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Ansiedade pode comprometer desempenho no trabalho

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A ansiedade já foi apontada por muitos estudiosos da mente humana como o grande mal do século. Livros de autoajuda, inclusive, abordam esse tema em profundidade de tão preocupante que o assunto se tornou. E não é para menos. Uma pesquisa realizada na região metropolitana de São Paulo, pelo Departamento de Psiquiatria da Unifesp, mostrou que durante a análise feita entre 2009 e 2012, cerca de 30% dos paulistanos sofrem de algum transtorno mental, sendo que a ansiedade foi diagnosticada em 20% das pessoas estudadas.

O transtorno, aliás, entrou em pauta durante o maior evento de gestão da América Latina, no início de novembro. Em palestra promovida pela Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC), gestores de recursos humanos de importante grupo de medicina preventiva no Brasil abordaram cases sobre desenvolvimento de pessoal da organização e pontuaram que, entre os problemas observados, os que mais afetavam a qualidade e o desempenho do trabalho individual ou em equipe estavam relacionados ao transtorno de ansiedade.

Para o especialista em comportamento, Sulivan França, trabalhar a ansiedade no âmbito profissional vai além do problema em si. “É preciso analisar o que causa a distúrbio e, a partir de determinado ponto, traçar possibilidades. O foco deve ser na solução e não no problema”, explica França. “Aplicando o método coaching é possível obter resultados satisfatórios e minimizar a ansiedade pelos objetivos profissionais. Porém vale ressaltar que o coaching vai trabalhar com metas bem definidas e com foco em resoluções, mas jamais tratar circunstâncias psicológicas. Se o problema for profundo ou envolver questões fisiológicas será necessário tratamento psicoterapêutico” ressalta.

Dia Mundial do Rim: silenciosa, doença renal crônica atinge 10% da população

A doença renal crônica atinge 10% da população mundial e afeta pessoas de todas as idades e raças. A estimativa é que a enfermidade afete um em cada cinco homens e uma em cada quatro mulheres com idade entre 65 e 74 anos, sendo que metade da população com 75 anos ou mais sofre algum grau da doença. Diante desse cenário, no Dia Mundial do Rim, lembrado hoje (12), a Sociedade Brasileira de Nefrologia defende que o exame dos níveis de creatinina sérica e a pesquisa de proteína na urina façam parte dos exames médicos anuais.

O risco de doença renal crônica, de acordo com a entidade, deve ser avaliado por meio de oito perguntas: Você tem pressão alta? Você sofre de diabetes? Há pessoas com doença renal crônica na família? Você está acima do peso ideal? Você fuma? Você tem mais de 50 anos? Você tem problema no coração ou nos vasos das pernas (doença cardiovascular)? Se uma das respostas for sim, a orientação é procurar um médico.

Os principais sintomas da doença renal crônica são falta de apetite, cansaço, palidez cutânea, inchaços nas pernas, aumento da pressão arterial, alteração dos hábitos urinários como urinar mais à noite e urina com sangue ou espumosa.

As recomendações das entidades médicas para reduzir o risco ou para evitar que o quadro se agrave incluem manter hábitos alimentares saudáveis, controlar o peso, praticar atividades físicas regularmente, controlar a pressão arterial, beber água, não fumar, não tomar medicamentos sem orientação médica, controlar a glicemia quando houver histórico na família e avaliar regularmente a função dos rins em casos de diabetes, hipertensão arterial, obesidade, doença cardiovascular e histórico de doença renal crônica na família.

Dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia indicam que 100 mil pessoas fazem diálise no Brasil. Atualmente, existem 750 unidades cadastradas no país, sendo 35 apenas na cidade de São Paulo. Os números mostram ainda que 70% dos pacientes que fazem diálise descobrem a doença tardiamente. A taxa de mortalidade para quem enfrenta o tratamento é 15%. [ABr]

Especialistas orientam mulheres para prevenir doenças cardíacas

[caption id="attachment_4203" align="alignnone" width="400"]mulher_exercício Mulheres precisam instituir uma rotina de atividade física regular e diária.[/caption]

 

O chefe da Divisão de Hipertensão do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), Ivan Cordovil, alertou hoje (6) para a necessidade de a mulher ficar atenta ao peso, mas também à pressão arterial, à glicose e ao colesterol, para prevenir doenças cardíacas. Segundo o cardiologista, a prevenção é fundamental e, para isso, é preciso fazer exames de seis em seis meses.

Ao participar da campanha de prevenção da saúde cardiovascular feminina, no Largo do Machado, no bairro do Flamengo, Cordovil disse que a hipertensão e a obesidade estão fortemente ligadas às doenças cardíacas. De acordo com o médico, depois dos 20 anos, as mulheres devem fazer exames de sangue, obrigatoriamente, duas vezes por ano, porque existem doenças que acarretam aumento da pressão arterial durante a gravidez, o que pode levar à mortalidade fetal.

O INC e o Departamento de Cardiologia da Mulher, da Sociedade de Cardiologia do Rio de Janeiro  (Socerj), são responsáveis pela campanha, que faz parte da programação comemorativa do Dia Internacional da Mulher, no próximo domingo (8).

Na ação de hoje, durante a avaliação de peso e altura e verificação da pressão arterial, quando constatavam alguma anormalidade, os médicos orientavam a paciente sobre os cuidados necessários.

O objetivo da campanha é chamar a atenção para as doenças passíveis de prevenção e que, por isso, podem ser evitadas com o controle do peso, a prática de atividades físicas, a alimentação saudável e a observação de recomendações para evitar doenças cardiovasculares. Segundo a coordenadora do INC e do Departamento de Cardiologia da Socerj, Ana Patrícia Oliveira, a obesidade e a pressão arterial elevada são dois fatores de risco importantes para o aumento da incidência das doenças cardiovasculares, principalmente entre as mulheres.

"A doença cardiovascular é a principal causa de mortalidade nas mulheres. Ela mata mais do que doenças infecciosas, câncer e acidentes", disse a médica. Por isso, é importante que as mulheres se cuidem, principalmente porque a faixa etária em que essa doença vem aparecendo entre elasé cada vez mais precoce. A mulher tem que controlar o peso adequadamente, instituir uma rotina de atividade física regular e diária e de alimentação saudável, além de eliminar o excesso de sal, combater o fumo e o alcoolismo”, recomenda Ana Patrícia.

Muitas mulheres que estavam sendo atendidas durante a ação no Largo do Machado admitiram que não têm hábito de ir ao médico. Ivolina Sepulvura, de 77 anos, moradora do Flamengo, reconheceu que deveria cuidar mais de sua saúde e que esse tipo de campanha alerta sobre a importância da prevenção de doenças.

"Eu não sinto nada. Só tenho um problema de oscilação de pressão, por causa do meu estado emocional. Confesso que não vou muito ao médico, mas sei que deveria ir", disse Ivolina. Para ela, ações como essa são muito boas. "Um dos motivos para eu estar aqui é incentivar outras mulheres, que ficam perto do Largo do Machado, porque, se eu estou aqui, elas podem estar também. Verifiquei a pressão e já está em 19. Vou passar ali, no médico e, se ele falar que eu tenho que mudar a alimentação, ou tomar remédio, vou obedecer, porque é para o meu bem-estar." [ABr]

Embolia pulmonar afeta mais mulheres

[caption id="attachment_3385" align="alignnone" width="400"]Cigarro é um dos fatores de risco. Cigarro é um dos fatores de risco.[/caption]

Mulheres lideram o ranking de casos de embolia pulmonar, porém uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) mostra que apesar de já ter ouvido falar de trombose, 57% da população não sabe quais são os sintomas e dos entrevistados, 78% diz que não sabe o que é a embolia pulmonar e metade deles nunca ouviu falar.

O médico radiologista, Marcelo Canuto, explica que a embolia pulmonar acontece quando ocorre um trombo numa artéria pulmonar. "Trombo é um coágulo dentro de um vaso sanguíneo", explica o médico. Ele afirma ainda que os sintomas frequentes da embolia pulmonar são dores torácicas, falta de ar, apneia e tosse seguida de sangramento.

Alguns fatores podem afetar certas pessoas como problema na circulação sanguínea, pacientes que passaram por alguma cirurgia e ficam acamados, repouso, por algumas semanas, casos de anticoncepcionais que podem causar trombose. Outras causas também podem desenvolver embolia pulmonar, como obesidade, sedentarismo e pessoas que possuam varizes nos membros inferiores.

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[EBC]

1,1 bilhão de pessoas correm risco de perder a audição

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Segundo a Organização Mundial da Saúde, OMS, cerca de 1,1 bilhão de adolescentes e jovens adultos estão em risco de perda auditiva. A causa seria o "uso inseguro de dispositivos pessoais de áudio, incluindo smartphones, e exposição a níveis sonoros prejudiciais em locais como bares, discotecas e eventos esportivos.

 

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico – Facial,  Dr. Sady Selaimen da Costa, a questão é "uma preocupação no mundo inteiro".

"A perda auditiva induzida pelo ruído é um problema que afeta a todas as sociedades, mas, principalmente as mais desenvolvidas e industrializadas. A gente sabe que o ouvido humano quando confrontado com intensidades sonoras acima de 85 decibéis, que não é uma intensidade muito, muito alta, ele tem um tempo de exposição que quando passa de oito horas diárias, para 85 decibéis, ele começa a ser prejudicial às células que habitam internamente o ouvido humano. Isto pode gerar num primeiro momento, desconforto, depois zumbido e, depois, quando o estímulo é sustentado, perda auditiva de caráter irreversível".

Jovens
O especialista falou ainda sobre a incidência do problema entre jovens e destacou a importância da prevenção.

"Eu acho que nós estamos vivendo uma epidemia de perdas auditivas induzidas pelo ruído na população mais jovem. Normalmente, a gente esperava este tipo de problema em indivíduos mais idosos, ou indivíduos de idade média que trabalham em ambientes absolutamente ruidosos, como nas fábricas ou com motores ou coisa assim. O que a gente tem visto são jovens, de 16, 17 anos, que passam o dia inteiro com fones de ouvidos e com intensidades sonoras absurdas, acima, às vezes, de 90, 100 decibéis. Estes, sim, vão sofrer perdas auditivas. Neste caso, o que a gente tem pra fazer é a prevenção porque, na verdade, quando a perda se estabelece, nós não temos como revertê-la exceto através de uso de aparelhos auditivos convencionais."

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De acordo com dados de estudos feitos em países de renda média e alta, analisados pela OMS, cerca de 50% dos adolescentes e jovens adultos entre 12 e 35 anos de idade são expostos a níveis sonoros inseguros pelo uso de dispositivos pessoais de áudio. Cerca de 40% são expostos a níveis sonoros potencialmente prejudiciais em locais de entretenimento.

Ainda segundo a agência da ONU, 360 milhões de pessoas em todo o mundo têm perda auditiva de moderada a profunda. As causas são diversas entre elas, barulho, condições genéticas, complicações no nascimento, doenças e envelhecimento, entre outras. [EBC]

Prevenção da osteoporose deve começar na infância, recomenda ortopedista

[caption id="attachment_3174" align="alignnone" width="400"]criança Transformação está relacionada aos hábitos cultivados desde a infância como no caso da criança que parou de tomar leite e passou a consumir mais refrigerante. Foto: Digihanger/Pixabay[/caption]

 

Os cuidados para prevenir a osteoporose devem ter início ainda na infância, recomenda o diretor de Relações Institucionais do Comitê de Doenças Osteometabólicas da Sociedade Brasileira de Ortopedia (Sbot), Márcio Passini. “O nosso esqueleto vai sendo trocado sistematicamente, porque a gente vai crescendo”, destaca o profissional.

Segundo Passin, na infância, esse processo é mais rápido. Depois, na idade madura, pelo menos 6% do esqueleto são trocados por ano. Quando a pessoa faz uma atividade física, isso estimula o osso a ser mais forte. O diretor lembra, entretanto, que esse processo não ocorre da noite para o dia e que é preciso um tempo para que o esqueleto se adapte à nova necessidade.

O exame chamado densitometria, surgido em 1992, passou a medir a densidade mineral óssea, isto é, a quantidade de cálcio. “Foi um divisor de águas, porque passou a permitir que as pessoas que estavam se tratando de osteoporose soubessem se estavam melhorando. Com isso, foi possível verificar quais medicamentos funcionavam bem.”

Em 1994, vários países fizeram padrões para a densitometria de acordo com a sua população. Um estudo foi feito por médicos italianos com um conjunto de pessoas de 35 anos de idade para mostrar quais eram os padrões. Em 2004, repetiram o estudo, com uma população semelhante à anterior. “E levaram um susto, porque viram que, em dez anos, a nova população tinha 10% menos massa óssea do que a população anterior. Dez por cento [em dez anos] significam 1% ao ano”, ressalta Passini.

Segundo o ortopedista, a população idosa está evoluindo, mas a população osteoporótica cresce mais ainda. “Tem mais idoso com osteoporose do que tinha há dez ou 20 anos”. De acordo com ele, essa transformação está relacionada aos hábitos cultivados desde a infância e a juventude, conhecidos como hábitos deletérios. É o caso da criança que parou de tomar leite e passou a consumir mais refrigerante.

Passini disse que a uma das preocupações, entretanto, está na adolescência, etapa em que a pessoa forma massa muscular que, ao se  desenvolver, força o osso a ter uma qualidade melhor. O médico lembra que, antigamente, havia muitas fraturas em crianças, até os 12 anos de idade, e depois só fraturas por acidentes graves, porque o osso ia ficando cada vez mais forte. De acordo com o especialista, hoje o quadro é outro. Ele destaca que os adolescentes pararam de competir em quadras esportivas e passaram a competir em jogos de computador.

Na população idosa, está havendo um crescimento de osteoporose em torno de 10%, estima Passini. “A gente vai ter, no futuro, praticamente todos os idosos osteoporóticos, o que poderá levar a uma situação de calamidade pública”. Apesar da expansão do tratamento da osteoporose, o número de fraturas osteoporóticas vem aumentando. A doença, frisou o médico, é desproporcional ao crescimento da população com mais idade.

Embora não haja números estatisticamente suficientes, Passini diz que, em função dos hábitos adquiridos a partir da infância, está aumentando a proporção de pessoas que têm osteoporose acima dos 50 anos. "Não atingimos ainda o nível de desenvolvimento de populações mais idosas como existe no Japão. Mas a gente acredita que a nossa população osteoporótica vai crescer e  vai se igualar à de outras partes do mundo.” [ABr]

OMS quer melhoria no ambiente alimentar para combate à obesidade

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O grupo de trabalho da Organização Mundial da Saúde (OMS) que trata do combate à obesidade infantil publicou no último dia 18 um artigo no jornal 'The Lancet', em que aponta a necessidade de os governos adotarem medidas que conduzam à melhoria da salubridade dos ambientes alimentares. Um dos autores do artigo é o brasileiro Fábio Gomes, nutricionista do Instituto Nacional de Câncer (Inca) do Ministério da Saúde. O grupo se reuniu em novembro do ano passado e tem um novo encontro agendado para abril, na África do Sul. O objetivo é apoiar a OMS na tomada de decisões sobre as políticas que devem ser adotadas pelos países.

Entre uma reunião presencial e outra, os membros se dividem em subgrupos para avançar em tarefas específicas, como identificar experiências bem-sucedidas e barreiras para implementação de políticas de prevenção de obesidade. “O foco do grupo de trabalho é na implementação de ações. A gente sabe quais são as causas da obesidade, sabe que há uma série de ações que vão ser efetivas para reduzir a obesidade, mas tem que avançar na implementação dessas ações e em quais políticas a gente deve priorizar para, de fato, ter resultados”, disse Fábio Gomes hoje (27) à Agência Brasil.

Ressaltou, porém, que não se trata apenas de combater a obesidade infantil, uma vez que “a obesidade faz parte de um ciclo de vida”.  No momento, o grupo da OMS está montando um sistema de responsabilização, monitoramento e implementação. A proposta apresentada por Gomes visa identificar a obesidade como uma expressão de falência no sistema alimentar. A obesidade não é causada pelo fato de as pessoas estarem comendo mal e não praticarem atividade física. “Tem causas por trás disso que fazem com que isso ocorra”.

O grupo está dedicado a mapear essas causas o mais longe possível, até os limites mais macropolíticos, disse o nutricionista do Inca. Isso abrange desde políticas que definem o espaço urbano até a interferência de políticas de preços de alimentos na alimentação mais saudável. Mapeando desde os elementos mais próximos do indivíduo, relacionados à educação alimentar, até questões mais estruturais, o grupo poderá identificar quais são os atores responsáveis por implementar essas ações e como eles devem atuar para que isso se viabilize.

Do ponto de vista da regulação, Gomes disse que os governos precisam avançar na aprovação de leis que possam, por exemplo, restringir a publicidade de alimentos e o uso de personagens infantis no rótulo de alimentos que estimulam a compra e o consumo pelas crianças. O trabalho visa também identificar espaços em que a sociedade civil possa expor práticas das indústrias ligadas ao superestímulo do consumo de alimentos não saudáveis, citou. A sociedade deve também se organizar para pressionar que o Congresso avance na aprovação de determinadas leis.

Vários países na América Latina já modificaram rótulos de alimentos para oferecer informações mais claras e advertências sobre consumo e para regular a publicidade, em especial dentro das escolas, destacou. No Brasil, resolução recente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) caracterizou a propaganda abusiva para alimentos infantis.

Após a criação desse sistema de responsabilização, monitoramento e implementação, a ideia é “propor ao país que quer enfrentar a obesidade o que ele precisa desenvolver e o que a sociedade, o governo e as indústrias têm que fazer para poder avançar as políticas públicas, e regular”. O grupo pretende revelar ainda o quanto as ações voluntárias das indústrias são eficazes ou não para o tamanho do problema que é a obesidade. “A gente precisa de medidas rigorosas para frear o processo que está acontecendo de forma muito explosiva”.

Gomes acredita que a partir da adoção dessas ações, a salubridade dos ambientes alimentares pode melhorar. “E todo o sistema alimentar é alterado para melhor. Isso impacta na produção e na sua diversidade, e também no meio ambiente”. Por isso, sustentou que a OMS quer olhar a obesidade como uma das expressões de defeitos no sistema alimentar. Os ajustes sistêmicos podem mostrar um resultado mais realista de correção estrutural do problema, sinalizou.

Na próxima reunião de abril, serão apresentadas as primeiras conclusões do subgrupo de trabalho de combate à obesidade da OMS. Ele interage com outro subgrupo que avalia as evidências científicas da relação dos fatores de risco para ganho de peso e obesidade e está integrado à comissão para erradicação da obesidade no mundo. A meta é construir um conjunto de recomendações e de politicas no âmbito da OMS. [ABr]

Animação mostra os efeitos das drogas no organismo

Uma produção é do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo mostra os efeitos negativos das drogas no organismo, em especial o álcool. Por ser uma droga de consumo permitido, o álcool é sinônimo de socialização e está sempre presente em confraternizações.

Os primeiros efeitos do álcool são euforia e desinibição é comum que o hábito se inicie na adolescência, período em que começam a ser frequentes reuniões com oferta de bebidas alcoólicas. No Brasil, 10% da população sofre com alcoolismo. Os homens correspondem a 70% dos casos, enquanto as mulheres correspondem a 30%. Assista o vídeo:

http://youtu.be/i0oVKCLsTyA