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Calor pode aumentar risco de formação de pedra nos rins

O calor intenso do verão, o aumento da transpiração e a baixa ingestão de água são os principais responsáveis pelo aumento do risco de formação dos cálculos renais, ou pedra nos rins. Mudar a alimentação e beber líquidos regularmente e observar a coloração da urina são algumas medidas que podem evitar o problema, explica Fábio Vicentini, urologista do Centro de Referência para a Saúde do Homem, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

Segundo Vicentini, os casos de cálculo renal aumentam 30% nos períodos mais quentes do ano. Apesar de ter maior incidência nos homens, o especialista alerta que todos devem adotar as medidas para cuidar da saúde dos rins. “A dieta ideal inclui primordialmente o aumento da ingestão de líquidos – cerca de dois litros de água por dia e de sucos de frutas cítricas –, associado à diminuição do uso de sal nos alimentos. As refeições diárias devem conter mais verduras, legumes, frutas e saladas.”

É preciso ainda estar atento quanto ao consumo de frutos do mar, porque apresentam índice elevado de ácido úrico, um dos responsáveis pelo desenvolvimento dos cálculos renais. Além disso, é recomendável reduzir as frituras e o consumo de carne vermelha no período de calor.

Segundo Vicentini, mais de 15% da população mundial apresenta cálculos renais e a maioria (85%) consegue expelir as pedras naturalmente, pela urina. “A maneira mais fácil de monitorar a hidratação ideal do corpo é observarmos a coloração da urina. Quanto mais transparente estiver, melhor. Se estiver com aparência amarelada e escura, é sinal de que o corpo precisa de mais líquidos para manter-se hidratado, longe dos cálculos renais”, disse.

[ABr]

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Especialistas recomendam cuidados com a saúde durante o verão

Foto: Tânia Rêgo/ABr
Em tempo de calor intenso, com sensação térmica, em alguns dias, por volta dos 50 graus Celsius (°C), como tem feito no Rio de Janeiro, todo cuidado é pouco para evitar doenças típicas do verão. Os especialistas recomendam beber água, evitar exposição ao sol no período entre 10h e 16h, quando o sol é mais forte, e usar de protetor solar.

O vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio, Nelson Nahon, disse que o maior perigo na temporada de verão, além do excesso do sol, é a desidratação. Ele alertou para os cuidados com a alimentação. “Tem muita gente que se alimenta na rua. É preciso prestar atenção na qualidade, e, nas praias, tem que ver se os ambulantes estão com os alimentos expostos por muito tempo”, disse.

Para o médico, há muita gente que comete abusos, como é o caso das pessoas que ficam durante um período longo nas praias. “O pessoal fica, às vezes, o dia inteiro sob o sol intenso e ainda leva crianças com menos de seis meses para a praia. Isso não é indicado”, analisou.

Segundo o médico, a principal consequência da exposição excessiva ao sol é a desidratação que, dependendo da intensidade, pode provocar diarreia e vômito. “No caso mais acentuado, se a pessoa passar mal, tem que ir para um hospital e tomar soro. A desidratação pode ser uma coisa perigosa, principalmente em pessoas mais idosas e mais novas”, informou.

Nelson Nahon aconselhou que diante de vômitos e tonturas a pessoa procure uma unidade de saúde para uma consulta. “O vômito é um sinal, junto com o sol forte e a falta de hidratação. Isso é um alerta”, disse.

Para quem não tem hábito de fazer exercícios e pretende mudar de vida neste começo de ano, o cardiologista e médico da Seleção Brasileira, Serafim Borges, recomendou que o interessado comece o projeto de vida saudável ao ar livre, logo nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde.

“Tem que fazer exercício antes das 9h ou depois das 17h. Se não for assim é melhor deixar para começar a fazer os exercícios em outra época do ano. Lamentavelmente, muitas pessoas começam porque desejam seguir a velha história de que, quando chega o verão, é preciso fazer exercício e emagrecer, e não toma cuidado”, disse.

O médico sugeriu alimentação rica em carboidrato e livre de gordura animal, uso de roupa clara ventilada e leve; e forte hidratação. “A melhor hidratação nos 30 minutos iniciais de uma corrida ou de uma caminhada é a água. Após os 30 minutos pode ser uma água de coco sempre bem gelada”, recomendou.

[ABr]

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Drenagem linfática não faz milagre


Drenagem linfática elimina apenas edema (inchaço). Se alguém disser que emagrece, desconfie.

•    Drenagem linfática modeladora, não existe: são duas técnicas opostas uma neutraliza a outra. Cada técnica ser realizada em dias diferentes mas nunca juntas.

•    Drenagem linfática profunda não existe: 80% do sistema linfático esta na pele.

•    Drenagem linfática não deixa hematomas: aliás, nenhuma técnica de massagem, mesmo que vigorosa, deve deixar marcas ou proporcionar desconforto.

•    Drenagem linfática no procedimento correto nunca usa creme, óleo, talco: o contato direto com a pele do cliente que faz a eficácia do procedimento.

•    Drenagem linfática bem feita faz fazer xixi, verdade ou mito? MITO! Não necessariamente terá desejo de fazer xixi imediatamente. Poderá ocorrer a necessidade de urinar de 30 a 40 minutos após a drenagem e com mais frequência. No entanto, na massagem tradicional é comum sim ter o desejo de fazer xixi logo após a aplicação. Entretanto, cada organismo é único.

•    Drenagem linfática é iniciada na região cervical.

Essas são apenas algumas dicas. Falaremos mais sobre o assunto em breve.

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