_2272" align="aligncenter" width="800"]Recomendação é beber cerca de três litros de água ao longo das 24 horas após beber álcool. Foto: Creative Commons Recomendação é beber cerca de três litros de água ao longo das 24 horas após ingerir álcool. Foto: Creative Commons[/caption]

Dor de cabeça, mal-estar e outros incômodos relacionados à ressaca não combinam com o clima das festas de carnaval e podem ser evitados com alguns cuidados antes, durante e até depois das comemorações. Pesquisas recentes apontam e profissionais advertem que a hidratação regular e boa alimentação podem salvar o dia seguinte.

“A primeira orientação para evitar os sintomas é alimentar-se bem. Ingerir bebidas alcóolicas em jejum, por exemplo, não faz bem pois potencializa o esvaziamento gástrico e a absorção de álcool”, explica a nutricionista brasiliens Karyne Quirino. Segundo ela, nos dias das festas é necessário consumir alimentos pobres em gorduras, com poucos condimentos, e hidratar-se o tempo todo.

Para minimizar os sintomas da ressaca, a recomendação é consumir cerca de três litros de água ao longo das 24 horas seguintes. É possível diminuir os efeitos do álcool no fígado, com o consumo de frutas, verduras e ricos em fibras.

“A desidratação é responsável por parte dos sintomas da ressaca, dentre eles a dor de cabeça. Caso surjam sintomas como náuseas e vômitos, é recomendável o consumo de água de coco, gengibre e limão”, aponta a nutricionista.

Novidade
As recomendações nutricionais vão ao encontro de resultados de pesquisas científicas recentes. Um estudo publicado no último dia 19 dezembro pelo instituto Royal Society Chemistry (no Reino Unido) por cientistas coreanos chegou à conclusão que o ginseng vermelho, planta que é tratada como afrodisíaca em alguns países, alivia os sintomas da ressaca do álcool. Segundo os pesquisadores liderados por Jong Ho-Lee, foram investigados por duas semanas os efeitos do ginseng em 25 homens saudáveis. Os indivíduos beberam 100 ml de uísque (40% de álcool) e as amostras de sangue eram coletadas quatro horas após o consumo. Com o consumo do ginseng, os níveis de álcool e dos produtos metabolizados caíram, o que aliviou os efeitos no organismo.

Bebida com gás
Estudo feito por um grupo de cientistas chineses da Universidade de Sun Yat-Sem, em Guangzhou, descobriu, por exemplo, que uma boa saída para diminuição dos sintomas da ressaca é consumir refrigerante com sabor de limão. Segundo o grupo liderado pelo químico Hua-Bin Li, a água com gás já pode ajudar bastante. Outra pesquisa publicada em outubro na revista Food and Function, também da Royal Society of Chemistry, aponta que estas bebidas atuam contra um vilão principal da ressaca, o acetaldeído (produto metabolizado do etanol). A água com gás e o refrigerante de limão teriam funcionado de forma mais eficiente do que 57 tipos de ervas e chás pesquisados pelos chineses.

Anote aí: alimentos que podem atenuar sintomas da ressaca
- Água de coco, gengibre e limão (contra náuseas e vômitos)
- Arroz integral;
- Batata, inhame, cará, mandioca, batata doce;
- Abóbora moranga;
- Frutas;
- Folhas verdes (principalmente as mais escuras, como couve e espinafre);
- Alho;
- Chá verde.

[EBC]

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Guia de sobrevivência: Confira 8 dicas de saúde para o carnaval

carnavalUm dos feriados mais esperados do ano promete muita diversão, música, sol e folia. A preocupação com as festas é tanta que alguns foliões acabam se esquecendo de cuidados mais básicos com a saúde. Para descobrir quais são os problemas mais comuns nessa época e saber como evitá-los, confira dicas de especialistas e siga este “guia de sobrevivência” para aproveitar o máximo do carnaval:

1- Hidrate-se
Para prevenir a desidratação, nutricionistas recomendam que a hidratação seja feita com antecedência. Beba bastante água, seja pura, em forma de suco ou consumindo frutas que contenham muita água como a laranja e a melancia. Elas vão ajudar a manter o corpo hidratado, o que é fundamental para quem deseja permanecer bem disposto. Os sucos de frutas são uma ótima opção, pois além de hidratar, fornecem um açúcar natural (frutose) que repõe a energia gasta e impede a hipoglicemia.

2- Beba com responsabilidade
As bebidas alcoólicas são potencialmente diuréticas e, por isso, promovem uma eliminação de líquidos muito maior do que a ingestão em si, provocando desidratação, por isso intercale um copo de bebida alcoólica com um de água. Dessa forma, os efeitos negativos e até mesmo a ressaca ficam mais brandos. O coma alcoólico também é uma ameaça. A melhor forma de evitá-lo é se alimentando bem e se hidratando durante as festas, além de "ir devagar" com a bebida. Caso tenha que socorrer alguém que tenha perdido os sentidos, leve-o imediatamente ao hospital. Não se deve dar comidas ou bebidas a alguém que está em coma alcoólico.

3- Use camisinha e cuide do seu corpo
Tenha sempre em mãos as famosas camisinhas. Muitas doenças podem ser transmitidas pelo ato sexual e a contaminação pelo vírus da Aids, da gonorreia, da herpes e da sífilis pode acontecer em uma única relação. A camisinha, por si só, é eficaz para prevenir esses problemas. Mas não é apenas o sexo que pode transmitir doenças. Existem alguns vírus que podem ser passados também pelo beijo, como a mononucleose infecciosa, conhecida como a "doença do beijo". Ela pode causar febre, dor de garganta e até aumento do baço e do fígado. A herpes labial também é transmitida através do beijo e, uma vez adquirida, não há cura definitiva.

4- Evite acidentes nas estradas
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o consumo mínimo de álcool associado ao volante pode causar acidentes. Recomenta-se que o motorista espere pelo menos 12 horas depois de ter bebido antes de se sentar ao volante. O endurecimento da Lei Seca já reflete resultados positivos nas rodovias federais. Segundo dados da PRF, durante o ano de 2012, antes da alteração da legislação, a cada 20 testes do '‘bafômetro’', a Polícia Rodoviária Federal flagrava um motorista dirigindo sob efeito de álcool. Em 2013, eram necessários 39 testes para multar ou prender um condutor e em 2014, até julho, a cada 43 testes, um indicava o consumo de bebida alcoólica. As mortes em acidentes causados pela embriaguez reduziram 11% de 2012 para 2013.

5- Fique longe de caixas de som
Para evitar lesões nos ouvidos, fique a uma distância segura de caixas de som. Para músicos, o uso de protetor auricular é obrigatório. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Otologia (SBO), é durante o carnaval que se verifica um aumento no número de casos de pessoas que apresentam problemas nos ouvidos, causados, principalmente, pelos ruídos derivados de caixas de som super-potentes dos clubes e trios elétricos. O ouvido humano suporta até 90 decibéis. A partir daí, já existe a possibilidade de uma pessoa apresentar lesão, muitas vezes irreversível, levando à perda auditiva. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a poluição sonora a terceira maior do meio ambiente, perdendo apenas para a poluição da água e do ar

6- Cuidado com afogamentos
O calor da época leva muitas pessoas a praias, lagos e cachoeiras. Durante o carnaval, o número de pessoas vítimas de afogamento cresce. Ao procurar locais para nadar, escolha locais conhecidos e nunca vá sozinho. É importante também obedecer sinalizações de perigo. Procure sempre locais que tenham a presença de Guarda-Vidas ou o Corpo de Bombeiros.

7- Tenha cuidado com o sol
Como a incidência dos raios ultravioletas está cada vez mais agressiva em todo o planeta, os cuidados com o sol devem ser redobrados. Se você vai curtir o carnaval durante o dia, não se esqueça de proteger a pele. A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda o uso de chapéus, camisetas e protetores solares, com Fator de Proteção Solar (FPS) mínimo de 15, reaplicado de duas em duas horas. Também deve ser evitada a exposição entre as 10h e as 16h.

8- Reponha suas energias
Descanse sempre que possível. O corpo precisa de seis a oito horas por dia para se regenerar. Caso ele não tenha esse o período de descanso, fica muito difícil manter o ritmo todos os dias do carnaval. Em algum momento ele dará sinais de cansaço e esgotamento. Caso a folia vá até tarde, faça uma compensação dormindo um pouco mais. [EBC]

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Uso de protetores de ouvido vira polêmica após Claudia Leitte usar acessórios em ensaio de escola

[caption id="attachment_2267" align="aligncenter" width="618"]Bloco_da_camisinha_circuito_Campo_Grande_Salvador Barulho dos blocos e trios elétricos pode prejudicar a audição. Foto: Antônio Cruz/ABr[/caption]

A poucas horas do carnaval, blocos e trios elétricos já arrastam foliões em várias cidades Brasil afora. Especialistas da área de saúde, no entanto, alertam para os males causados pelo grande barulho gerado pelos instrumentos de percussão e aparelhagens de som, que pode prejudicar a audição dos foliões e também dos músicos e percussionistas que garantem o sucesso da festa. O melhor é colocar protetor nos ouvidos.

Mas usar ou não protetores virou polêmica depois que a cantora Claudia Leitte apareceu com esses acessórios durante ensaio técnico da escola Mocidade Independente de Padre Miguel – ela será a rainha de bateria – no Sambódromo do Rio. “Aproveitadora”, “frescura” e “amadorismo” foram alguns dos adjetivos usados por seus críticos por ela querer se proteger do som da bateria.

A fonoaudióloga Isabela Carvalho, da Telex Soluções Auditivas, defende a precaução tomada pela cantora. “O barulho em excesso faz muito mal à audição. Sons acima de 85 decibéis podem provocar lesões irreversíveis na cóclea (órgão da audição). Para efeito de comparação, uma turbina de avião emite sons de 110 decibéis, enquanto que perto da bateria de uma escola de samba esse volume pode alcançar 130 decibéis. O indivíduo deve evitar a exposição a sons dessa intensidade”, alerta a especialista.

Para se ter uma ideia, quem brinca a 50 metros de um trio elétrico está exposto a um ruído de 96 decibéis, e quem fica logo atrás do trio enfrenta um barulho ainda maior, que pode chegar a 120 decibéis. Em ambientes fechados a poluição sonora também é prejudicial, seja pelo batuque das baterias ou até pelo alto volume nas caixas de som, em clubes ou quadras de escola de samba.

A grande intensidade de som pode ocasionar sensação de pressão nos ouvidos, zumbido e dificuldades para ouvir, no próprio dia ou no dia posterior à folia. E o que é pior, os efeitos podem ir mais além, como explica a fonoaudióloga.

“Mesmo que a pressão no ouvido ou zumbido desapareça logo após a exposição a sons elevados, as células auditivas já podem ter sido lesionadas. Os problemas de audição poderão aparecer com o passar do tempo”, explica.
A perda de audição conhecida pela sigla PAINPSE (Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados) tem efeito cumulativo e é resultado da exposição prolongada a ruídos altos, no decorrer da vida. Por isso, a especialista alerta: “Os ouvidos são sensíveis ao excesso de barulho, tanto na intensidade, quanto no tempo de exposição. As lesões são irreversíveis, já que o organismo não consegue produzir novas células auditivas saudáveis”.

Para quem quer se esbaldar no Sambódromo, em blocos, bailes e trios elétricos, a fonoaudióloga recomenda uma distância mínima de 10 metros da fonte do barulho, além do uso de protetores auriculares, que diminuem o impacto do som alto nos ouvidos. Os ritmistas também devem usar a proteção. “O atenuador diminui o som, permitindo que se escute a música e o batuque em um volume aceitável para os ouvidos”, explica a fonoaudióloga.

Há vários modelos de protetores de ouvido, como os da Telex, por exemplo, feitos em silicone ou acrílico. Ambos são moldados de acordo com a anatomia do ouvido de cada usuário, de forma a ficar bem ajustados. São práticos, podem ser transparentes ou coloridos, e diminuem o som que entra pelos ouvidos em até 25 decibéis.

A exposição prolongada ao som alto, por anos seguidos, pode levar a diversos graus de surdez, ao longo dos anos, de acordo com a sensibilidade de cada pessoa. Por isso, cuide de sua audição para poder brincar com alegria, ouvindo os sons da folia por muitos e muitos carnavais.

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Moda nas baladas, vodca no olho pode causar lesões graves e até cegueira

olhosUma moda que surgiu nos Estados e Europa chega ao Brasil e exige atenção de responsáveis e profissionais da saúde. É a "vodka eyeballing", que consiste em derramar uma dose de vodca nos olhos, como se fosse um colírio, para embriagar mais rápido.

Para falar sobre o assunto, o programa Cotidiano entrevistou o médico oftalmologista Richard Yudi Hida, que falou aos ouvintes da Rádio Nacional de Brasília o quanto essa prática perigosa, que está ficando cada vez mais comum nas baladas pelo país, pode prejudicar a saúde dos olhos.

Richard Yudi explicou que o efeito de embriaguez desejado pelos praticantes não é comprovado. Além disso, por conter, em média, 40% de álcool, a vodca pode matar as células da parte superficial do olho e causar dor intensa e ardência na hora. Segundo ele, dependendo do grau de lesão, a prática pode levar à doenças severas e até mesmo à cegueira.

“A vodca pode causar na parte mais superficial dos olhos, a conjuntiva (parte branca), muitos danos por conta do álcool. De uma forma aguda, na hora que você encosta a vodca nos olhos, as células são mortas”.

O oftalmologista contou, também, que, nestas práticas, como a vodca passa direto para o cérebro, sem passar pelo fígado, o que aconteceria se fosse tomada da forma normal, os jovens procuram mais por esse método para ficarem mais bêbados. Porém, a prática pode ser muito prejudicial à saúde. [EBC]

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Carnaval exige cuidados com a saúde, alerta especialista

[caption id="attachment_2172" align="alignleft" width="300"]carnaval_salvador Transmissão de doenças em locais aglomerados se torna ainda mais fácil. Foto: Manu Dias / Secom BA[/caption]

O carnaval brasileiro movimenta todo o país e cada região tem suas festas típicas, que podem anteceder a semana ou até continuar na quarta-feira de cinzas. Portanto, o ideal é estar preparado para aproveitar essa maratona com alguns cuidados com a saúde.

O primeiro passo é estar com as vacinas em dia. Nessa época do ano, os turistas lotam o país e a transmissão de doenças em locais aglomerados se torna ainda mais fácil.

Segundo o infectologista e assessor médico do Laboratório Sabin, Alexandre Cunha, umas das doenças mais comuns durante esta época é a mononucleose. Conhecida como Doença do Beijo, a infecção viral acomete principalmente adolescentes e adultos jovens, entre 15 e 25 anos. Entre os sintomas estão febre, dor de garganta e aumento de linfonodos (popularmente conhecidos como gânglios ou ínguas) na região do pescoço. “A mononucleose tem como principal transmissor a saliva. Mas, o vírus não é transmitido apenas pelo beijo. Pode ser encontrado em copos mal lavados ou ao dividir canudos", explica o especialista.

Um cuidado essencial recomendado pelo especialista é o uso da camisinha.“O uso do preservativo é a forma mais eficaz na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Durante o carnaval temos altos índices de contágio de doenças como HIV, herpes genital, sífilis, HPV, hepatite B e gonorreia”, afirma Cunha.

Outra dica importante é a hidratação. Isto porque a perda de água através da transpiração é muito intensa e, além disso, o aumento do consumo de bebidas é significativo. Todo cuidado é necessário, principalmente em época de Carnaval, quando todo mundo só quer se divertir.

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Pesquisa mostra que quase metade da população do Sudeste dispensa camisinha

camisinhaEmbora 93% da população da Região Sudeste soubessem, em 2013, que a camisinha é a melhor forma de prevenir as doenças sexualmente transmissíveis, 46% da população sexualmente ativa da região não usaram o preservativo em todas as relações sexuais nos 12 meses anteriores, revela a Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira. Foram ouvidas 12 mil pessoas de 15 a 64 anos, em todo o país.

O índice de pessoas que, no Brasil, usaram camisinha em todas as relações sexuais, segundo a pesquisa, subiu de 48% para 54% entre 2004 e 2013. Os dados mostram que 94% da população sabem que o preservativo é a melhor forma de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST). A pesquisa levou o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a afirmar que é preciso fazer campanhas de testagem para combater a epidemia de HIV.

Para o ministro, que participou hoje da divulgação da campanha contra DST/aids no Rio de Janeiro, esse quadro mostra que o combate à epidemia não pode se restringir a estimular o uso da camisinha: "Para a mudança de comportamento, não basta ter informação. Não vamos desistir de trabalhar intensamente o uso do preservativo e da camisinha, tanto masculina como feminina. Mas não podemos olhar esses dados da pesquisa nacional e dos pesquisadores das universidades e ONGs [organizações não governamentais] e continuar insistindo que só a camisinha dá conta de enfrentar a epidemia de aids", disse Chioro.

Para reforçar o combate à doença, o ministro da Saúde defendeu campanhas de testagem, para que pessoas já soropositivas descubram que têm o vírus e iniciem imediatamente o tratamento, que, se realizado corretamente, pode fazer com que a presença do vírus seja reduzida a um patamar em que deixa de ser transmissível.

A cantora Preta Gil, que participou da divulgação da campanha, disse que vê em muitos jovens certa indiferença pela doença. "Para a geração nova, é como se a aids não existisse, é como se tivesse desaparecido", resaltou, referindo-se a jovens que adotam comportamento de risco, apesar de estarem informados sobre as formas de prevenção. Chioro concordou e destacou que, além do comportamento de risco, aumentou o número de parceiros sexuais ao longo da vida do brasileiro.

"O jovem de hoje não tem a mesma visão da dramaticidade que foi a infecção por HIV na população. Não viu seus heróis e personalidades públicas morrerem de aids e são beneficiários da luta e do tratamento. Ao mesmo tempo, além de já não terem a mesma visão, adotam hábitos muito mais liberais do ponto de vista dos parceiros sexuais. Não podemos desconhecer essa realidade, que indica a necessidade de estender a estratégia", argumentou o ministro.

De acordo com a pesquisa, de 2004 para 2013, subiu de 18% para 49% o percentual de brasileiros que têm mais de dez parceiros sexuais ao longo da vida. Segundo o ministro, o levantamento indica ainda que, na Região Sudeste, o percentual chega a 70%, e cresce ainda mais se levada em conta apenas a população mais jovem. A pesquisa completa será divulgada ao longo do ano. [ABr]

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Dieta equilibrada e exercícios físicos preparam o folião para o carnaval

[caption id="attachment_2004" align="alignleft" width="300"]Foto: Tomaz Silva/ABr Foto: Tomaz Silva/ABr[/caption]

Dieta equilibrada e a prática regular de atividades físicas são fatores que predispõem o folião para o carnaval que se aproxima. A doutora Andrea Dario Frias, doutora em nutrição, adverte que nem sempre é assim. “As pessoas estão saindo do período de férias e de final de ano, em que deram uma 'paradinha' na academia e uma descuidada na alimentação. E, aí, vem o carnaval na sequência”.

Faltando uma semana para as festas de Momo, ainda dá para ficar com o corpo em dia para curtir a folia, “chegar com mais disposição, energia e, até, com uns quilinhos a menos, se você se cuidar”,  indicou Andrea. A primeira dica é fracionar a alimentação, isto é, consumir alimentos de três em três horas ou, no máximo, a cada quatro horas. “Isso vai garantir uma saciedade para a refeição seguinte e você vai comer menos quantidade de alimento”. Isso também vai fazer com que o metabolismo da pessoa trabalhe de forma adequada.

Andrea reforçou que a alimentação no período pré-carnaval deve ser equilibrada, porque o objetivo é “dar uma desintoxicada” de tudo que foi ingerido de errado no final do ano e nas férias, e “ter mais pique”. A alimentação deve ser baseada em carnes magras, preferencialmente frango sem pele e peixe, e alimentos cozidos a vapor e grelhados, evitando o consumo de frituras ou o uso de muita gordura no preparo. Frutas e legumes podem ser comidos em abundância, na forma de saladas e sucos, além de cereais integrais. Se a pessoa não é intolerante à lactose, pode utilizar laticínios com moderação, em especial os desnatados.

A doutora alertou, porém, que não existe milagre. Ninguém vai chegar com pique ao carnaval se não tiver condicionamento físico. Por isso, disse ser importante intensificar a atividade física. “A gente pede que se você já é adepto da atividade física, intensifique um pouco mais para se preparar melhor, e, se não é adepto, passe a fazer com frequência, no mínimo  três a quatro vezes por semana, caminhada ao ar livre, esteira, bicicleta, natação [por exemplo], para que possa, nesse período, promover um equilíbrio do metabolismo, melhorar a queima de calorias, caso precise enxugar medidas, e chegar ao carnaval mais em forma”.

Para aqueles que não têm tempo de fazer uma alimentação adequada, Andrea lembrou que existem no mercado alimentos que podem atuar como apoio à refeição, principalmente à noite, como os shakes. Mas é preciso ter cuidado e não usar esse tipo de alimento por tempo prolongado. “Sempre um  shake bem balanceado, nutritivo e que seja aprovado por empresas de confiança, que a gente sabe que fazem dentro das regras que o Ministério da Saúde estabelece”.

A pessoa deve tomar muito líquido para hidratar o corpo. Sucos desintoxicantes, feitos com frutas, vegetais e gengibre, chá verde, água-de-coco são opções para limpar o organismo  de impurezas e têm efeito termogênico, ou seja, aceleram a queima de calorias, receitou. “Nesse período, a gente acredita que dessa forma, a pessoa vai se preparar e chegar até o momento de curtir bem o carnaval”.

Quando o carnaval começar de fato, a recomendação da doutora em nutrição é mudar o cardápio, aumentando a hidratação para  repor os líquidos perdidos. O uso de água, sucos naturais e água-de-coco deve ser intensificado. É preciso cuidado também em relação às bebidas alcoólicas, que não devem ser ingeridas de estômago vazio. “O álcool desidrata o corpo. Você pode tomar, mas sempre alternando com muita água”. Ela destacou que o álcool em demasia pode sobrecarregar o fígado com excesso de toxinas.

As pessoas não devem abusar de alimentos muito gordurosos durante o carnaval e tomar cuidado com refeições preparadas na rua, para evitar intoxicações. Para ter mais energia, os foliões devem preferir os carboidratos, como massas com molho vermelho, lanches leves com pães integrais, batata e tapioca. “Consumir hortaliças e frutas, sob a forma de sucos, e não ficar em jejum. Fazer uma boa refeição à hora em que acordar no dia seguinte e, depois, a cada três ou quatro horas, comer alguma coisa para se manter nutrido”. [ABr]

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Cardiologistas alertam para perigo da mistura de álcool com energético

bebidasA mistura de bebidas alcoólicas com energéticos pode acarretar perigos para os usuários e atrapalhar o carnaval de muita gente, alerta o vice-presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj), Ricardo Mourilhe.

Segundo ele, os energéticos são ricos em cafeína e taurina, que são “potentes estimulantes - assim como o álcool -, e podem induzir ao aumento da pressão arterial, à arritmia". Uma doença cardíaca pré-existente pode ser agravada, e se o usuário tem uma doença incipiente, ainda não manifestada, ela pode ser potencializada por causa do uso dessas substâncias, disse Mourilhe.

O cardiologista explicou que se o consumidor tem pressão arterial já elevada e toma estimulante misturado com álcool, a pressão sobe mais ainda, e isso pode levar a um acidente vascular cerebral (AVC).

Pessoas de qualquer idade estão sujeitas a esses perigos, mas Mourilhe explicou que, nos jovens, o risco da combinação álcool e energético é maior porque “o jovem, em geral, faz uso dessas substâncias  em quantidade muito maior. Se ele tem, por exemplo, a doença não diagnosticada, não conhecida, o risco dele acaba sendo maior por esse motivo. Normalmente, a pessoa mais velha tende a se cuidar mais e se policia”. O jovem, ao contrário, mesmo que tenha algum problema, costuma relaxar mais e ignorar os perigos, apontou.

O vice-presidente da Socerj recomenda que se a pessoa resolver beber, é importante que se mantenha hidratada, porque a hidratação oral ajuda a minimizar a questão. Um dos problemas da combinação álcool e energético, segundo ele, é a rápida desidratação, o que agrava ainda mais os riscos, e isso dá mais arritmia, mais hipertensão arterial.

É preciso também que os foliões não esqueçam de se alimentar no período do carnaval. Nunca devem beber em jejum, destacou Mourilhe. “Como a mistura de energéticos com álcool leva à desidratação, se junta desidratação com jejum, o quadro se agrava mais”. Por isso, indica que é importante se alimentar durante o consumo da mistura e beber muita água em paralelo.

O ideal, porém, advertiu o cardiologista, é reduzir ao máximo a combinação de bebidas alcoólicas e energéticos, ou não consumir, e se for usar, que o faça com "extrema moderação”. Ele diz que hoje em dia os jovens costumam misturar energéticos com vodca, que é uma bebida mais barata. Isso é um agravante, disse, porque o destilado tem um percentual de álcool muito mais alto que a cerveja, por exemplo. “Então, tendo mais álcool, maior o risco”, ressalta.

De acordo com a presidenta da Socerj, Olga Ferreira de Souza, os energéticos permitem que a pessoa beba em maior quantidade. Com isso fica mais sujeita a embriaguez e a riscos de quedas, de acidentes, de dependência e até de morte, com redução de reflexos.

Pesquisa feita em 2002 pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostra que a cafeína presente nos energéticos, quando combinada com álcool, tem impacto negativo no cérebro, podendo levar ao envelhecimento precoce e a doenças como o Mal de Parkinson e Alzheimer.

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Câncer mata ao menos 8 milhões de pessoas no mundo todos os anos

exames_para_diagnosticar_cancer[1]No Dia Mundial de Comate ao Câncer, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou hoje (4) que a doença registra, anualmente, 14 milhões de novos casos e 8 milhões de mortes em todo o mundo. A maioria das óbitos – cerca de 60% –, segundo os dados, são identificados na África, Ásia e na América do Sul.

“A OMS está trabalhando em conjunto com todos os países para construir soluções que reduzam as mortes prematuras provocadas pelo câncer por meio de um esforço global para diminuir em 25% as mortes prematuras provocadas por doenças crônicas não transmissíveis até 2025”, informou a OMS.

Análise feita pela organização mostra que o número de novos casos de câncer deve aumentar em 70%, nas próximas duas décadas, em todo o mundo, passando de 14 milhões para 22 milhões. Entre homens, os cinco tipos mais comuns da doença são pulmão, próstata, colorretal, estômago e fígado. Entre as mulheres, os principais tipos são mama, colorretal, pulmão, cérvix e estômago.

De acordo com a OMS, um terço das mortes por câncer são resultado de cinco riscos comportamentais e alimentares: alto índice de massa corporal, baixo consumo de frutas e verduras, falta de atividade física, uso do tabaco e consumo de álcool.

O tabaco aparece como o principal fator de risco para câncer, uma vez que responde por cerca de 30% das mortes pela doença e por 70% das mortes por câncer de pulmão em todo o mundo. [ABr]

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Praticar corrida sem orientação pode causar lesões

correrO verão é uma estação que anima as pessoas a praticarem atividade física para exibir o corpo na praia, na cachoeira ou na piscina.

Como queima muitas calorias, a corrida é uma das atividades mais praticadas também por quem começa a se exercitar. Só que para começar a correr, as pessoas precisam procurar, além de um cardiologista, um especialista para ter orientações práticas.

A pisada errada, por exemplo, pode comprometer as articulações e provocar lesões sérias. O assistente jurídico Ney Dourado ficou nove meses sem fazer atividade física por causa de uma lesão causada pela prática de exercícios sem orientação especializada.

"Eu não tinha o hábito de fazer atividade física nenhuma, era resistente até mesmo para fazer academia. Mas só que quando a gente começa a correr, você sempre quer correr mais. Só que quem corre não quer fazer academia. Aí eu deixei a academia de lado, que foi um erro, porque a academia ajuda a fortalecer a estrutura fisiológica, e foi aí que eu tive a lesão. Quando começava a doer eu camuflava a dor."

Ney colocava anti-inflamatório e isso camuflava a dor. "Eu fiquei nove meses sem atividade física nenhuma com problema no pé. O diagnóstico foi uma fascite plantar crônica, que é uma inflamação da sola do pé. E hoje, depois de passar por isso, eu fui liberado a correr e eu estou correndo normal. Consegui eliminar cinco quilos", conta.

O médico ortopedista, especializado em medicina esportiva do Into, Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, Eduardo Branco, dá algumas recomendações para quem quer começar a fazer atividades físicias como, por exemplo, correr.

"Antes de você começar qualquer atividade, a primeira coisa é você passar por uma avaliação médica que vai investigar o seu risco, com base na sua história na família, se você tem alguma história de doença cardíaca, diabetes, lesões e fazer os seus exames específicos. O ideal quando você vai começar a fazer sua atividade de corrida é avaliar o seu tipo de pé”, destaca

De acordo com o especialista, existem pessoas que tem a pisada pronada, pisada neutra e a pisada supinada. “Existem calçados de corrida que são apropriados para esse tipo de pisada. Se você usa um calçado que não é apropriado, você vai sobrecarregar mais essa articulação do pé e do tornozelo, você vai sobrecarregar mais o tendão de Aquiles, a musculatura. Então, você vai ter mais esforço para fazer a atividade, vai sentir mais dor e às vezes não vai ter o efeito que você desejava", explica.

O ortopedista Eduardo Branco lembra que é necessário fazer alongamento antes e depois da corrida, correr em horários em que o sol não esteja tão forte e não esquecer de beber água, mesmo durante a atividade. O médico faz ainda um último alerta.

"Para aquela pessoa que está começando a correr pela primeira vez, o ideal é você começar progressivamente. Começar com uma caminhada, passar para uma corrida mais leve com trote, até você entrar para a corrida, propriamente dito. A qualquer sinal que você suspeitar de uma lesão, você tem que interromper essa atividade e procurar um atendimento médico para verificar se essa lesão precisa ser tratada", alerta. [Portal Brasil]

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Nutricionista dá dicas para lanches saudáveis nas escolas

peraCom o início das aulas, pais e ortopedistas ficam preocupados com o peso das mochilas e também com o que os estudantes comem. Afinal, eles se deparam com a tentação dos lanches fritos, salgadinhos e doces vendidos nas cantinas de algumas escolas. Há colégios que proibiram a venda desses alimentos, mas onde ainda é permitido a orientação aos pais é de que os lanches preparados em casa são a saída para manter a alimentação saudável de crianças e adolescentes.

A nutricionista e professora do Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília, Raquel Botelho, dá dicas aos pais sobre os alimentos que devem ser evitados e o que é recomendável para o lanche. Na lista do que deve ser evitado estão os alimentos ricos em açúcares, gordura e sódio, como biscoitos recheados, doces, refrigerantes e salgadinhos industrializados. “Esses salgadinhos são riquíssimos em sódio, e as crianças estão consumindo muito sódio e ficando hipertensas cedo. Deixe esses alimentos para um momento de festa, de fim de semana”, recomenda Raquel.

Item comum na lancheiras das crianças, os sucos de caixinha também não são uma boa opção, pois podem ter mais açúcar que os refrigerantes. Eles podem ser substituídos por água de coco e sucos naturais.

As frutas são boas alternativas para levar à escola. Além da fruta, é interessante incluir comidas que garantam energia, como sanduíches naturais, pão e torradas com queijo magro, geleia ou requeijão.

Com a correria do dia a dia, o comum é que os pais não tenham tempo para preparar lanches, e o mais prático é recorrer aos industrializados. Nesse caso, a nutricionistas ressalta que é importante procurar produtos naturais, sucos e geleias sem açúcar, biscoitos integrais e ficar atento aos rótulos para verificar a quantidade de açúcar e gordura.

Os pais que mantêm conta na cantina, ou compram tickets mensalmente, podem se informar sobre o que é vendido para orientar os filhos no consumo e até combinar o que será fornecido ao estudante.

Para ajudar a quebrar a resistência ao consumo de alimentos saudáveis, a nutricionista Raquel Botelho, sugere que os pais negociem com os filhos um dia da semana para que levem o que quiserem para a escola, ou comprem lanche na cantina. “Se nos outros dias a criança vai ter uma alimentação mais saudável, ela vai ver que algumas coisas não valem a pena, ou vai passar a não gostar, porque vamos adaptando nosso paladar”, avalia.

Outra dica é não colocar alimentos em excesso na lancheira dos filhos. Os pais devem mandar apenas a porção necessária para não atrapalhar a refeição seguinte, que é o almoço ou o jantar.

A advogada Claudia Miziara matriculou o filho de 6 anos em uma nova escola do Distrito Federal, este ano, e ficou surpresa com as regras para a alimentação. Além do refeitório vender apenas comidas com produtos integrais, açúcar mascavo e sucos naturais, os pais não podem mandar de casa nada que fuja dessa linha. “Eu tinha preocupação com lanches saudáveis, porque a cantina da escola anterior vendia salgadinhos e doces, e os coleguinhas também levavam produtos assim e acabavam compartilhando com meu filho”, disse.

Claudia aprovou o método, apesar de considerar ser mais trabalhoso. “Achei bom, apesar de ser mais fácil mandar um pacote de biscoito e um suco de caixinha. Agora, faço suco de fruta bem cedo, faço bolos, e quando ficar complicado vou comprar o lanche da escola. Vendo os coleguinhas comerem assim, meu filho vai acabar se acostumando mais fácil, e creio que no futuro vamos colher bons frutos”, diz.

Motivados pela preocupação com a saúde e com a obesidade infantil, foram aprovadas leis municipais e estaduais que proíbem a venda nas escolas de alimentos que não fazem bem à saúde. Um exemplo é Minas Gerais, onde a rede pública estadual não permite a venda, nas escolas, de frituras em geral, salgados com massa follhada, chocolates, doces, biscoitos recheados, refrigerantes, molhos como catchup e maionese e salgadinhos industrializados.

Um projeto que tramita no Congresso Nacional, desde 2005, propõe que esse tipo de proibição se torne nacional em escolas de educação básica. O Projeto de Lei 406/2005 tem como objetivo “disciplinar a comercialização de alimentos nas escolas de educação básica e a elaboração de cardápios do programa de alimentação escolar”. Pelo texto, ficaria vedada a venda de bebidas de baixo teor nutricional e alimentos com quantidades elevadas de açúcar, gorduras saturadas, gorduras trans e sódio. [ABr]

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