Últimas notícias:

Alimentação e exercícios ajudam a manter a memória saudável

Esquecer coisas simples como onde um objeto foi guardado ou até mesmo o cardápio do almoço de uns dias atrás é algo corriqueiro. Isso acontece, pois a vida moderna tem um ritmo bastante agitado e intenso, com inúmeras tarefas e necessidades chamando a atenção a todo o momento. Quando entramos em contato com uma determinada informação o cérebro avalia a utilidade dela e então a armazena. Assim, o excesso de dados a que somos bombardeados todos os dias pode acabar prejudicando a nossa memória e com isso a tendência de esquecermos coisas simples pode aumentar.

Atualmente, as falhas de memória se constituem como importante queixa entre a população, principalmente entre os idosos. Quando a memória é prejudicada, somos influenciados negativamente em nossa autonomia e independência para a realização das atividades da vida diária.

Os declínios relacionados ao envelhecimento cerebral podem ser amenizados por mudanças no estilo de vida, como boas noites de sono e realização de atividades físicas. Além disso, também é recomendável realizar alterações positivas nos hábitos alimentares por meio do aumento no consumo de itens que fazem bem para o cérebro com nutrientes que melhoram a memória como vitamina B12, ômega 3, zinco, ferro e fósforo entre outros.

De acordo com Kátia Giraldo, supervisora de nutrição do Hospital Sepaco, precisamos estar atentos aos principais alimentos nos quais podemos encontrar estes nutrientes. “O ômega 3 pode ser encontrado no salmão, sardinha e atum, enquanto o fígado, carnes em geral e grãos integrais são ricos em zinco. Outros itens importantes são o ferro do fígado, feijão, beterraba e vegetais verde escuro como couve, brócolis, espinafre; o fósforo dos queijos, castanhas e ovos, além da vitamina B12 das carnes, peixes, ovos, leite e queijos”, explica.

Tão importante quanto a alimentação são as atividades que ajudam a memória a se manter saudável como a prática de atividades físicas, boa qualidade de sono, organização de compromissos e intervalos entre as atividades para garantir melhor nível de concentração. Quem afirma é a terapeuta ocupacional do Sepaco Veronica Deyrmendjian. Ela é responsável pela oficina de Memória e Atenção na instituição, atividade direcionada à todas as pessoas com mais de 50 anos que possuem pequenos déficits de memória e que queiram previnir queixas futuras.

“É necessário realizarmos atividades agradáveis e é importante que elas sejam parte da nossa rotina, incorporando-a sempre no mesmo período para o corpo se acostumar. Outra questão importante diz respeito às horas de sono. Não determinamos uma quantidade certa, pois varia de pessoa para pessoa. O ideal é dormir bem, sem interrupção. É mais saudável dormir 6 horas seguidas do que 8 horas, acordando diversas vezes durante a noite”, diz.

Verônica ressalta ainda que precisamos ajudar nossa memória com ações simples. “O uso de agendas, bloco de anotações e até recadinhos na porta da geladeira são recomendados. Vale aquele que julgarmos melhor. O importante é ter um local mais apropriado para anotar compromissos, não sobrecarregando a memória com tantas informações. Além disso, não é recomendável fazer duas tarefas ao mesmo tempo, por exemplo, leitura com a televisão ligada, ou falar no telefone utilizando o computador. As informações tendem a ser melhores armazenadas quando damos atenção total a ela”, destaca.

Para participar da oficina ministrada por Verônica, é preciso ter plano atendido no ambulatório do Sepaco, fazer a inscrição e realizar uma consulta de avaliação para a especialista conhecer o paciente, saber quais são as dificuldades enfrentadas e então informar as datas da atividade. Os encontros são semanais com uma hora de duração e o grupo, formado em média por 10 a 15 participantes, discute assuntos relacionados à memória e atenção, por meio de conversas, dinâmicas e jogos lúdicos que abordam o tema proposto na semana.

De acordo a especialista, essa intervenção se dá tanto no aspecto motor quanto no cognitivo. “O intuito é de explicar o que é memória, orientar e treinar estratégias para compensar déficits, potencializar estilo de vida saudável, melhorar a atenção e concentração durante as atividades, e socialização entre os participantes”, finaliza.

0 comentários:

Medida do corpo se relaciona à evolução de diabetes

Um estudo desenvolvido na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP elaborou uma análise comparativa entre as medidas de circunferência da cintura de idosos e a pré-disposição para o desenvolvimento de diabetes. Segundo os resultados, à medida que os valores de circunferência da cintura aumentam, também cresce as chances de desenvolvimento de diabetes.

A pesquisa da nutricionista Luiza Antoniazzi Gomes de Gouveia, sob orientação da professora doutora Maria de Fátima Nunes Marucci, procurou identificar os valores de circunferência da cintura em idosos, que se associam ao desenvolvimento de doenças e agravos não transmissíveis, segundo sexo e grupo etário. “Nesse grupo se encaixam as doenças cardíacas, hipertensão arterial e diabetes mellitus” ressalta a pesquisadora. Para Luiza, a demanda atual por valores de referência para a avaliação do risco para essas doenças em idosos é uma das principais motivações para o estudo, que contou com o auxílio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Durante o projeto, a pesquisadora realizou um estudo longitudinal, baseado nos dados do chamado Estudo SABE: Saúde, Bem-estar e Envelhecimento. Esse levantamento foi realizado com idosos residentes no município de São Paulo, nos anos 2000 e 2006, sob coordenação de docentes do Departamento de Epidemiologia da FSP. Ao todo, 2.143 idosos participaram do estudo no ano 2000, dos quais 1.115 foram reentrevistados em 2006.

No período de análise, foram observados os dados dos idosos que, no ano 2000, não apresentaram as doenças referidas no estudo. A partir dos valores de circunferência da cintura obtidos em 2000, estabeleceu-se uma relação com os que passaram a referir essas doenças no ano de 2006 na mesma população. “A partir dos idosos que não referiram essas doenças (doença cardíaca, hipertensão arterial e diabetes mellitus) no ano de 2000, verificou-se pelo método de curvas ROC (Receiver Operating Caracteristics) e das razões de verossimilhança, quais os valores de circunferência da cintura que apresentaram a melhor capacidade preditiva do desenvolvimento de doença, no período de 6 anos”, conta Luiza.

Os resultados das relações revelaram que, com relação à maior capacidade de desenvolvimento de diabetes, os pacientes nessa condição apresentaram valores de circunferência da cintura maior ou igual a 87 centímetros (cm) para mulheres, e maior ou igual a 99 cm para homens, na faixa etária de 60 a 74 anos. “Esses valores são maiores do que os números usualmente trabalhados na área da saúde, que seriam maior ou igual a 80 cm e menor do que 88 cm, ou maior ou igual a 88 cm, para as mulheres, e maior ou igual a 94 cm e menor do que 102 cm, ou maior ou igual a 102 cm, para os homens, e que foram estabelecidos anteriormente em pesquisa com população adulta”, completa.

Risco para outras doenças
Segundo a nutricionista, ainda que os valores de circunferência da cintura identificados na pesquisa sejam capazes de discriminar apenas o risco para diabetes mellitus, eles contribuem também para o diagnóstico de outras doenças. Isso acontece pois “a diabetes mellitus além de doença, constitui fator de risco para outras enfermidades, como hipertensão arterial e aumento da chance de eventos cardiovasculares”. Dessa forma, valores de circunferência da cintura, capazes de discriminar a referência da doença, podem ser considerados preditores de enfermidades e agravos não transmissíveis.

Luiza ressalta a importância do reconhecimento desses valores como indicativos de risco. “Essa conclusão permite que intervenções sejam adequadamente direcionadas, constituindo grande benefício para a saúde pública, principalmente em se tratando da possibilidade de prevenção de doenças com elevada prevalência nesse grupo etário”, conclui. [AgUSP]

0 comentários:

Psicóloga fala sobre a dificuldade de dizer "não"


NAO[1]A psicóloga da Medicina Preventiva do Sepaco Autogestão, Samantha Negrini, debateu o tema a “Dificuldade de falar não” no programa “Manhã Record”, que abriu espaço para os ouvintes darem suas opiniões e também tirar dúvidas com a especialista.

A psicóloga comentou que a necessidade em agradar está relacionada aos sentimentos desde os primeiros anos de vida, quando a mãe, mesmo com carinho, diz “não” ao filho para impor limites.

O importante, segundo a especialista, é entender qual é o significado que a palavra “não” tem na vida de cada um. “Muitas vezes, as pessoas aceitam tudo com medo de perder o vínculo estabelecido com um amigo ou ente querido, mas será que essa relação é tão frágil o suficiente para se romper com uma negativa?”

Segundo Negrini, o problema está em imaginar o que o outro irá pensar e criar sentimento de culpa ou pena. É difícil tanto falar um “não” quanto ouvi-lo, uma vez que está relacionado com fatores emocionais, como rejeição, abandono e perdas. Porém, as pessoas não percebem isso e acabam se colocando em situações ruins, apresentando inclusive sintomas físicos, tais como taquicardia e sudorese.

Para finalizar, a dica da psicóloga é avaliar o pedido com consciência sobre o seu limite e explicar ao outro o porquê não realizará a solicitação. “Desta forma, a decisão será madura e clara para quem fala e para quem escuta o ‘não’”, conclui.

0 comentários:

Cansaço excessivo é sinal de que o corpo está pedindo ajuda

Você está cansado? Mas com um cansaço excessivo, tão grande, que não passa por nada, nada mesmo? Dorme e acorda do mesmo jeito? Atenção: isso não é normal e tem nome: síndrome do cansaço prolongado. O clínico geral e psiquiatra Cyro Masci, autor do recém-lançado livro “Biostress: Novos Caminhos para o Equilíbrio e a Saúde”, afirma que isso é um problema que merece atenção. “Uma coisa é a pessoa tomar banho, dormir e acordar novo em folha. Outra é fazer isso tudo e acordar como se não tivesse descansado nada. O problema merece atenção, principalmente pelos efeitos nocivos que traz ao organismo.”

Pode parecer absurdo dormir e mesmo assim acordar com sintomas de exaustão, estafa e fadiga produzidos pelo problema, mas é muito mais comum do que se imagina. “Acomete 10 em cada 100 pessoas. Se perguntar para 100 pessoas se nos últimos seis meses apresentaram tais sintomas, 10% vão responder que sim. É um índice muito alto.” Todo mundo se sente cansado depois de um dia cheio de atividades, mas após uma parada, a maioria consegue recuperar as forças. “Com a síndrome do cansaço prolongado, isso não acontece e acaba afetando até a capacidade de o indivíduo de realizar ações rotineiras e tomar decisões. Há um roubo de energia”, afirma o médico.

Tais reações do organismo, porém, podem ser conseqüências de outras doenças. Por isso, antes de concluir que está com síndrome do cansaço prolongado é preciso descartar outras hipóteses. E isso só pode ser feito com a análise de um médico. “Anemia, problemas na tireoide, diabetes e algumas doenças do coração podem produzir tais reações orgânicas. É preciso ter certeza de que não há uma doença quietinha lá dentro roubando sua energia”, explica Cyro Masci.

FADIGA CRÔNICA X CANSAÇO PROLONGADO
Outra ação importante é não confundir o cansaço prolongado, também chamado fadiga prolongada, com a síndrome da fadiga crônica. “A fadiga crônica, provavelmente, é uma doença de origem infecciosa, viral. Foi descrita nos Estados Unidos e atinge muitas pessoas naquele país e menos no Brasil. Além do cansaço prolongado, tem uma febrícula (febre bem baixa) no fim da tarde e, muitas vezes, há presença de gânglios. O nome ‘fadiga crônica’ é apenas para essa doença. Não dá para misturar fadiga crônica e cansaço prolongado. São coisas totalmente diferentes.”

SÍNDROME DO BURNOUT
O cansaço prolongado é diferente também da síndrome de burnout. De acordo com Cyro Masci, o problema também gera exaustão e está ligado ao trabalho. A palavra burnout vem do inglês é significa chamuscado, queimado. “Ou seja, é quando a casa cai. Todas as suas reservas de energia estão esgotadas.” O problema foi descoberto nos anos 1960 e estava ligado, no começo, aos profissionais de saúde. Foi um psicanalista que descobriu, nele mesmo, os sintomas e percebeu que o mesmo ocorria com outras pessoas.

A síndrome de burnout acomete quem é muito perfeccionista, busca excelência profissional impossível de ser alcançada e que acaba chegando á exaustão. “É um cansaço que não melhora com nada mesmo, porque o cérebro tem foco apenas naquele objetivo, de finalizar ou realizar um trabalho de forma que fique perfeito”, afirma Masci. Tais pessoas precisam separar as coisas, dar espaço para atividades que lhe tragam prazer, e não pensar apenas em trabalho, trabalho, trabalho. Ter mais qualidade de vida e não fazer uma única atividade. “A síndrome de burnout é cruel. Ser tão exigente consigo mesmo, tão perfeccionista, acaba gerando cansaço e, por conseqüência, o indivíduo trona-se menos eficiente. E aí é um círculo vicioso. Não ser eficiente, gera mais cansaço, porque sendo perfeccionista vai querer fazer mais, insiste mais naquilo, acelera mais, o que só piora o quadro”, diz o médico.

E como se sabe se a pessoa está com síndrome de burnout? Cyro Masci responde: “O indivíduo passa a ser cínico, irônico, chato, age para deixar as pessoas em volta irritadas. Normalmente, não tem esse comportamento, mas de repente começa a apresentar agressividade, fica ranzinza, antipático. Assim, as pessoas se afastam, tomam distância. Isso, na verdade, é uma reação de defesa do cérebro para diminuir entradas, de receber informações. Com o afastamento das pessoas, o cérebro vai conseguir recuperar as energias que está precisando. Trata-se de uma proteção.”

FOME OCULTA
O cansaço prolongado pode estar ligado à desnutrição celular, também chamada de fome oculta. Trata-se da falta de nutrientes, de minerais, de vitaminas e de ácidos graxos nas células. Isso, segundo o médico, torna-se cada vez mais freqüente, pois nossa alimentação não tem a qualidade de nutrientes que deveria ter. “Deveríamos comer de seis a oito porções de frutas e vegetais por dia, mas pouca gente consegue essa proeza. Fora isso, a exigência de tais micronutrientes nas células aumenta por conta da poluição e do estresse. E as seis ou oito porções por dia já não são mais suficientes”, explica.

Para superar essa defasagem nutricional, Cyro Masci aconselha a realizar exames médicos que apontam quais substâncias precisam ser suplementadas no organismo. “Vitaminas como a D e outros nutrientes precisam ser mensurados para checar se o corpo não está com fome oculta. Com o resultado, o profissional indica suplementos e complementos alimentares.” Cyro faz, porém, um alerta: “Como o próprio nome diz, suplementos e complementos devem apenas suplementar e complementar e não substituir as refeições.

Eles repõem o que está faltando e ajudam o corpo a voltar a ter um equilíbrio natural.”
Então, se nos últimos seis meses, você apresentou ou apresenta sintomas de cansaço, exaustão, estafa, fadiga, é preciso procurar um médico. Pode estar sofrendo da síndrome de cansaço prolongado, ou de outros problemas que provocam tais sintomas. “Essa história de dizer que tem um cansaço constante, que não passa com nada, tem solução sim. É só procurar o tratamento adequado”, completa o médico.

SAIBA MAIS
Cyro Masci, clínico geral e psiquiatra, é autor do livro “Biostress – Novos Caminhos para o Equilíbrio e a Saúde” - http://www.amazon.com.br/dp/B00ITVJKNK

0 comentários:

Problemas respiratórios aumentam durante o outono

No outono, o clima seco e as mudanças de temperatura - frio e calor ao longo do dia-, favorece o surgimento dos agentes virais, o que facilita o aparecimento de infecções e alergias respiratórias, tais como gripes, resfriados, rinite alérgica, sinusite e asma. Muitos são causados por vírus e podem ser adquiridas pelo ar.

Segundo a dra. Cristiane Passos Dias Levy, otorrinolaringologista do Hospital Paulista, essas condições atmosféricas colaboram para que as pessoas escolham ambientes mais fechados e mal ventilados, o que favorece uma maior exposição a ácaros, poeira, mofo e demais substâncias que desencadeiem crises alérgicas.

Como fórmulas de prevenção, muitas pessoas acreditam que as soluções caseiras, tais como chás e canjas ajudam, mas elas apenas melhoram o desconforto da fase difícil das doenças. Embora válidas, não curam. “O fundamental é manter o ambiente arejado, repousar e ingerir grande quantidade de líquidos, além de dar preferência aos alimentos mais leves, durante o período de febre e mal-estar”, completa a dra. Dias.

Vale lembrar que é importante estar atento à campanha de vacinação contra a gripe, pois todos podem participar inclusive crianças a partir de seis meses de idade e idosos. Para os adultos é indicada a vacina dupla contra tétano, difteria e contra pneumococo, que previne infecções, como pneumonia, otites, faringites, sinusites e meningites. “A vacina contra a gripe é segura e uma medida preventiva eficiente para diminuir a incidência e possíveis complicações da doença”, explica.

Para finalizar, a especialista dá algumas dicas de cuidados simples que podem ajudar na prevenção de doenças, tais como evitar choques térmicos - frio e calor -, fazer refeições equilibradas, manter os ambientes limpos e arejados, consumir bastante líquido para manter a temperatura do corpo estável e lavar com frequência as mãos, já que são agentes transmissores de vírus e bactérias.

0 comentários:

Câncer colorretal pode ser curado se houver diagnóstico precoce

[youtube=://www.youtube.com/watch?v=jqhckwL8PMM&w=450&h=253]

Pouco divulgado, o câncer colorretal ou do intestino grosso é uma doença facilmente curável quando descoberta no início. No fim do Mês de Prevenção contra a doença, o Instituto Oncoguia lembra que com exames a cada dez anos é possível prevenir 40% das mortes pela doença.

Este tipo de câncer está entre os quatro tipos com maior incidência no Brasil. A previsão é que em 2014 surjam 32,6 mil novos casos da doença, que é mais comum em pessoas com mais de 50 anos. Segundo Rafael Kaliks, diretor científico do Instituto Oncoguia, o câncer colorretal costuma surgir a partir de pólipos, que se descoberto e tratado cedo, não viram câncer. Na avaliação do especialista, é necessário que o governo invista em campanhas de prevenção, assim como faz com câncer de mama e de próstata. "É um câncer do qual se fala muito pouco", disse.

Em 2011, mais de 14 mil pessoas morreram em decorrência da doença. De acordo com o Kaliks, em geral a prevenção do câncer colorretal pode ser feita através da pesquisa de sangue oculto nas fezes, que a partir dos 50 anos de idade deve ser feita a cada um ou dois anos e que é oferecido pela rede pública de saúde.

Para quem tem histórico de pessoas com esse tipo de câncer na família é importante que seja feita a colonoscopia - exame através do qual é colocada uma câmera numa espécie de cano articulado e que é introduzido através do ânus no intestino e que possibilita a retirada de pólipos.

“O ideal é que essas pessoas, descendentes diretos de pessoas que tiveram câncer de intestino o ideal é que comecem a fazer a colonoscopia 10 anos mais jovem do que a idade que o parente teve o diagnóstico. Dependendo do caso, esses pacientes devem repetir a colonoscopia a cada um ou dois anos”, explicou Kaliks.

“O ideal seria que todos fizessem a colonoscopia, que é um exame mais completo, que pode rastrear o pólipo antes da evolução para o câncer, mas na ausência deste exame, a pesquisa de sangue oculto nas fezes já tem um papel importante de reduzir a mortalidade por esse tipo de câncer”, explicou Kalik. Geralmente, a rede pública só oferece esse exame para quem já tem sintomas, e portanto, já está praticamente diagnosticado.

O Ministério da Saúde alerta que desconforto abdominal com gases ou cólicas, sangramento nas fezes, sangramento anal e sensação de que o intestino não se esvaziou após a evacuação são sinais de alerta para esse tipo de câncer. Também pode ocorrer perda de peso sem razão aparente, cansaço, fezes pastosas de cor escura, náuseas, vômitos e sensação dolorida na região anal, com esforço ineficaz para evacuar. Porém, de acordo com Kaliks, quando estes sinais aparecem a doença costuma estar em estágio avançado.

Uma dieta rica de vegetais e laticínios e pobre em gordura, além de atividade física regular previnem o câncer colorretal. Fatores como idade acima de 50 anos, história familiar de câncer colorretal, história pessoal de câncer de ovário, útero ou mama, baixo consumo de cálcio, além de obesidade e sedentarismo, contribuem para aumentar o risco de desenvolvimento da doença.

[ABr]

0 comentários:

A alimentação é uma forte aliada para a manutenção da saúde

Foto: MeiTeng/Stock.Xchng

Comer sem dúvida é um dos maiores prazeres do ser humano, além de ser uma necessidade do nosso corpo, mas para manter a saúde em dia, a alimentação deve ser balanceada e com nutrientes necessários para suprir as necessidades do organismo. Neste Dia Mundial da Saúde e Nutrição, 31 de março, a nutricionista da Medicina Preventiva do Sepaco Autogestão, Eliane de Andrade Dias, dá algumas dicas para manter o equilíbrio alimentar.

Segundo a nutricionista, a correria do dia a dia faz com que as pessoas acabem optando por alimentos prontos, mais calóricos ou lanches rápidos, os famosos fast-foods, deixando de lado o cuidado com a saúde. “É importante prestar muita atenção e ficar alerta com o que é ingerido. Uma alimentação saudável e balanceada é fundamental para a prevenção de doenças, qualidade de vida e manutenção da saúde e bem estar”, destaca.

Eliane afirma que se alimentar bem não é sinônimo de comer em grandes quantidades, pelo contrário, o ideal é comer pouca quantidade, porém de 3 em 3 horas. “A consciência sobre o que é moderado pode ser um forte aliado. Não é necessário fazer dietas mirabolantes e restritivas, mas sim variar os alimentos e montar um prato bem colorido para garantir mais nutrientes”.

A nutricionista aponta 10 bons motivos para manter uma alimentação saudável e deixar de lado os alimentos gordurosos e com muito açúcar:

01. Previne o surgimento de doenças e reforça o sistema imunológico;
02. Ajuda a perder peso e a mantê-lo;
03. Melhora o sistema digestivo, permitindo o bom funcionamento do organismo;
04. Aumenta a qualidade do sono;
05. Fornece mais disposição e energia para as atividades diárias;
06. Garante o bom humor
07. Repõe os nutrientes que o corpo gasta diariamente;
08. Permite manter uma aparência saudável;
09. Acrescenta mais qualidade de vida;
10. Possibilita uma vida mais longa com saúde, evitando o envelhecimento precoce.

0 comentários:

Boa alimentação ajuda a deixar a pele bonita e saudável

Não adianta nada recorrer a tratamentos caros e investir em cremes para melhorar a pele, sem mudar a alimentação. Uma alimentação equilibrada, rica em fibras, vitaminas e minerais é fundamental para manter a pele sempre bonita e saudável. Essas substâncias que estão presentes em diversos alimentos saudáveis, são um dos responsáveis pela maciez e o brilho natural da pele.

Cada alimento tem a sua função no organismo e oferece algum tipo de benefício. Confira a seguir, os alimentos que deixam a pele bonita para você incluir na sua dieta.

Brócolis: Por ser rico em cálcio, zinco e magnésio, que são minerais essenciais para o bem estar de quase todo tipo de células, o brócolis ajuda a manter a pele sempre saudável. Então, se você quer manter a saúde e beleza da sua pele, não se esqueça de encher o prato de brócolis ou couve-de-bruxelas.

Castanhas: A castanha é uma oleaginosa rica em proteína vegetal, fibras e vitaminas. Por esse motivo, elas ajudam a manter a saúde da pele. Além disso, por ser um alimento fácil de transportar, elas são uma ótima opção para manter o corpo bem nutrido, mesmo para quem não tem tempo de preparar um alimento fresco.

Alimentos alaranjados: Alimentos como cenoura, mamão, manga e abóbora, são ricas em betacaroteno, uma substância que ajuda a manter a pele sempre bonita e viçosa. Além disso, esse nutriente é muito importante para a proteção da pele, já que prepara a pele para receber os raios solares, estimulando o corpo a produzir melanina, que é responsável pelo bronzeamento.

Gelatina: A gelatina é rica em colágeno, por isso ajuda na cicatrização, regeneração e sustentação das células e tecidos da pele. Além de deliciosa, a gelatina é ótima para prevenir a flacidez

Melancia: Além de refrescante e deliciosa, a melancia é uma fruta rica em água, sais minerais e vitaminas. Por ser uma fruta diurética, ela ajuda o organismo a eliminar toxinas, e ainda é um ótimo hidratante natural para a pele.

0 comentários:

Reiki é usado em Hospitais Públicos do Distrito Federal

O Reiki, terapia que usa as mãos para equilibrar a energia do corpo humano, está sendo usada em hospitais públicos do Distrito Federal para acelerar a recuperação dos pacientes. Além dos voluntários, a Secretaria de Saúde capacita servidores para que eles aprendam a técnica.



0 comentários:

Escoliose: como o desgaste das articulações causa desvio na coluna

A escoliose do adulto pode acontecer por desgaste das articulações que faz a coluna inclinar para um lado. Se começar a fazer movimentos errados, provoca bastante dor. Acompanhe a entrevista com o neurocirurgião Alexandre Elias, chefe do setor de Coluna Vertebral, do Departamento de Neurocirurgia da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).

//www.mixcloud.com/widget/iframe/?feed=http%3A%2F%2Fwww.mixcloud.com%2Fsemprebem%2Fcomo-o-desgaste-das-articula%C3%A7%C3%B5es-causa-desvio-na-coluna%2F&mini=1&embed_uuid=38c1085a-7206-4f0e-a5bd-e4cdc0495664&replace=0&light=1&stylecolor=0060ff&embed_type=widget_standard&hide_tracklist=1


0 comentários:

Morte por infarto é mais provável nas mulheres por erro de diagnóstico

As mulheres têm maior probabilidade de não resistir a um infarto do miocárdio do que os homens, devido a erros de diagnóstico que atribuem os sintomas a crises de ansiedade, mostra um estudo canadense.

Os investigadores da Universidade McGill, de Montreal, tentaram compreender o que justificava a grande diferença na taxa de mortalidade entre homens e mulheres vítimas de infarto, em estudo divulgado na semana passada.

Foram ouvidos 1.123 pacientes com idade entre 18 e 55 anos, hospitalizados em 24 estabelecimentos de saúde do país, mas também em um hospital americano e outro suíço.

Os pacientes, todos diagnosticados com síndrome coronária aguda, responderam às perguntas dos investigadores nas 24 horas após a internação.

As mulheres ouvidas tinham rendimentos menores do que os dos homens que participaram do estudo. Apresentavam também maiores riscos de diabetes e de hipertensão arterial, tinham um histórico familiar de doenças cardíacas e estavam ainda mais sujeitas à depressão e ansiedade.

Os pesquisadores, que tiveram as suas conclusões publicadas no Jornal da Associação Médica do Canadá, constataram que, em média, se recorre mais frequentemente a eletrocardiogramas e desfibriladores no tratamento dos homens do que no das mulheres.

A diferença de tratamento foi explicada pelo fato de que os pacientes que procuram as urgências por dores torácicas de origem não cardíaca são, em sua maioria, mulheres.

Da mesma forma, “a prevalência da síndrome coronária aguda é menor nas jovens mulheres do que nos homens mais novos”, informou a pesquisadora principal do trabalho, Louise Pilote.

[ABr]

0 comentários:

Ressecamento dos olhos independe do clima, diz oftalmologista

0 comentários:

Brasileiros estão cada vez mais estressados no trabalho

Pesquisa realizada junto a 1.775 diretores de recursos humanos coloca o brasileiro como o empregado mais estressado do mundo. Entre os motivos, estão as longas jornadas de trabalho, a pressão por resultados imediatos e o desequilíbrio entre as vidas profissional e familiar.

//www.mixcloud.com/widget/iframe/?feed=http%3A%2F%2Fwww.mixcloud.com%2Fsemprebem%2Fbrasileiros-est%C3%A3o-cada-vez-mais-estressados-no-trabalho%2F&mini=1&stylecolor=0060ff&embed_type=widget_standard&embed_uuid=30970ed4-b6e3-4e33-bc6b-a3038c133509&hide_tracklist=1&replace=0&light=1


[ABr]

0 comentários:

"Ser feliz depende da maneira de trabalhar com as circunstâncias da vida", afirma psicóloga

Mas, afinal, o que vem a ser a tal felicidade que todos buscam e, muitas vezes, parece difícil ser alcançada? No Dia da Felicidade, comemorado em 20 de março, Isabel Fialho, psicóloga da Medicina Preventiva do Sepaco Autogestão, explica um pouco mais sobre o seu conceito e seus benefícios à saúde.

Segundo Fialho, a felicidade trata-se de um estado de espírito, que depende das escolhas que fazemos diante da vida e o quanto estamos dispostos a nos permitir embarcar neste universo. Ao olhar de forma negativa para sua vida, não buscar novidades e promover mudanças nas situações mais tristes vivenciadas, você pode criar um bloqueio que o impeça de desfrutar de uma vida mais plena e alegre.

Como transformar este cenário? Esta é grande questão. Felicidade não é sinônimo de uma vida sem problemas e sem dificuldades, ela está relacionada em poder lidar de forma saudável e madura com os obstáculos que surgem, ou seja, ser resiliente. “Conquistar a felicidade depende da maneira de trabalhar com as circunstâncias da vida, valorizar as coisas simples que ocorrem no dia a dia e que fazem toda a diferença. Um exemplo disso está em abraçar as pessoas amadas, brincar com um bichinho de estimação, corresponder ao sorriso de uma criança. Enfim, ser grato pela vida e pelas oportunidades”, avalia a psicóloga.

Além disso, já existem estudos que comprovam que a felicidade fortalece o sistema imunológico, previne o envelhecimento precoce, doenças emocionais - ansiedade, depressão, estresse -, doenças psicossomáticas como a gastrite nervosa, a síndrome do intestino irritável, além de melhorar as relações pessoais, profissionais e, consequentemente, a qualidade de vida.

“Isso ocorre porque quando estamos felizes, o corpo libera a endorfina e serotonina, hormônios do prazer que causam a sensação de bem estar”. A serotonina atua diretamente no sistema nervoso central, fazendo a regulação do sono, do apetite e da temperatura corporal. Já a endorfina trabalha como um analgésico corporal, reduzindo as chances de ser ter estresse e aliviando as tensões.

Para finalizar, Isabel deixa a dica: “não espere pelo amanhã para ser feliz. Dê essa oportunidade para você hoje”.

0 comentários:

Otorrinolaringologista faz alerta sobre ronco e apneia do sono

O dr. Paulo Roberto Lazarini, otorrinolaringologista do Hospital Sepaco, explicou sobre como identificar algumas doenças do sono, tais como ronco e apneia obstrutiva. A entrevista foi ao ar no programa “Manhã Record”, da Rádio Record AM.

Segundo o dr. Lazarini, o impacto de uma noite mal dormida influencia tanto na saúde física quanto na mental, uma vez que podem surgir alguns transtornos como a depressão, ansiedade, falta de concentração e aprendizagem. É possível ainda o surgimento de doenças mais sérias como obesidade, diabetes, deficiências do sistema imunológico, hipertensão, doenças cardiovasculares e até mesmo alguns tipos de câncer.

O especialista explicou que a apneia é uma doença que causa a pausa na respiração durante o sono, podendo ocorrer a obstrução parcial ou total das vias aéreas. Essas paradas estão associadas à queda do oxigênio sanguíneo e podem durar de 10 segundos a mais de 1 minuto. “Quando uma pessoa tem essas paradas por mais de 5 ou 6 vezes, é fundamental buscar ajuda médica para não ocasionar uma doença mais grave”, comenta.

Em relação às causas do ronco, o médico disse que podem ser inúmeras, entre elas, o aumento de peso, o formato do pescoço (pequeno), a língua maior que a cavidade bucal, a adenoide, a amígdala inchada, o hipertireoidismo, a ingestão de bebidas alcoólicas, o tabagismo, entre outras. “Os homens estão mais propícios e roncam mais devido à testosterona, mas quando as mulheres chegam à menopausa, podem também fazer parte deste grupo”, avalia.

No final da entrevista o dr. Lazarini explicou que com ajuda especializada de um otorrinolaringologista, esses transtornos podem melhorar e até mesmo serem resolvidos. “Existem várias maneiras de solucionar o problema e podem ser através medicamentos, aparelhos ou, dependendo do caso, com cirurgia”, finaliza.

0 comentários:

Especialista alerta para os riscos do uso de anabolizantes

O nutrólogo Alexandre Merheb falou sobre o perigo dos anabolizantes ao programa Sem Censura. O assunto também foi tratado pelo cantor Netinho, convidado do programa.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=5SSr0xL6HAY]

[ABr]

0 comentários:

Entenda o que é o HPV

Você sabe quais os perigos do HPV e como ele age no organismo? Confira!

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=e35Akv5a0zI] [ABr]

0 comentários:

Médicos alertam sobre fatores de risco da doença cardiovascular na mulher

A Sociedade de Cardiologia do Estado Rio de Janeiro (Socerj) promoveu na última segunda-feira (11), em parceria com o Instituto Nacional de Cardiologia (INC), uma campanha de prevenção da saúde cardiovascular da mulher. O evento aconteceu no Largo do Machado, na zona sul da cidade, a partir das 8h, e foi parte da programação do Dia Internacional da Mulher, comemorado no último sábado (8).

Segundo a cardiologista Ana Patricia Nunes de Oliveira, do Departamento  de Cardiologia da Mulher da Socerj, o objetivo do evento foi esclarecer a população sobre os fatores de risco da doença cardiovascular. Ana Patricia disse que, além  das causas genéticas, que não podem ser  modificadas, existem fatores de risco em que, se houver uma intervenção, pode-se reduzir a incidência de casos de doença cardiovascular. Entre eles, citou a hipertensão, diabetes, sobrepeso, obesidade e hábitos como tabagismo e alcoolismo.

“Se a gente consegue controlar esses fatores  em pessoas que são de risco, a gente consegue ter um controle mais efetivo. Isso a gente observa nos países mais desenvolvidos”, disse a médica. Ela acrescentou que a doença cardiovascular responde por até 30% da mortalidade nesses países, com a mesma proporção  em mulheres em decorrência  das mudanças de hábitos de vida e  da inserção cada vez maior no ambiente de trabalho.

Ana reiterou que onde ocorre um controle mais rigoroso dos fatores de risco, os novos casos da doença são amenizados. Segundo ela, no Brasil, a assistência primária à saúde é muito precária. Por isso, alertou que não se deve apenas tomar o remédio contra a hipertensão. “Precisa tomar  o remédio de hipertensão e ter a pressão bem controlada, nos níveis  ditos normais de 12 por 8. É preciso ter o controle adequado da glicemia, dos níveis de colesterol;  orientação nutricional, orientação da perda e manutenção da perda de peso. São fatores muito básicos, de atenção primária à saúde, mas que precisam ficar  muito bem esclarecidos, porque é a manutenção dos valores no longo prazo que vão começar a ter  impacto na redução das doenças cardiovasculares”.

Além  de mais barata e eficaz, a  prevenção é ainda mais importante  entre as mulheres, nas quais a incidência dessas doenças é mais precoce, advertiu a cardiologista, “devido à epidemia de obesidade, por uso de métodos contraceptivos, por toda essa atmosfera propícia em que a mulher está se envolvendo”.

Números da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que os problemas cardíacos respondem por  8,5 bilhões das mortes entre mulheres de todo o mundo. Um estudo da  Universidade Federal de Santa Catarina de 2011, citado pela Socerj, indicou que  as doenças cardiovasculares representam 36,9% das mortes em mulheres, contra  28,8% em homens. Outra pesquisa  recente da American Heart Association mostra que 60% das mulheres desconhecem as doenças cardiovasculares.

Ana Patricia explicou que  as doenças cardiovasculares causam mais mortes nas mulheres do que nos homens por uma questão anatômica. “As coronárias nas mulheres são mais finas. Elas são mais propensas a sofrerem  alterações. Ou seja, você  vai ter uma menor proteção no leito coronariano da mulher”. Ela esclareceu que, até os 50 anos, a mulher tem uma proteção natural do estrógeno. Quando as mulheres entram  no período de menopausa, começam a aparecer casos de doença cardiovascular. A médica observou, porém, que, mesmo em mulheres mais jovens, isso pode ocorrer. “É o ambiente hormonal que protege a mulher e ela deixa de ter essa proteção fisiológica”.

Fatores típicos da vida moderna, como estresse, sobrepeso, fumo e ansiedade contribuem para o aumento de casos de doença cardiovascular nas mulheres. O acúmulo de tarefas pelas pessoas do sexo feminino, dentro e fora de casa, faz com que as mulheres tenham uma resistência orgânica menor que os homens, embora elas tenham uma resistência física e psíquica maior. "Mas do ponto de vista anatômico, elas terminam sendo mais vulneráveis”. Há, ainda, a influência da gestação que pode resultar em doenças hipertensivas que aumentam a probabilidade de a mulher vir a se tornar hipertensa no futuro, “que está muito relacionada com o sobrepeso”, disse Ana Patricia. [ABr]

0 comentários:

Hospital faz alerta no Dia Mundial da Incontinência Urinária

O Dia Mundial de Incontinência Urinária é lembrado no dia 14 de março e o Hospital Sepaco faz um alerta sobre a importância de procurar ajuda médica aos primeiros sintomas da perda do controle da bexiga, pois é um problema que atinge aproximadamente 50 milhões de pessoas no mundo, causando incômodo, constrangimento e até afastamento do convívio social.

Segundo o dr. Carlos Del Roy, coordenador da área de ginecologia do Hospital Sepaco, só no Brasil, cerca de 10 milhões sofrem com este problema, número alarmante. O especialista explica que todas as pessoas, desde bebê, aprendem a segurar a micção, tornando esse processo automático, mas a perda desse controle pode acarretar no problema de incontinência urinária.

Essa disfunção é caracterizada pela perda involuntária de urina, aliada a incapacidade de controlar o momento e o local de esvaziar a bexiga. Normalmente, há uma maior incidência em mulheres na faixa dos 50 anos (12%) e na faixa dos 80 anos (25%), porém, o público masculino também sofre com o problema, que pode ter uma relação mais direta à idade ou cirurgias da próstata.

O médico ressalta que, em bebês e crianças até os 6 anos, essa incontinência é comum, pois como ainda não aprenderam a controlar a necessidade de ir ao banheiro, acidentes ocasionais podem ocorrer com certa frequência. “Os pais precisam estar alerta e acompanhar seus filhos para que não se torne um problema crônico ou algo mais sério”, comenta o dr Del Roy.

As causas são diversas. Podem estar relacionadas à gravidez, parto, tumores, doenças que comprimem a bexiga ou pulmonares que geram pressão abdominal, obesidade, tosse crônica no caso de fumantes, obstrução do canal da uretra, genética, entre outras.

O importante é estar sempre alerta e procurar auxílio médico quando algum sintoma surgir, pois apenas o profissional qualificado poderá identificar a causa e o tipo de perda urinária para tratá-la com eficácia. “A boa notícia é que na maioria das vezes, o problema pode ser solucionado por meio de diferentes tratamentos que vão desde exercícios para fortalecer a musculatura do assoalho pélvico, medicamentos até cirurgia”, reforça o dr. Del Roy.

Saiba mais sobre os três tipos distintos de incontinência urinária:

Incontinência de urgência
É   caracterizada por um desejo incontrolável de urinar, acarretando a perda da   urina antes da chegada ao banheiro. “Embora, em algumas mulheres, esteja relacionada   a uma infecção urinária, na maioria dos casos, não é possível definir uma   causa específica”, explica o doutor.

Fístulas
A perda de   pequena quantidade de urina quando a bexiga está cheia representa as fístulas   e, normalmente, é resultado da incapacidade de esvaziar completamente a   bexiga. Desta maneira, a urina continua acumulando até que ocorre um   transbordamento.

Incontinência de esforço
Ocorre   quando um esforço – tosse, espirro, segurar muito peso, dar risada – provoca   o aumento da pressão no interior do abdômen sobre a bexiga. “Se os músculos e   ligamentos que dão suporte para a uretra estiverem enfraquecidos, ela se   abrirá e haverá perda de urina”, destaca o doutor.

0 comentários:

Coração saudável no Carnaval: cuidado com a mistura de álcool e energético, calor intenso e a privação do sono

A maior festa popular do país está chegando e, além de muita alegria, descontração e música, infelizmente, alguns abusos por parte dos foliões marcam o Carnaval. E podem resultar em doenças sérias, como alguns tipo de arritmias cardíacas. Especialistas membros da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC) alertam para os exageros cometidos nesse período, que podem estragar a festa. “O grande problema é quando as pessoas exageram e desrespeitam os limites do próprio corpo”, diz o Presidente da SOBRAC, o cardiologista baiano Luiz Pereira de Magalhães.

Entre os principais fatores de risco está a associação entre álcool e bebidas energéticas. “Esta mistura, ou seu consumo excessivo, pode funcionar como catalizador para a geração de algumas arritmias cardíacas, como as extra-sístoles - arritmia supraventricular e ventriculares -, e a fibrilação atrial”, alerta Magalhães, que também é coordenador do Serviço de Eletrofisiologia do Hospital Universitário Prof. Edgard Santos, do Hospital Ana Nery (UFB) e do Serviço de Arritmia do Hospital Português.

Existe inclusive um quadro chamado de “Holiday Heart Syndrome” (Síndrome do Coração do Feriado), relativo ao desenvolvimento de fibrilação atrial relacionado a épocas de mudança de hábitos, geralmente com grande ingestão de álcool em um período muito curto, como no Carnaval. As extra-sístoles, junto com a fibrilação atrial, estão muito relacionadas à ingestão alcoólica, tabagismo e desidratação.

“Cada dose de bebida alcoólica aumenta em quase 10% a chance de se apresentar um episódio de fibrilação atrial. Além disso, os energéticos podem contribuir para o aparecimento das arritmias cardíacas, já que esses contém cafeína”, lembra o cardiologista gaúcho Leandro Zimerman, Chefe do Setor de Arritmias Cardíacas do Hospital Moinhos de Vento e do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

O Carnaval acontece em pleno verão brasileiro e, em boa parte do território nacional, os termômetros marcam elevadas temperaturas. Segundo Zimerman, o calor excessivo aumenta o risco de eventos cardíacos, incluindo o infarto e a morte súbita cardíaca, muito provavelmente em virtude da desidratação e perda de eletrólitos (sódio, potássio).

O cardiologista carioca Eduardo Saad, diretor científico da SOBRAC, especialista em arritmias e estimulação cardíaca artificial pela Cleveland Clinic Foundation (EUA), médico do Hospital Pró-Cardíaco, explica que o calor excessivo leva a um maior consumo de oxigênio pelo miocárdio e, portanto, requer maior demanda na sua função. Frente a corações com distúrbios elétricos ou entupimentos das artérias coronárias, as altas temperaturas podem aumentar o risco de alterações agudas no sistema elétrico (arritmias) e na irrigação de sangue (isquemia). “As arritmias não são causadas apenas pelos excessos. O coração tem um distúrbio que predispõe aos problemas elétricos que podem aparecer mais facilmente quando expostos aos fatores de risco”, diz Saad.

Portadores de doenças cardiovasculares
O presidente da SOBRAC, Luiz Magalhães, alerta também os portadores de alguma doença cardiovascular. O mais correto é que estes se submetam a avaliação médica cardiológica para esclarecimento diagnóstico e orientação mais adequada para atividade física e ingestão de bebidas. Desta forma, estarão mais seguros e poderão aproveitar a folia de maneira saudável, porém com moderação.

As arritmias podem atingir pessoas de qualquer sexo, classe social e faixa etária, podendo acometer também atletas e pessoas ativas. Por isso, sensações recentes e intensas, como palpitações, dor no peito, falta de ar e desmaios, devem ser investigadas. O recomendado é que, a qualquer um destes sintomas, procure atendimento médico com brevidade. “Portadores de insuficiência cardíaca (coração fraco e dilatado), de arritmas cardíacas significativas e isquemia cardíaca devem participar de festas com moderação, mas evitar bebida em excesso, exercício intenso e desidratação”, observa o cardiologista Eduardo Saad.

A privação do sono é outro aspecto relevante que os foliões devem prestar atenção. A falta de repouso eleva as chances de problemas cardíacos, como a pressão arterial, a isquemia e as arritmias cardíacas. “O coração pode ficar mais rápido e mais irregular, já que a falta de sono deixa a pessoa com uma carga de adrenalina aumentada por mais tempo, que é a principal causa desses problemas”, explica o cardiologista gaúcho Leandro Zimerman.

O Carnaval não é o limiar entre a saúde e a doença cardiovascular. O que pode tender para um lado é a alegria, a felicidade, a saúde e os aspectos fundamentais de uma vida saudável. Por outro, os excessos, constantes neste período. Portanto, respeite os limites do seu corpo. Seguindo estas recomendações, você aproveitará o Carnaval no ritmo certo, sem sustos.

0 comentários:

Otorrinolaringologista alerta sobre cuidados com os ouvidos durante o Carnaval

O programa Tarde Nacional, da Rádio Nacional de Brasília AM, conversou com o dr. Paulo Roberto Lazarini, otorrinolaringologista do Hospital Sepaco, sobre os cuidados que as pessoas precisam ter com os ouvidos durante as festas de Carnaval, já que a exposição prolongada ao som alto pode levar a diversos graus de surdez.

Cada pessoa tem um grau de sensibilidade e ficar próximo demais de trios elétrico, bateria de escola de samba e ambientes com música muito alta pode causar danos aos ouvidos. “Em um primeiro momento a pessoa não se dá conta do problema, mas no decorrer dos anos pode ocasionar uma surdez irreversível”, comenta o médico.

Além disso, há vários outros sintomas que contribuem para a perda auditiva gradual, nestas festas, tais como zumbido, ansiedade, alteração de humor, irritabilidade e hipertensão arterial. O alerta do especialista é para conscientizar as pessoas do perigo, pois pode vir a se tornar algo mais sério.

As dicas do especialista para curtir o Carnaval sem problemas são: evitar ficar tão próximo à fonte do ruído, diminuir o tempo de permanência no local e usar protetores auriculares para abafar o som. “Essas precauções podem colaborar para amenizar os efeitos nocivos do som alto, poupando o nervo auditivo que é muito sensível”, explica o dr. Lazarini.

0 comentários:

Bebês com baixo peso podem ter hiperatividade e depressão na infância

Um estudo apontou que os bebês nascidos com peso abaixo do normal têm maior chance de desenvolver hiperatividade e depressão na infância. Para chegar à conclusão, a pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto comparou a saúde mental de 665 crianças, com idade entre 10 e 11 anos.

Segundo a pesquisadora responsável, Claudia Mazzer Rodrigues, o estudo dividiu as crianças em cinco grupos de peso: muito baixo (abaixo de 1,5 quilos), baixo (1,5 kg a 2,5 kg), insuficiente (2,5 kg a 3 kg), normal (3 kg a 4,25 kg) e muito alto (acima de 4,25 kg). Esses valores são usados como referência pela Organização Mundial da Saúde.

No estudo, constatou-se que as crianças com peso muito baixo representam a maioria das que têm quadros de problemas mentais. Entre as 665 crianças avaliadas, 6,9% apresentavam indicadores de depressão. Os cientistas usaram questionários respondidos pelos pais e pelas próprias crianças.

No Brasil, de 0,4% a 3% das crianças sofrem de depressão. Entre os adolescentes, esse número varia de 3,3% a 12,4%. Quem tem a doença na infância e na adolescência apresenta mais chances de desenvolver depressão em idade adulta.

Especialistas definem como causas da depressão em crianças, como perda de vínculos afetivos, divórcio dos pais, falta de apoio familiar e violência física ou psicológica. Os pais devem ficar atentos aos primeiros sinais de alerta, que são queda do rendimento escolar, mudanças repentinas do estado de ânimo, isolamento e tristeza.

[ABr]

0 comentários:

Médico alerta para os cuidados durante os agitos do Carnaval

Durante o Carnaval é comum as pessoas ficarem roucas. Isso acontece porque, nesta época de festividade, os foliões acabam forçando suas cordas vocais, sem se darem conta. É importante adotar algumas medidas preventivas para cuidar da voz e garantir muito agito sem preocupações com a saúde.

O dr. Alexandre Minoru Enoki, otorrinolaringologista do Hospital Paulista, explica que, costumeiramente, as músicas estão sempre com um volume muito alto e os foliões elevam naturalmente o tom de voz para conversar. Outros mais animados começam a cantar e até a gritar, sem nenhum tipo de orientação, o que pode acarretar inflamação das cordas vocais e favorecer a formação de lesões como nódulos ou pólipos.

É fácil perceber os sintomas do problema. Normalmente surge uma dificuldade de falar, o tom da voz muda e ela acaba soando fraca, ofegante, estridente ou áspera. Para o especialista, nestas ocasiões, a melhor maneira de prevenir a rouquidão é sempre ingerir líquidos e não exagerar no esforço das cordas vocais.

Ainda segundo o otorrinolaringologista, essas alterações nas pregas vocais podem levar à rouquidão de instalação súbita ou progressiva, com duração que pode variar de dias até permanente. O tratamento destas alterações na voz pode consistir em simples repouso vocal, com alguns medicamentos ou, eventualmente, necessitar de cirurgias.

“Esses cuidados preventivos, como ingestão de água e evitar abuso vocal, podem ajudar na diminuição da agressão nas pregas vocais, geralmente melhorando a qualidade da voz”, explica o Dr. Enoki.

0 comentários:

Segurar a urina pode trazer problemas graves

Muitas pessoas, especialmente as mulheres, têm o hábito de segurar a urina por muito tempo. A mania é bastante comum nos dias atuais, em que a correria predomina na maior parte do dia e, então, as pessoas ficam sempre prolongando o momento de ir ao banheiro até terminarem o que estão fazendo. O problema é que, mesmo parecendo um gesto inofensivo, ele pode trazer consequências para a saúde.

Segundo o nefrologista Rui Alberto Gomes, do Instituto de Nefrologia de Mogi das Cruzes, quem tem esse hábito está propenso a desenvolver infecção urinária, que pode piorar e até mesmo levar a uma doença renal. “Uma vez ou outra, quando não há banheiro por perto, por exemplo, não faz mal, mas a frequência é que é perigosa. As mulheres, principalmente, devem tomar mais cuidado. Como elas possuem a uretra (canal por onde passa a urina) mais curta do que a do homem, contraem infecção urinária com mais facilidade. O ideal, entretanto, para ambos os sexos, é não retardar a micção, urinando toda vez que sentir vontade”, adverte o médico.

Gomes salienta que a maioria das infecções urinárias, sobretudo a cistite (tipo mais comum da doença), não costuma ser grave e os quadros são relativamente simples de serem curados.Porém, se não forem tratadas adequadamente, podem atingir os rins, causando a pielonefrite(infecção no trato urinário que afeta quase todas as estruturas do rim). Quando isso acontece, a infecção passa a ser mais grave e exige assistência médica imediata, para um tratamento adequado e mais prolongado.

Quando o órgão é atingido, os sintomas comuns da cistite mudam (dor ao urinar e aumento do número deidas ao banheiro) e a pessoa passa a apresentar febre, dores na região lombar e calafrios.“Na pielonefrite, existe até mesmo o risco potencial de a infecção se generalizar pelo corpo, causando uma septicemia, trazendo risco de morte ao paciente; daí a importância do adequado e imediato tratamento”, explica Gomes.

O recomendado, de acordo com o médico, é sempre procurar um especialista ao sentir quaisquer sintomas diferentes no corpo.

0 comentários:

Ortopedista orienta sobre cuidados com o corpo no carnaval

0 comentários:

Especialista dá dicas para recuperar a pele

O dermatologista Ricardo Fenelon recomenda que, mesmo depois da exposição ao sol, o uso de um hidratante que tenha filtro solar em sua composição para recuperar a pele. O médico falou ainda da importância de beber muita água para evitar a desidratação da pele. Ouça as dicas para evitar problemas e até o câncer de pele.

//www.mixcloud.com/widget/iframe/?feed=http%3A%2F%2Fwww.mixcloud.com%2Fsemprebem%2Fdicas-para-recuperar-a-pele%2F&mini=1&stylecolor=0060ff&hide_artwork=1&embed_type=widget_standard&embed_uuid=d8b2de18-8270-4368-bf18-8ab92b3c64f3&hide_tracklist=1

[ABr]

0 comentários:

Cuidado com os ouvidos para não perder o Carnaval

ouvido_postAs pessoas normalmente não dispensam a devida atenção à saúde de seus ouvidos, principalmente em épocas de festa como Carnaval. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que o índice de volume nunca deve ultrapassar os 75 decibéis. A buzina de um carro pode chegar a 100 decibéis, imagine os danos que o som do batuque das baterias e trios elétricos pode causar aos ouvidos, comparados com a voz humana que fica entre 40 e 60 decibéis.

Segundo a dra. Cristiane Dias Passos Levy, otorrinolaringologista do Hospital Paulista, cada pessoa tem um grau de sensibilidade e a exposição prolongada ao som alto pode levar a diversos graus de surdez. Além disso, também pode resultar em sintomas como zumbido, ansiedade, alteração de humor, irritabilidade e hipertensão arterial, contribuindo para a perda auditiva gradual. “O alerta serve para conscientizar as pessoas do perigo, pois pode vir a se tornar algo mais sério, levando à surdez irreversível”, comenta a médica.

Sendo assim, o que fazer para curtir o Carnaval sem correr riscos de lesionar meus ouvidos?

As dicas da especialista são: evite ficar tão próximo à fonte do ruído e diminuir o tempo de permanência no local. “Essas precauções podem colaborar para amenizar os efeitos nocivos do som alto, poupando o nervo auditivo que é muito sensível”, explica a dra. Dias.

“Se você sentir algum dos sintomas comentados consulte um especialista o quanto antes e não tome nenhum medicamento sem prescrição médica. Vale lembrar que é importante procurar um otorrinolaringologista, periodicamente, para avaliar se existe alguma perda de audição e realizar exames específicos, caso necessário”, finaliza.

0 comentários:

Casos de câncer no mundo devem crescer 57% em 20 anos, estima OMS

O número de novos casos de câncer deve aumentar 57% em 20 anos, de acordo com relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Agência Internacional para a Pesquisa sobre o Câncer, divulgado hoje (3). Se em 2012 foram 14 milhões de casos diagnosticados, a previsão é que haverá 22 milhões nas próximas duas décadas. No período, as mortes por câncer, que atualmente chegam a 8,2 milhões por ano, devem chegar a 13 milhões.

O relatório destaca que a doença está crescendo em ritmo alarmante e alerta para a necessidade de implementação urgente de estratégias de prevenção para mudar esse quadro.

Os tipos de câncer mais frequentes mundialmente são os de pulmão (1,8 milhão de casos, 13% do total), mama (1,7 milhão, 11,9%) e cólon (1,4 milhão, 9,7%). Segundo o texto, o câncer de pulmão é responsável pelo maior número de mortes (1,6 milhão, 19,4%). Em seguida vêm o de fígado (9,1%) e o de estômago (8,8%).

Mais de 60% dos casos estão na África, Ásia, América Central e América do Sul, regiões que concentram total de 70% das mortes causadas pela doença no mundo todo.

O estudo teve a colaboração de 250 cientistas de mais de 40 países. A OMS ressalta que o envelhecimento da população e a falta de um sistema de saúde eficiente em países subdesenvolvidos devem ser os principais motivos desse aumento.

Segundo o relatório, em 2010, os gastos anuais totais com câncer foram estimados em aproximadamente US$ 1,16 trilhão. O texto ressalta, entretanto, que metade dos casos de câncer poderia ser evitada se o conhecimento dos países sobre a doença fosse traduzido em ações adequadamente implementadas. [ABr]

0 comentários:

Calor pode aumentar risco de formação de pedra nos rins

O calor intenso do verão, o aumento da transpiração e a baixa ingestão de água são os principais responsáveis pelo aumento do risco de formação dos cálculos renais, ou pedra nos rins. Mudar a alimentação e beber líquidos regularmente e observar a coloração da urina são algumas medidas que podem evitar o problema, explica Fábio Vicentini, urologista do Centro de Referência para a Saúde do Homem, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

Segundo Vicentini, os casos de cálculo renal aumentam 30% nos períodos mais quentes do ano. Apesar de ter maior incidência nos homens, o especialista alerta que todos devem adotar as medidas para cuidar da saúde dos rins. “A dieta ideal inclui primordialmente o aumento da ingestão de líquidos – cerca de dois litros de água por dia e de sucos de frutas cítricas –, associado à diminuição do uso de sal nos alimentos. As refeições diárias devem conter mais verduras, legumes, frutas e saladas.”

É preciso ainda estar atento quanto ao consumo de frutos do mar, porque apresentam índice elevado de ácido úrico, um dos responsáveis pelo desenvolvimento dos cálculos renais. Além disso, é recomendável reduzir as frituras e o consumo de carne vermelha no período de calor.

Segundo Vicentini, mais de 15% da população mundial apresenta cálculos renais e a maioria (85%) consegue expelir as pedras naturalmente, pela urina. “A maneira mais fácil de monitorar a hidratação ideal do corpo é observarmos a coloração da urina. Quanto mais transparente estiver, melhor. Se estiver com aparência amarelada e escura, é sinal de que o corpo precisa de mais líquidos para manter-se hidratado, longe dos cálculos renais”, disse.

[ABr]

0 comentários:

Especialistas recomendam cuidados com a saúde durante o verão

Foto: Tânia Rêgo/ABr
Em tempo de calor intenso, com sensação térmica, em alguns dias, por volta dos 50 graus Celsius (°C), como tem feito no Rio de Janeiro, todo cuidado é pouco para evitar doenças típicas do verão. Os especialistas recomendam beber água, evitar exposição ao sol no período entre 10h e 16h, quando o sol é mais forte, e usar de protetor solar.

O vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio, Nelson Nahon, disse que o maior perigo na temporada de verão, além do excesso do sol, é a desidratação. Ele alertou para os cuidados com a alimentação. “Tem muita gente que se alimenta na rua. É preciso prestar atenção na qualidade, e, nas praias, tem que ver se os ambulantes estão com os alimentos expostos por muito tempo”, disse.

Para o médico, há muita gente que comete abusos, como é o caso das pessoas que ficam durante um período longo nas praias. “O pessoal fica, às vezes, o dia inteiro sob o sol intenso e ainda leva crianças com menos de seis meses para a praia. Isso não é indicado”, analisou.

Segundo o médico, a principal consequência da exposição excessiva ao sol é a desidratação que, dependendo da intensidade, pode provocar diarreia e vômito. “No caso mais acentuado, se a pessoa passar mal, tem que ir para um hospital e tomar soro. A desidratação pode ser uma coisa perigosa, principalmente em pessoas mais idosas e mais novas”, informou.

Nelson Nahon aconselhou que diante de vômitos e tonturas a pessoa procure uma unidade de saúde para uma consulta. “O vômito é um sinal, junto com o sol forte e a falta de hidratação. Isso é um alerta”, disse.

Para quem não tem hábito de fazer exercícios e pretende mudar de vida neste começo de ano, o cardiologista e médico da Seleção Brasileira, Serafim Borges, recomendou que o interessado comece o projeto de vida saudável ao ar livre, logo nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde.

“Tem que fazer exercício antes das 9h ou depois das 17h. Se não for assim é melhor deixar para começar a fazer os exercícios em outra época do ano. Lamentavelmente, muitas pessoas começam porque desejam seguir a velha história de que, quando chega o verão, é preciso fazer exercício e emagrecer, e não toma cuidado”, disse.

O médico sugeriu alimentação rica em carboidrato e livre de gordura animal, uso de roupa clara ventilada e leve; e forte hidratação. “A melhor hidratação nos 30 minutos iniciais de uma corrida ou de uma caminhada é a água. Após os 30 minutos pode ser uma água de coco sempre bem gelada”, recomendou.

[ABr]

0 comentários:

Drenagem linfática não faz milagre


Drenagem linfática elimina apenas edema (inchaço). Se alguém disser que emagrece, desconfie.

•    Drenagem linfática modeladora, não existe: são duas técnicas opostas uma neutraliza a outra. Cada técnica ser realizada em dias diferentes mas nunca juntas.

•    Drenagem linfática profunda não existe: 80% do sistema linfático esta na pele.

•    Drenagem linfática não deixa hematomas: aliás, nenhuma técnica de massagem, mesmo que vigorosa, deve deixar marcas ou proporcionar desconforto.

•    Drenagem linfática no procedimento correto nunca usa creme, óleo, talco: o contato direto com a pele do cliente que faz a eficácia do procedimento.

•    Drenagem linfática bem feita faz fazer xixi, verdade ou mito? MITO! Não necessariamente terá desejo de fazer xixi imediatamente. Poderá ocorrer a necessidade de urinar de 30 a 40 minutos após a drenagem e com mais frequência. No entanto, na massagem tradicional é comum sim ter o desejo de fazer xixi logo após a aplicação. Entretanto, cada organismo é único.

•    Drenagem linfática é iniciada na região cervical.

Essas são apenas algumas dicas. Falaremos mais sobre o assunto em breve.

0 comentários: