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Ansiedade pode comprometer desempenho no trabalho

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A ansiedade já foi apontada por muitos estudiosos da mente humana como o grande mal do século. Livros de autoajuda, inclusive, abordam esse tema em profundidade de tão preocupante que o assunto se tornou. E não é para menos. Uma pesquisa realizada na região metropolitana de São Paulo, pelo Departamento de Psiquiatria da Unifesp, mostrou que durante a análise feita entre 2009 e 2012, cerca de 30% dos paulistanos sofrem de algum transtorno mental, sendo que a ansiedade foi diagnosticada em 20% das pessoas estudadas.

O transtorno, aliás, entrou em pauta durante o maior evento de gestão da América Latina, no início de novembro. Em palestra promovida pela Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC), gestores de recursos humanos de importante grupo de medicina preventiva no Brasil abordaram cases sobre desenvolvimento de pessoal da organização e pontuaram que, entre os problemas observados, os que mais afetavam a qualidade e o desempenho do trabalho individual ou em equipe estavam relacionados ao transtorno de ansiedade.

Para o especialista em comportamento, Sulivan França, trabalhar a ansiedade no âmbito profissional vai além do problema em si. “É preciso analisar o que causa a distúrbio e, a partir de determinado ponto, traçar possibilidades. O foco deve ser na solução e não no problema”, explica França. “Aplicando o método coaching é possível obter resultados satisfatórios e minimizar a ansiedade pelos objetivos profissionais. Porém vale ressaltar que o coaching vai trabalhar com metas bem definidas e com foco em resoluções, mas jamais tratar circunstâncias psicológicas. Se o problema for profundo ou envolver questões fisiológicas será necessário tratamento psicoterapêutico” ressalta.

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Dia Mundial do Rim: silenciosa, doença renal crônica atinge 10% da população

A doença renal crônica atinge 10% da população mundial e afeta pessoas de todas as idades e raças. A estimativa é que a enfermidade afete um em cada cinco homens e uma em cada quatro mulheres com idade entre 65 e 74 anos, sendo que metade da população com 75 anos ou mais sofre algum grau da doença. Diante desse cenário, no Dia Mundial do Rim, lembrado hoje (12), a Sociedade Brasileira de Nefrologia defende que o exame dos níveis de creatinina sérica e a pesquisa de proteína na urina façam parte dos exames médicos anuais.

O risco de doença renal crônica, de acordo com a entidade, deve ser avaliado por meio de oito perguntas: Você tem pressão alta? Você sofre de diabetes? Há pessoas com doença renal crônica na família? Você está acima do peso ideal? Você fuma? Você tem mais de 50 anos? Você tem problema no coração ou nos vasos das pernas (doença cardiovascular)? Se uma das respostas for sim, a orientação é procurar um médico.

Os principais sintomas da doença renal crônica são falta de apetite, cansaço, palidez cutânea, inchaços nas pernas, aumento da pressão arterial, alteração dos hábitos urinários como urinar mais à noite e urina com sangue ou espumosa.

As recomendações das entidades médicas para reduzir o risco ou para evitar que o quadro se agrave incluem manter hábitos alimentares saudáveis, controlar o peso, praticar atividades físicas regularmente, controlar a pressão arterial, beber água, não fumar, não tomar medicamentos sem orientação médica, controlar a glicemia quando houver histórico na família e avaliar regularmente a função dos rins em casos de diabetes, hipertensão arterial, obesidade, doença cardiovascular e histórico de doença renal crônica na família.

Dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia indicam que 100 mil pessoas fazem diálise no Brasil. Atualmente, existem 750 unidades cadastradas no país, sendo 35 apenas na cidade de São Paulo. Os números mostram ainda que 70% dos pacientes que fazem diálise descobrem a doença tardiamente. A taxa de mortalidade para quem enfrenta o tratamento é 15%. [ABr]

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Especialistas orientam mulheres para prevenir doenças cardíacas

[caption id="attachment_4203" align="alignnone" width="400"]mulher_exercício Mulheres precisam instituir uma rotina de atividade física regular e diária.[/caption]

 

O chefe da Divisão de Hipertensão do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), Ivan Cordovil, alertou hoje (6) para a necessidade de a mulher ficar atenta ao peso, mas também à pressão arterial, à glicose e ao colesterol, para prevenir doenças cardíacas. Segundo o cardiologista, a prevenção é fundamental e, para isso, é preciso fazer exames de seis em seis meses.

Ao participar da campanha de prevenção da saúde cardiovascular feminina, no Largo do Machado, no bairro do Flamengo, Cordovil disse que a hipertensão e a obesidade estão fortemente ligadas às doenças cardíacas. De acordo com o médico, depois dos 20 anos, as mulheres devem fazer exames de sangue, obrigatoriamente, duas vezes por ano, porque existem doenças que acarretam aumento da pressão arterial durante a gravidez, o que pode levar à mortalidade fetal.

O INC e o Departamento de Cardiologia da Mulher, da Sociedade de Cardiologia do Rio de Janeiro  (Socerj), são responsáveis pela campanha, que faz parte da programação comemorativa do Dia Internacional da Mulher, no próximo domingo (8).

Na ação de hoje, durante a avaliação de peso e altura e verificação da pressão arterial, quando constatavam alguma anormalidade, os médicos orientavam a paciente sobre os cuidados necessários.

O objetivo da campanha é chamar a atenção para as doenças passíveis de prevenção e que, por isso, podem ser evitadas com o controle do peso, a prática de atividades físicas, a alimentação saudável e a observação de recomendações para evitar doenças cardiovasculares. Segundo a coordenadora do INC e do Departamento de Cardiologia da Socerj, Ana Patrícia Oliveira, a obesidade e a pressão arterial elevada são dois fatores de risco importantes para o aumento da incidência das doenças cardiovasculares, principalmente entre as mulheres.

"A doença cardiovascular é a principal causa de mortalidade nas mulheres. Ela mata mais do que doenças infecciosas, câncer e acidentes", disse a médica. Por isso, é importante que as mulheres se cuidem, principalmente porque a faixa etária em que essa doença vem aparecendo entre elasé cada vez mais precoce. A mulher tem que controlar o peso adequadamente, instituir uma rotina de atividade física regular e diária e de alimentação saudável, além de eliminar o excesso de sal, combater o fumo e o alcoolismo”, recomenda Ana Patrícia.

Muitas mulheres que estavam sendo atendidas durante a ação no Largo do Machado admitiram que não têm hábito de ir ao médico. Ivolina Sepulvura, de 77 anos, moradora do Flamengo, reconheceu que deveria cuidar mais de sua saúde e que esse tipo de campanha alerta sobre a importância da prevenção de doenças.

"Eu não sinto nada. Só tenho um problema de oscilação de pressão, por causa do meu estado emocional. Confesso que não vou muito ao médico, mas sei que deveria ir", disse Ivolina. Para ela, ações como essa são muito boas. "Um dos motivos para eu estar aqui é incentivar outras mulheres, que ficam perto do Largo do Machado, porque, se eu estou aqui, elas podem estar também. Verifiquei a pressão e já está em 19. Vou passar ali, no médico e, se ele falar que eu tenho que mudar a alimentação, ou tomar remédio, vou obedecer, porque é para o meu bem-estar." [ABr]

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Embolia pulmonar afeta mais mulheres

[caption id="attachment_3385" align="alignnone" width="400"]Cigarro é um dos fatores de risco. Cigarro é um dos fatores de risco.[/caption]

Mulheres lideram o ranking de casos de embolia pulmonar, porém uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) mostra que apesar de já ter ouvido falar de trombose, 57% da população não sabe quais são os sintomas e dos entrevistados, 78% diz que não sabe o que é a embolia pulmonar e metade deles nunca ouviu falar.

O médico radiologista, Marcelo Canuto, explica que a embolia pulmonar acontece quando ocorre um trombo numa artéria pulmonar. "Trombo é um coágulo dentro de um vaso sanguíneo", explica o médico. Ele afirma ainda que os sintomas frequentes da embolia pulmonar são dores torácicas, falta de ar, apneia e tosse seguida de sangramento.

Alguns fatores podem afetar certas pessoas como problema na circulação sanguínea, pacientes que passaram por alguma cirurgia e ficam acamados, repouso, por algumas semanas, casos de anticoncepcionais que podem causar trombose. Outras causas também podem desenvolver embolia pulmonar, como obesidade, sedentarismo e pessoas que possuam varizes nos membros inferiores.

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[EBC]

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1,1 bilhão de pessoas correm risco de perder a audição

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Segundo a Organização Mundial da Saúde, OMS, cerca de 1,1 bilhão de adolescentes e jovens adultos estão em risco de perda auditiva. A causa seria o "uso inseguro de dispositivos pessoais de áudio, incluindo smartphones, e exposição a níveis sonoros prejudiciais em locais como bares, discotecas e eventos esportivos.

 

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico – Facial,  Dr. Sady Selaimen da Costa, a questão é "uma preocupação no mundo inteiro".

"A perda auditiva induzida pelo ruído é um problema que afeta a todas as sociedades, mas, principalmente as mais desenvolvidas e industrializadas. A gente sabe que o ouvido humano quando confrontado com intensidades sonoras acima de 85 decibéis, que não é uma intensidade muito, muito alta, ele tem um tempo de exposição que quando passa de oito horas diárias, para 85 decibéis, ele começa a ser prejudicial às células que habitam internamente o ouvido humano. Isto pode gerar num primeiro momento, desconforto, depois zumbido e, depois, quando o estímulo é sustentado, perda auditiva de caráter irreversível".

Jovens
O especialista falou ainda sobre a incidência do problema entre jovens e destacou a importância da prevenção.

"Eu acho que nós estamos vivendo uma epidemia de perdas auditivas induzidas pelo ruído na população mais jovem. Normalmente, a gente esperava este tipo de problema em indivíduos mais idosos, ou indivíduos de idade média que trabalham em ambientes absolutamente ruidosos, como nas fábricas ou com motores ou coisa assim. O que a gente tem visto são jovens, de 16, 17 anos, que passam o dia inteiro com fones de ouvidos e com intensidades sonoras absurdas, acima, às vezes, de 90, 100 decibéis. Estes, sim, vão sofrer perdas auditivas. Neste caso, o que a gente tem pra fazer é a prevenção porque, na verdade, quando a perda se estabelece, nós não temos como revertê-la exceto através de uso de aparelhos auditivos convencionais."

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De acordo com dados de estudos feitos em países de renda média e alta, analisados pela OMS, cerca de 50% dos adolescentes e jovens adultos entre 12 e 35 anos de idade são expostos a níveis sonoros inseguros pelo uso de dispositivos pessoais de áudio. Cerca de 40% são expostos a níveis sonoros potencialmente prejudiciais em locais de entretenimento.

Ainda segundo a agência da ONU, 360 milhões de pessoas em todo o mundo têm perda auditiva de moderada a profunda. As causas são diversas entre elas, barulho, condições genéticas, complicações no nascimento, doenças e envelhecimento, entre outras. [EBC]

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Prevenção da osteoporose deve começar na infância, recomenda ortopedista

[caption id="attachment_3174" align="alignnone" width="400"]criança Transformação está relacionada aos hábitos cultivados desde a infância como no caso da criança que parou de tomar leite e passou a consumir mais refrigerante. Foto: Digihanger/Pixabay[/caption]

 

Os cuidados para prevenir a osteoporose devem ter início ainda na infância, recomenda o diretor de Relações Institucionais do Comitê de Doenças Osteometabólicas da Sociedade Brasileira de Ortopedia (Sbot), Márcio Passini. “O nosso esqueleto vai sendo trocado sistematicamente, porque a gente vai crescendo”, destaca o profissional.

Segundo Passin, na infância, esse processo é mais rápido. Depois, na idade madura, pelo menos 6% do esqueleto são trocados por ano. Quando a pessoa faz uma atividade física, isso estimula o osso a ser mais forte. O diretor lembra, entretanto, que esse processo não ocorre da noite para o dia e que é preciso um tempo para que o esqueleto se adapte à nova necessidade.

O exame chamado densitometria, surgido em 1992, passou a medir a densidade mineral óssea, isto é, a quantidade de cálcio. “Foi um divisor de águas, porque passou a permitir que as pessoas que estavam se tratando de osteoporose soubessem se estavam melhorando. Com isso, foi possível verificar quais medicamentos funcionavam bem.”

Em 1994, vários países fizeram padrões para a densitometria de acordo com a sua população. Um estudo foi feito por médicos italianos com um conjunto de pessoas de 35 anos de idade para mostrar quais eram os padrões. Em 2004, repetiram o estudo, com uma população semelhante à anterior. “E levaram um susto, porque viram que, em dez anos, a nova população tinha 10% menos massa óssea do que a população anterior. Dez por cento [em dez anos] significam 1% ao ano”, ressalta Passini.

Segundo o ortopedista, a população idosa está evoluindo, mas a população osteoporótica cresce mais ainda. “Tem mais idoso com osteoporose do que tinha há dez ou 20 anos”. De acordo com ele, essa transformação está relacionada aos hábitos cultivados desde a infância e a juventude, conhecidos como hábitos deletérios. É o caso da criança que parou de tomar leite e passou a consumir mais refrigerante.

Passini disse que a uma das preocupações, entretanto, está na adolescência, etapa em que a pessoa forma massa muscular que, ao se  desenvolver, força o osso a ter uma qualidade melhor. O médico lembra que, antigamente, havia muitas fraturas em crianças, até os 12 anos de idade, e depois só fraturas por acidentes graves, porque o osso ia ficando cada vez mais forte. De acordo com o especialista, hoje o quadro é outro. Ele destaca que os adolescentes pararam de competir em quadras esportivas e passaram a competir em jogos de computador.

Na população idosa, está havendo um crescimento de osteoporose em torno de 10%, estima Passini. “A gente vai ter, no futuro, praticamente todos os idosos osteoporóticos, o que poderá levar a uma situação de calamidade pública”. Apesar da expansão do tratamento da osteoporose, o número de fraturas osteoporóticas vem aumentando. A doença, frisou o médico, é desproporcional ao crescimento da população com mais idade.

Embora não haja números estatisticamente suficientes, Passini diz que, em função dos hábitos adquiridos a partir da infância, está aumentando a proporção de pessoas que têm osteoporose acima dos 50 anos. "Não atingimos ainda o nível de desenvolvimento de populações mais idosas como existe no Japão. Mas a gente acredita que a nossa população osteoporótica vai crescer e  vai se igualar à de outras partes do mundo.” [ABr]

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OMS quer melhoria no ambiente alimentar para combate à obesidade

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O grupo de trabalho da Organização Mundial da Saúde (OMS) que trata do combate à obesidade infantil publicou no último dia 18 um artigo no jornal 'The Lancet', em que aponta a necessidade de os governos adotarem medidas que conduzam à melhoria da salubridade dos ambientes alimentares. Um dos autores do artigo é o brasileiro Fábio Gomes, nutricionista do Instituto Nacional de Câncer (Inca) do Ministério da Saúde. O grupo se reuniu em novembro do ano passado e tem um novo encontro agendado para abril, na África do Sul. O objetivo é apoiar a OMS na tomada de decisões sobre as políticas que devem ser adotadas pelos países.

Entre uma reunião presencial e outra, os membros se dividem em subgrupos para avançar em tarefas específicas, como identificar experiências bem-sucedidas e barreiras para implementação de políticas de prevenção de obesidade. “O foco do grupo de trabalho é na implementação de ações. A gente sabe quais são as causas da obesidade, sabe que há uma série de ações que vão ser efetivas para reduzir a obesidade, mas tem que avançar na implementação dessas ações e em quais políticas a gente deve priorizar para, de fato, ter resultados”, disse Fábio Gomes hoje (27) à Agência Brasil.

Ressaltou, porém, que não se trata apenas de combater a obesidade infantil, uma vez que “a obesidade faz parte de um ciclo de vida”.  No momento, o grupo da OMS está montando um sistema de responsabilização, monitoramento e implementação. A proposta apresentada por Gomes visa identificar a obesidade como uma expressão de falência no sistema alimentar. A obesidade não é causada pelo fato de as pessoas estarem comendo mal e não praticarem atividade física. “Tem causas por trás disso que fazem com que isso ocorra”.

O grupo está dedicado a mapear essas causas o mais longe possível, até os limites mais macropolíticos, disse o nutricionista do Inca. Isso abrange desde políticas que definem o espaço urbano até a interferência de políticas de preços de alimentos na alimentação mais saudável. Mapeando desde os elementos mais próximos do indivíduo, relacionados à educação alimentar, até questões mais estruturais, o grupo poderá identificar quais são os atores responsáveis por implementar essas ações e como eles devem atuar para que isso se viabilize.

Do ponto de vista da regulação, Gomes disse que os governos precisam avançar na aprovação de leis que possam, por exemplo, restringir a publicidade de alimentos e o uso de personagens infantis no rótulo de alimentos que estimulam a compra e o consumo pelas crianças. O trabalho visa também identificar espaços em que a sociedade civil possa expor práticas das indústrias ligadas ao superestímulo do consumo de alimentos não saudáveis, citou. A sociedade deve também se organizar para pressionar que o Congresso avance na aprovação de determinadas leis.

Vários países na América Latina já modificaram rótulos de alimentos para oferecer informações mais claras e advertências sobre consumo e para regular a publicidade, em especial dentro das escolas, destacou. No Brasil, resolução recente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) caracterizou a propaganda abusiva para alimentos infantis.

Após a criação desse sistema de responsabilização, monitoramento e implementação, a ideia é “propor ao país que quer enfrentar a obesidade o que ele precisa desenvolver e o que a sociedade, o governo e as indústrias têm que fazer para poder avançar as políticas públicas, e regular”. O grupo pretende revelar ainda o quanto as ações voluntárias das indústrias são eficazes ou não para o tamanho do problema que é a obesidade. “A gente precisa de medidas rigorosas para frear o processo que está acontecendo de forma muito explosiva”.

Gomes acredita que a partir da adoção dessas ações, a salubridade dos ambientes alimentares pode melhorar. “E todo o sistema alimentar é alterado para melhor. Isso impacta na produção e na sua diversidade, e também no meio ambiente”. Por isso, sustentou que a OMS quer olhar a obesidade como uma das expressões de defeitos no sistema alimentar. Os ajustes sistêmicos podem mostrar um resultado mais realista de correção estrutural do problema, sinalizou.

Na próxima reunião de abril, serão apresentadas as primeiras conclusões do subgrupo de trabalho de combate à obesidade da OMS. Ele interage com outro subgrupo que avalia as evidências científicas da relação dos fatores de risco para ganho de peso e obesidade e está integrado à comissão para erradicação da obesidade no mundo. A meta é construir um conjunto de recomendações e de politicas no âmbito da OMS. [ABr]

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Animação mostra os efeitos das drogas no organismo

Uma produção é do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo mostra os efeitos negativos das drogas no organismo, em especial o álcool. Por ser uma droga de consumo permitido, o álcool é sinônimo de socialização e está sempre presente em confraternizações.

Os primeiros efeitos do álcool são euforia e desinibição é comum que o hábito se inicie na adolescência, período em que começam a ser frequentes reuniões com oferta de bebidas alcoólicas. No Brasil, 10% da população sofre com alcoolismo. Os homens correspondem a 70% dos casos, enquanto as mulheres correspondem a 30%. Assista o vídeo:

http://youtu.be/i0oVKCLsTyA

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Detox pós-carnaval: receita com endívias é perfeita para se recuperar dos excessos

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Uma receita funcional que é perfeita para desintoxicar o organismo sem deixar de ser prática e saborosa: endívias com shitake em papelote. Este é o resultado da parceria entre o Chef Artur Sauerbronn e a nutricionista Bruna Caramello.

O ingrediente principal do prato, como já se nota, é a endívia. Considerado um super vegetal, tem origem holandesa, não leva conservantes e não possui gorduras. Muito versátil na mesa, as combinações podem trazer várias surpresas em dois aspectos muito relevantes: no paladar e na quantidade de benefícios à saúde.

Bruna explica que “a endívia é fonte de vitamina A, ácido fólico e flavonoides, uma substância antioxidante que age no combate ao envelhecimento precoce e doenças crônicas, como o câncer”. Com tantos pontos positivos, coube ao Chef Artur atuar no sabor do prato; o que, para ele, não foi um desafio tão grande assim.

“Desenvolver e realçar o sabor das endívias, na verdade, não tem segredo. Precisamos apenas submetê-las a métodos de cocção diferentes para atingir esse objetivo”, ressalta Chef Artur. “No caso dessa receita, a ideia é que as endívias absorvam os sucos do shitake e do gengibre e também os aromas das ervas frescas e do limão siciliano”, finaliza.

A preparação ainda conta com ingredientes termogênicos, digestivos e diuréticos, muito adequados à época em que um detox se faz necessário. “Vale acrescentar, ainda, seu benefício prebiótico, por favorecer o crescimento de bactérias benéficas do sistema digestivo”, diz Bruna. Curtiu muito o carnaval e agora precisa alimentar seu corpo com os nutrientes certos? Não abra mão do sabor! Anote o que é preciso para essa receita sensacional, resultado de uma parceria entre esses dois experts.

ENDÍVIAS COM SHITAKE EM PAPELOTE
Preparação para 2 porções

- 2 folhas de endívias
- 1/2 xícara de shitake cortado em lâminas
- raspas de limão siciliano
- raspas de gengibre
- pimenta em grãos moída na hora
- tomilho e alecrim frescos
- sal rosa
- azeite de oliva extra virgem

Acomode em um pedaço de papel alumínio as 2 folhas de endívias. Recheie as "barquinhas" com o shitake ainda cru. Tempere com as raspas de limão siciliano e gengibre, alecrim e tomilho frescos, uma pitada de sal rosa e a pimenta. Feche o papelote e leve-os sobre uma forma para assar por cerca de 15 minutos a 200graus. Passado o tempo, abra o papelote, regue um fio de azeite extra virgem e sirva no próprio papel alumínio.

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Iogurte de gengibre amargo pode ajudar no combate a doenças

gengibre

Pesquisadores do Amazonas desenvolvem iogurte à base de gengibre amargo. Com alto poder cicatrizante, o produto promete revolucionar a nutrição e auxiliar no tratamento de inflamações gastrointestinais e câncer.

A pesquisa sobre essa qualidade de gengibre deu novo uso a raiz que até então era utilizada apenas com fins ornamentais, por causa de suas flores em tons vermelhos, rosas e laranjados, como explica o pesquisador do INPA – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Carlos Cleomir.

De acordo com os pesquisadores, o iogurte possui ação antioxidante, antiinflamatória, antitumoral e antimicrobiana e poderá ser um complemento na prevenção e no tratamento de gastrites, úlceras e câncer.

E para quem se questiona sobre o sabor da iguaria, o pesquisador garante que, apesar de amargo, o iogurte pode ser agradável ao paladar. E é nesse sentido que trabalham os nutricionistas e engenheiros da equipe.

A previsão é que o iogurte de gengibre amargo chegue às prateleiras dos supermercados no segundo semestre deste ano. [EBC]

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Depilação também é coisa de homem!

Mais do que estética, a depilação masculina é considerada por alguns uma questão de higiene pessoal. Vencendo preconceitos e ganhando adeptos a cada dia, a prática é, inclusive, incentivada por muitas mulheres que preferem homens bem cuidados e que se importam com sua aparência. Restam, porém, dúvidas quanto à melhor maneira de retirar os pelos para obter o melhor resultado. Confira algumas técnicas:

Aparelhos descartáveis e lâminas
Mesmo pouco indicado, os uso de barbeador descartável é hoje ainda um dos métodos mais utilizados por homens que desejam eliminar os pelos do corpo, por ser indolor e econômico. Uma alternativa é o aparelho de aparar ajustável, que permite a troca das lâminas para cada área a ser depilada.

Barbeador elétrico
Dependendo da qualidade da máquina, o barbeador elétrico é capaz de depilar várias partes do corpo com precisão, desde nariz e sobrancelhas até o peito e costas. O regulador de tamanho é sua peça chave, mas o manuseio deve ser observado atentamente. Aparelhos de qualidade duvidosa costumam arrancar os pelos ao invés de cortá-los.

Depilação a laser
Muito difundida entre as mulheres, a depilação a laser começa a se popularizar entre o público masculino. Exige mais de uma sessão e é uma alternativa definitiva com custo relativamente alto, por isso deve ser bem planejada para não pesar no orçamento.

Cera
Quente ou fria, a depilação com cera é uma opção com bom custo-benefício que garante a durabilidade. A fria, inclusive, utiliza um processo que arranca os fios pela raiz. Porém, é um método doloroso e que requer atenção para não causar nenhuma lesão na pele.

Cremes depilatórios
Como qualquer solução química, os cremes depilatórios devem ser testados na pele antes de serem aplicados. São muito úteis para situações emergenciais, mas têm durabilidade mínima e não podem ser utilizados no rosto e nas partes íntimas. Destacam-se por ser uma opção indolor e muito prática. [Men’s Market]

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Carnaval: saiba o que comer para não perder o pique

No carnaval, exagero só na alegria. Em entrevista ao programa Cotidiano, da Rádio Nacional de Brasília, a nutricionista Flávia Morais alerta que o mais importante, durante o carnaval, é se alimentar. "O primeiro ponto é não esquecer de comer. Nesta época, a gente gasta energia e é preciso repor para ter pique e disposição", destacou ela.

Outras recomendações são tomar um café da manhã reforçado e variado, se alimentar a cada três horas e levar opção de lanche como fruta seca ou barra de cereal para não ficar sem se alimentar. Os alimentos que dão energia são fontes de carboidrato, como as frutas e as massas integrais, preparadas com menos gordura.

Na rua, prestar atenção às condições de higiene no preparo e estocagem dos alimentos. Alimentos gordurosos, como frituras ou com recheios cremosos, como carnes ou camarão, devem ser evitados. Os foliões devem optar por açaí, tapioca e sucos de frutas.

Flávia Morais lembra que é preciso se hidratar bastante. São necessários, no mínimo, dois litros de líquido por dia (água, chás, sucos, água de coco). Tomar bebida alcoólica com moderação, sempre intercalada com o consumo de bebida não alcoólica.

Sobre os energéticos, a nutricionista alerta que são, na maioria, à base de cafeína e o excesso pode causar hipertensão arterial e taquicardia. Devem ser consumidos com moderação e sem associar à bebidas alcoólicas.

frutas_alimentacao_saudavel

Em caso de ressaca, alimentar-se com alimentos leves e de fácil digestão para ajudar o fígado a eliminar o álcool do organismo. É recomendável muito líquido e frutas como melancia. O suco verde pela manhã tem efeito depurativo e desintoxicante.

Chás de sabor amargo (boldo e carqueja) também ajudam no trabalho do fígado, além dos chás de camomila e hortelã, que melhoram o processo digestivo. [EBC]

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Spray de espuma e maquiagem excessiva no carnaval podem causar lesões nos olhos

[caption id="attachment_2284" align="aligncenter" width="580"]Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil Se a espuma cair nos olhos, a indicação é lavar a área com água corrente e, se não melhorar, procurar um médico. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil[/caption]

Produtos comuns no carnaval, o spray de espuma e a maquiagem podem ser um problema para a saúde dos olhos. O Conselheiro da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, Marcus Sáfady, alerta que as lesões causadas por spray de espuma podem comprometer a visão.

“Quando a espuma cai nos olhos, pode causar vermelhidão, sensação de areia nos olhos, dor e todo tipo de reação alérgica”, explica o médico. Caso isso aconteça, o primeiro passo, segundo ele, é lavar a área afetada com água corrente e, se não melhorar, procurar um médico. Sáfady desaconselha a automedicação, pois existe o risco de complicar ainda mais a situação.

A carioca Larissa Ribeiro, 28 anos, precisou de atendimento de emergência depois de ser atingida por spray em um bloco de rua, na capital fluminense. “Uso lentes de contanto, então foi pior ainda. Minha vista ficou totalmente irritada e não conseguia enxergar direito. Detesto esses sprays, deviam ser proibidos”, comentou.

O Projeto de Lei 4.476/12, que propunha a proibição da venda do produto, foi arquivado no dia 31 de janeiro deste ano, pois o Artigo 105 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados determina que ao fim de cada legislatura sejam arquivadas as propostas que estavam em tramitação.

A maquiagem excessiva é outro problema comum no carnaval, de acordo com o médico. “É preciso cuidado ao usar sombras com purpurina ou glitter, pois caso caia na vista, o material pode arranhar a córnea ou se alojar na pálpebra, causando irritação”, explica.

O oftalmologista adverte que o lápis de pintura também pode ser um vilão para os olhos. “Na parte interior das pálpebras, onde é utilizado, ficam as glândulas de meibômio, responsáveis pela secreção de material gorduroso que ajuda na composição da lágrima. A obstrução dessas glândulas aumenta o risco de inflamação e infecção local, podendo causar terçol”, explica Marcus Sáfady, lembrando que a remoção da maquiagem antes de dormir é fundamental para retirar quaisquer resíduos prejudiciais à visão. [ABr]

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“Doença do Beijo” é um risco iminente no Carnaval

[caption id="attachment_2279" align="aligncenter" width="800"]Foto: Ádria de Souza/Prefeitura de Olinda Clima de carnaval serve de incentivo para os beijoqueiros. Foto: Ádria de Souza/Prefeitura de Olinda[/caption]

No Carnaval, os sentimentos que surgem em grande parte da população brasileira são alegria, agitação, euforia, entre outras, já que é uma festa anual e a necessidade é de aproveitá-la ao máximo, levando a uma tendência do aumento de parceiros entre adolescentes e adultos. Esta fato serve como alerta para os cuidados com a saúde e a prevenção de certas doenças mais iminentes nesta época, como a Mononucleose Infecciosa (MI), ou mais conhecida popularmente como a “Doença do Beijo”.

Por se tratar de uma doença infecciosa causada pelo vírus Epstein-Barr (VEB), do grupo Herpes1, o Dr. Arnaldo Guilherme B. Tamiso, otorrinolaringologista do Hospital Paulista, chama a atenção da população para que, durante as folias de Carnaval, as pessoas entendam os riscos de possíveis enfermidades que podem ser adquiridas pela troca de saliva, objetos contaminados ou por transfusão de sangue.

A transmissão ocorre, normalmente, no período de incubação que dura de 30 a 45 dias. Uma vez infectada, a pessoa pode permanecer com o vírus no organismo para o resto de sua vida. Segundo o otorrinolaringologista, a mononucleose acomete, principalmente, jovens entre 15 e 25 anos e pode ser facilmente confundida com outras doenças respiratórias.

Os sintomas frequentes e progressivos são a dor de garganta, febre, calafrio, inchaço dos glânglios (ínguas), fadiga, mal-estar e sudorese. “Vale ressaltar que é algo sério, pois pode comprometer o sistema linforreticular, em especial o fígado e baço, além disso, esse vírus pode desencadear alguns tipos de câncer como linfomas”, explica o especialista.

Não existe uma vacina ou medicamento específico para prevenir a mononucleose e o tratamento recomendado é como nas demais viroses, ou seja, combater os sintomas com antitérmicos, analgésicos, anti-inflamatórios, hidratação e bastante repouso.

A orientação do dr. Arnaldo é procurar ajuda médica ao menor sinal de algum dos sintomas descritos anteriormente. “Com o exame clínico do paciente e o exame laboratorial, feito através da detecção do anticorpo contra o vírus EBV, é possível detectar o problema e indicar o tratamento adequado”, finaliza.

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Carnaval: saiba como reduzir os efeitos da ressaca

[caption id="attachment_2272" align="aligncenter" width="800"]Recomendação é beber cerca de três litros de água ao longo das 24 horas após beber álcool. Foto: Creative Commons Recomendação é beber cerca de três litros de água ao longo das 24 horas após ingerir álcool. Foto: Creative Commons[/caption]

Dor de cabeça, mal-estar e outros incômodos relacionados à ressaca não combinam com o clima das festas de carnaval e podem ser evitados com alguns cuidados antes, durante e até depois das comemorações. Pesquisas recentes apontam e profissionais advertem que a hidratação regular e boa alimentação podem salvar o dia seguinte.

“A primeira orientação para evitar os sintomas é alimentar-se bem. Ingerir bebidas alcóolicas em jejum, por exemplo, não faz bem pois potencializa o esvaziamento gástrico e a absorção de álcool”, explica a nutricionista brasiliens Karyne Quirino. Segundo ela, nos dias das festas é necessário consumir alimentos pobres em gorduras, com poucos condimentos, e hidratar-se o tempo todo.

Para minimizar os sintomas da ressaca, a recomendação é consumir cerca de três litros de água ao longo das 24 horas seguintes. É possível diminuir os efeitos do álcool no fígado, com o consumo de frutas, verduras e ricos em fibras.

“A desidratação é responsável por parte dos sintomas da ressaca, dentre eles a dor de cabeça. Caso surjam sintomas como náuseas e vômitos, é recomendável o consumo de água de coco, gengibre e limão”, aponta a nutricionista.

Novidade
As recomendações nutricionais vão ao encontro de resultados de pesquisas científicas recentes. Um estudo publicado no último dia 19 dezembro pelo instituto Royal Society Chemistry (no Reino Unido) por cientistas coreanos chegou à conclusão que o ginseng vermelho, planta que é tratada como afrodisíaca em alguns países, alivia os sintomas da ressaca do álcool. Segundo os pesquisadores liderados por Jong Ho-Lee, foram investigados por duas semanas os efeitos do ginseng em 25 homens saudáveis. Os indivíduos beberam 100 ml de uísque (40% de álcool) e as amostras de sangue eram coletadas quatro horas após o consumo. Com o consumo do ginseng, os níveis de álcool e dos produtos metabolizados caíram, o que aliviou os efeitos no organismo.

Bebida com gás
Estudo feito por um grupo de cientistas chineses da Universidade de Sun Yat-Sem, em Guangzhou, descobriu, por exemplo, que uma boa saída para diminuição dos sintomas da ressaca é consumir refrigerante com sabor de limão. Segundo o grupo liderado pelo químico Hua-Bin Li, a água com gás já pode ajudar bastante. Outra pesquisa publicada em outubro na revista Food and Function, também da Royal Society of Chemistry, aponta que estas bebidas atuam contra um vilão principal da ressaca, o acetaldeído (produto metabolizado do etanol). A água com gás e o refrigerante de limão teriam funcionado de forma mais eficiente do que 57 tipos de ervas e chás pesquisados pelos chineses.

Anote aí: alimentos que podem atenuar sintomas da ressaca
- Água de coco, gengibre e limão (contra náuseas e vômitos)
- Arroz integral;
- Batata, inhame, cará, mandioca, batata doce;
- Abóbora moranga;
- Frutas;
- Folhas verdes (principalmente as mais escuras, como couve e espinafre);
- Alho;
- Chá verde.

[EBC]

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Guia de sobrevivência: Confira 8 dicas de saúde para o carnaval

carnavalUm dos feriados mais esperados do ano promete muita diversão, música, sol e folia. A preocupação com as festas é tanta que alguns foliões acabam se esquecendo de cuidados mais básicos com a saúde. Para descobrir quais são os problemas mais comuns nessa época e saber como evitá-los, confira dicas de especialistas e siga este “guia de sobrevivência” para aproveitar o máximo do carnaval:

1- Hidrate-se
Para prevenir a desidratação, nutricionistas recomendam que a hidratação seja feita com antecedência. Beba bastante água, seja pura, em forma de suco ou consumindo frutas que contenham muita água como a laranja e a melancia. Elas vão ajudar a manter o corpo hidratado, o que é fundamental para quem deseja permanecer bem disposto. Os sucos de frutas são uma ótima opção, pois além de hidratar, fornecem um açúcar natural (frutose) que repõe a energia gasta e impede a hipoglicemia.

2- Beba com responsabilidade
As bebidas alcoólicas são potencialmente diuréticas e, por isso, promovem uma eliminação de líquidos muito maior do que a ingestão em si, provocando desidratação, por isso intercale um copo de bebida alcoólica com um de água. Dessa forma, os efeitos negativos e até mesmo a ressaca ficam mais brandos. O coma alcoólico também é uma ameaça. A melhor forma de evitá-lo é se alimentando bem e se hidratando durante as festas, além de "ir devagar" com a bebida. Caso tenha que socorrer alguém que tenha perdido os sentidos, leve-o imediatamente ao hospital. Não se deve dar comidas ou bebidas a alguém que está em coma alcoólico.

3- Use camisinha e cuide do seu corpo
Tenha sempre em mãos as famosas camisinhas. Muitas doenças podem ser transmitidas pelo ato sexual e a contaminação pelo vírus da Aids, da gonorreia, da herpes e da sífilis pode acontecer em uma única relação. A camisinha, por si só, é eficaz para prevenir esses problemas. Mas não é apenas o sexo que pode transmitir doenças. Existem alguns vírus que podem ser passados também pelo beijo, como a mononucleose infecciosa, conhecida como a "doença do beijo". Ela pode causar febre, dor de garganta e até aumento do baço e do fígado. A herpes labial também é transmitida através do beijo e, uma vez adquirida, não há cura definitiva.

4- Evite acidentes nas estradas
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o consumo mínimo de álcool associado ao volante pode causar acidentes. Recomenta-se que o motorista espere pelo menos 12 horas depois de ter bebido antes de se sentar ao volante. O endurecimento da Lei Seca já reflete resultados positivos nas rodovias federais. Segundo dados da PRF, durante o ano de 2012, antes da alteração da legislação, a cada 20 testes do '‘bafômetro’', a Polícia Rodoviária Federal flagrava um motorista dirigindo sob efeito de álcool. Em 2013, eram necessários 39 testes para multar ou prender um condutor e em 2014, até julho, a cada 43 testes, um indicava o consumo de bebida alcoólica. As mortes em acidentes causados pela embriaguez reduziram 11% de 2012 para 2013.

5- Fique longe de caixas de som
Para evitar lesões nos ouvidos, fique a uma distância segura de caixas de som. Para músicos, o uso de protetor auricular é obrigatório. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Otologia (SBO), é durante o carnaval que se verifica um aumento no número de casos de pessoas que apresentam problemas nos ouvidos, causados, principalmente, pelos ruídos derivados de caixas de som super-potentes dos clubes e trios elétricos. O ouvido humano suporta até 90 decibéis. A partir daí, já existe a possibilidade de uma pessoa apresentar lesão, muitas vezes irreversível, levando à perda auditiva. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a poluição sonora a terceira maior do meio ambiente, perdendo apenas para a poluição da água e do ar

6- Cuidado com afogamentos
O calor da época leva muitas pessoas a praias, lagos e cachoeiras. Durante o carnaval, o número de pessoas vítimas de afogamento cresce. Ao procurar locais para nadar, escolha locais conhecidos e nunca vá sozinho. É importante também obedecer sinalizações de perigo. Procure sempre locais que tenham a presença de Guarda-Vidas ou o Corpo de Bombeiros.

7- Tenha cuidado com o sol
Como a incidência dos raios ultravioletas está cada vez mais agressiva em todo o planeta, os cuidados com o sol devem ser redobrados. Se você vai curtir o carnaval durante o dia, não se esqueça de proteger a pele. A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda o uso de chapéus, camisetas e protetores solares, com Fator de Proteção Solar (FPS) mínimo de 15, reaplicado de duas em duas horas. Também deve ser evitada a exposição entre as 10h e as 16h.

8- Reponha suas energias
Descanse sempre que possível. O corpo precisa de seis a oito horas por dia para se regenerar. Caso ele não tenha esse o período de descanso, fica muito difícil manter o ritmo todos os dias do carnaval. Em algum momento ele dará sinais de cansaço e esgotamento. Caso a folia vá até tarde, faça uma compensação dormindo um pouco mais. [EBC]

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Uso de protetores de ouvido vira polêmica após Claudia Leitte usar acessórios em ensaio de escola

[caption id="attachment_2267" align="aligncenter" width="618"]Bloco_da_camisinha_circuito_Campo_Grande_Salvador Barulho dos blocos e trios elétricos pode prejudicar a audição. Foto: Antônio Cruz/ABr[/caption]

A poucas horas do carnaval, blocos e trios elétricos já arrastam foliões em várias cidades Brasil afora. Especialistas da área de saúde, no entanto, alertam para os males causados pelo grande barulho gerado pelos instrumentos de percussão e aparelhagens de som, que pode prejudicar a audição dos foliões e também dos músicos e percussionistas que garantem o sucesso da festa. O melhor é colocar protetor nos ouvidos.

Mas usar ou não protetores virou polêmica depois que a cantora Claudia Leitte apareceu com esses acessórios durante ensaio técnico da escola Mocidade Independente de Padre Miguel – ela será a rainha de bateria – no Sambódromo do Rio. “Aproveitadora”, “frescura” e “amadorismo” foram alguns dos adjetivos usados por seus críticos por ela querer se proteger do som da bateria.

A fonoaudióloga Isabela Carvalho, da Telex Soluções Auditivas, defende a precaução tomada pela cantora. “O barulho em excesso faz muito mal à audição. Sons acima de 85 decibéis podem provocar lesões irreversíveis na cóclea (órgão da audição). Para efeito de comparação, uma turbina de avião emite sons de 110 decibéis, enquanto que perto da bateria de uma escola de samba esse volume pode alcançar 130 decibéis. O indivíduo deve evitar a exposição a sons dessa intensidade”, alerta a especialista.

Para se ter uma ideia, quem brinca a 50 metros de um trio elétrico está exposto a um ruído de 96 decibéis, e quem fica logo atrás do trio enfrenta um barulho ainda maior, que pode chegar a 120 decibéis. Em ambientes fechados a poluição sonora também é prejudicial, seja pelo batuque das baterias ou até pelo alto volume nas caixas de som, em clubes ou quadras de escola de samba.

A grande intensidade de som pode ocasionar sensação de pressão nos ouvidos, zumbido e dificuldades para ouvir, no próprio dia ou no dia posterior à folia. E o que é pior, os efeitos podem ir mais além, como explica a fonoaudióloga.

“Mesmo que a pressão no ouvido ou zumbido desapareça logo após a exposição a sons elevados, as células auditivas já podem ter sido lesionadas. Os problemas de audição poderão aparecer com o passar do tempo”, explica.
A perda de audição conhecida pela sigla PAINPSE (Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados) tem efeito cumulativo e é resultado da exposição prolongada a ruídos altos, no decorrer da vida. Por isso, a especialista alerta: “Os ouvidos são sensíveis ao excesso de barulho, tanto na intensidade, quanto no tempo de exposição. As lesões são irreversíveis, já que o organismo não consegue produzir novas células auditivas saudáveis”.

Para quem quer se esbaldar no Sambódromo, em blocos, bailes e trios elétricos, a fonoaudióloga recomenda uma distância mínima de 10 metros da fonte do barulho, além do uso de protetores auriculares, que diminuem o impacto do som alto nos ouvidos. Os ritmistas também devem usar a proteção. “O atenuador diminui o som, permitindo que se escute a música e o batuque em um volume aceitável para os ouvidos”, explica a fonoaudióloga.

Há vários modelos de protetores de ouvido, como os da Telex, por exemplo, feitos em silicone ou acrílico. Ambos são moldados de acordo com a anatomia do ouvido de cada usuário, de forma a ficar bem ajustados. São práticos, podem ser transparentes ou coloridos, e diminuem o som que entra pelos ouvidos em até 25 decibéis.

A exposição prolongada ao som alto, por anos seguidos, pode levar a diversos graus de surdez, ao longo dos anos, de acordo com a sensibilidade de cada pessoa. Por isso, cuide de sua audição para poder brincar com alegria, ouvindo os sons da folia por muitos e muitos carnavais.

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Moda nas baladas, vodca no olho pode causar lesões graves e até cegueira

olhosUma moda que surgiu nos Estados e Europa chega ao Brasil e exige atenção de responsáveis e profissionais da saúde. É a "vodka eyeballing", que consiste em derramar uma dose de vodca nos olhos, como se fosse um colírio, para embriagar mais rápido.

Para falar sobre o assunto, o programa Cotidiano entrevistou o médico oftalmologista Richard Yudi Hida, que falou aos ouvintes da Rádio Nacional de Brasília o quanto essa prática perigosa, que está ficando cada vez mais comum nas baladas pelo país, pode prejudicar a saúde dos olhos.

Richard Yudi explicou que o efeito de embriaguez desejado pelos praticantes não é comprovado. Além disso, por conter, em média, 40% de álcool, a vodca pode matar as células da parte superficial do olho e causar dor intensa e ardência na hora. Segundo ele, dependendo do grau de lesão, a prática pode levar à doenças severas e até mesmo à cegueira.

“A vodca pode causar na parte mais superficial dos olhos, a conjuntiva (parte branca), muitos danos por conta do álcool. De uma forma aguda, na hora que você encosta a vodca nos olhos, as células são mortas”.

O oftalmologista contou, também, que, nestas práticas, como a vodca passa direto para o cérebro, sem passar pelo fígado, o que aconteceria se fosse tomada da forma normal, os jovens procuram mais por esse método para ficarem mais bêbados. Porém, a prática pode ser muito prejudicial à saúde. [EBC]

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Carnaval exige cuidados com a saúde, alerta especialista

[caption id="attachment_2172" align="alignleft" width="300"]carnaval_salvador Transmissão de doenças em locais aglomerados se torna ainda mais fácil. Foto: Manu Dias / Secom BA[/caption]

O carnaval brasileiro movimenta todo o país e cada região tem suas festas típicas, que podem anteceder a semana ou até continuar na quarta-feira de cinzas. Portanto, o ideal é estar preparado para aproveitar essa maratona com alguns cuidados com a saúde.

O primeiro passo é estar com as vacinas em dia. Nessa época do ano, os turistas lotam o país e a transmissão de doenças em locais aglomerados se torna ainda mais fácil.

Segundo o infectologista e assessor médico do Laboratório Sabin, Alexandre Cunha, umas das doenças mais comuns durante esta época é a mononucleose. Conhecida como Doença do Beijo, a infecção viral acomete principalmente adolescentes e adultos jovens, entre 15 e 25 anos. Entre os sintomas estão febre, dor de garganta e aumento de linfonodos (popularmente conhecidos como gânglios ou ínguas) na região do pescoço. “A mononucleose tem como principal transmissor a saliva. Mas, o vírus não é transmitido apenas pelo beijo. Pode ser encontrado em copos mal lavados ou ao dividir canudos", explica o especialista.

Um cuidado essencial recomendado pelo especialista é o uso da camisinha.“O uso do preservativo é a forma mais eficaz na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Durante o carnaval temos altos índices de contágio de doenças como HIV, herpes genital, sífilis, HPV, hepatite B e gonorreia”, afirma Cunha.

Outra dica importante é a hidratação. Isto porque a perda de água através da transpiração é muito intensa e, além disso, o aumento do consumo de bebidas é significativo. Todo cuidado é necessário, principalmente em época de Carnaval, quando todo mundo só quer se divertir.

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Pesquisa mostra que quase metade da população do Sudeste dispensa camisinha

camisinhaEmbora 93% da população da Região Sudeste soubessem, em 2013, que a camisinha é a melhor forma de prevenir as doenças sexualmente transmissíveis, 46% da população sexualmente ativa da região não usaram o preservativo em todas as relações sexuais nos 12 meses anteriores, revela a Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira. Foram ouvidas 12 mil pessoas de 15 a 64 anos, em todo o país.

O índice de pessoas que, no Brasil, usaram camisinha em todas as relações sexuais, segundo a pesquisa, subiu de 48% para 54% entre 2004 e 2013. Os dados mostram que 94% da população sabem que o preservativo é a melhor forma de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST). A pesquisa levou o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a afirmar que é preciso fazer campanhas de testagem para combater a epidemia de HIV.

Para o ministro, que participou hoje da divulgação da campanha contra DST/aids no Rio de Janeiro, esse quadro mostra que o combate à epidemia não pode se restringir a estimular o uso da camisinha: "Para a mudança de comportamento, não basta ter informação. Não vamos desistir de trabalhar intensamente o uso do preservativo e da camisinha, tanto masculina como feminina. Mas não podemos olhar esses dados da pesquisa nacional e dos pesquisadores das universidades e ONGs [organizações não governamentais] e continuar insistindo que só a camisinha dá conta de enfrentar a epidemia de aids", disse Chioro.

Para reforçar o combate à doença, o ministro da Saúde defendeu campanhas de testagem, para que pessoas já soropositivas descubram que têm o vírus e iniciem imediatamente o tratamento, que, se realizado corretamente, pode fazer com que a presença do vírus seja reduzida a um patamar em que deixa de ser transmissível.

A cantora Preta Gil, que participou da divulgação da campanha, disse que vê em muitos jovens certa indiferença pela doença. "Para a geração nova, é como se a aids não existisse, é como se tivesse desaparecido", resaltou, referindo-se a jovens que adotam comportamento de risco, apesar de estarem informados sobre as formas de prevenção. Chioro concordou e destacou que, além do comportamento de risco, aumentou o número de parceiros sexuais ao longo da vida do brasileiro.

"O jovem de hoje não tem a mesma visão da dramaticidade que foi a infecção por HIV na população. Não viu seus heróis e personalidades públicas morrerem de aids e são beneficiários da luta e do tratamento. Ao mesmo tempo, além de já não terem a mesma visão, adotam hábitos muito mais liberais do ponto de vista dos parceiros sexuais. Não podemos desconhecer essa realidade, que indica a necessidade de estender a estratégia", argumentou o ministro.

De acordo com a pesquisa, de 2004 para 2013, subiu de 18% para 49% o percentual de brasileiros que têm mais de dez parceiros sexuais ao longo da vida. Segundo o ministro, o levantamento indica ainda que, na Região Sudeste, o percentual chega a 70%, e cresce ainda mais se levada em conta apenas a população mais jovem. A pesquisa completa será divulgada ao longo do ano. [ABr]

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Dieta equilibrada e exercícios físicos preparam o folião para o carnaval

[caption id="attachment_2004" align="alignleft" width="300"]Foto: Tomaz Silva/ABr Foto: Tomaz Silva/ABr[/caption]

Dieta equilibrada e a prática regular de atividades físicas são fatores que predispõem o folião para o carnaval que se aproxima. A doutora Andrea Dario Frias, doutora em nutrição, adverte que nem sempre é assim. “As pessoas estão saindo do período de férias e de final de ano, em que deram uma 'paradinha' na academia e uma descuidada na alimentação. E, aí, vem o carnaval na sequência”.

Faltando uma semana para as festas de Momo, ainda dá para ficar com o corpo em dia para curtir a folia, “chegar com mais disposição, energia e, até, com uns quilinhos a menos, se você se cuidar”,  indicou Andrea. A primeira dica é fracionar a alimentação, isto é, consumir alimentos de três em três horas ou, no máximo, a cada quatro horas. “Isso vai garantir uma saciedade para a refeição seguinte e você vai comer menos quantidade de alimento”. Isso também vai fazer com que o metabolismo da pessoa trabalhe de forma adequada.

Andrea reforçou que a alimentação no período pré-carnaval deve ser equilibrada, porque o objetivo é “dar uma desintoxicada” de tudo que foi ingerido de errado no final do ano e nas férias, e “ter mais pique”. A alimentação deve ser baseada em carnes magras, preferencialmente frango sem pele e peixe, e alimentos cozidos a vapor e grelhados, evitando o consumo de frituras ou o uso de muita gordura no preparo. Frutas e legumes podem ser comidos em abundância, na forma de saladas e sucos, além de cereais integrais. Se a pessoa não é intolerante à lactose, pode utilizar laticínios com moderação, em especial os desnatados.

A doutora alertou, porém, que não existe milagre. Ninguém vai chegar com pique ao carnaval se não tiver condicionamento físico. Por isso, disse ser importante intensificar a atividade física. “A gente pede que se você já é adepto da atividade física, intensifique um pouco mais para se preparar melhor, e, se não é adepto, passe a fazer com frequência, no mínimo  três a quatro vezes por semana, caminhada ao ar livre, esteira, bicicleta, natação [por exemplo], para que possa, nesse período, promover um equilíbrio do metabolismo, melhorar a queima de calorias, caso precise enxugar medidas, e chegar ao carnaval mais em forma”.

Para aqueles que não têm tempo de fazer uma alimentação adequada, Andrea lembrou que existem no mercado alimentos que podem atuar como apoio à refeição, principalmente à noite, como os shakes. Mas é preciso ter cuidado e não usar esse tipo de alimento por tempo prolongado. “Sempre um  shake bem balanceado, nutritivo e que seja aprovado por empresas de confiança, que a gente sabe que fazem dentro das regras que o Ministério da Saúde estabelece”.

A pessoa deve tomar muito líquido para hidratar o corpo. Sucos desintoxicantes, feitos com frutas, vegetais e gengibre, chá verde, água-de-coco são opções para limpar o organismo  de impurezas e têm efeito termogênico, ou seja, aceleram a queima de calorias, receitou. “Nesse período, a gente acredita que dessa forma, a pessoa vai se preparar e chegar até o momento de curtir bem o carnaval”.

Quando o carnaval começar de fato, a recomendação da doutora em nutrição é mudar o cardápio, aumentando a hidratação para  repor os líquidos perdidos. O uso de água, sucos naturais e água-de-coco deve ser intensificado. É preciso cuidado também em relação às bebidas alcoólicas, que não devem ser ingeridas de estômago vazio. “O álcool desidrata o corpo. Você pode tomar, mas sempre alternando com muita água”. Ela destacou que o álcool em demasia pode sobrecarregar o fígado com excesso de toxinas.

As pessoas não devem abusar de alimentos muito gordurosos durante o carnaval e tomar cuidado com refeições preparadas na rua, para evitar intoxicações. Para ter mais energia, os foliões devem preferir os carboidratos, como massas com molho vermelho, lanches leves com pães integrais, batata e tapioca. “Consumir hortaliças e frutas, sob a forma de sucos, e não ficar em jejum. Fazer uma boa refeição à hora em que acordar no dia seguinte e, depois, a cada três ou quatro horas, comer alguma coisa para se manter nutrido”. [ABr]

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Cardiologistas alertam para perigo da mistura de álcool com energético

bebidasA mistura de bebidas alcoólicas com energéticos pode acarretar perigos para os usuários e atrapalhar o carnaval de muita gente, alerta o vice-presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj), Ricardo Mourilhe.

Segundo ele, os energéticos são ricos em cafeína e taurina, que são “potentes estimulantes - assim como o álcool -, e podem induzir ao aumento da pressão arterial, à arritmia". Uma doença cardíaca pré-existente pode ser agravada, e se o usuário tem uma doença incipiente, ainda não manifestada, ela pode ser potencializada por causa do uso dessas substâncias, disse Mourilhe.

O cardiologista explicou que se o consumidor tem pressão arterial já elevada e toma estimulante misturado com álcool, a pressão sobe mais ainda, e isso pode levar a um acidente vascular cerebral (AVC).

Pessoas de qualquer idade estão sujeitas a esses perigos, mas Mourilhe explicou que, nos jovens, o risco da combinação álcool e energético é maior porque “o jovem, em geral, faz uso dessas substâncias  em quantidade muito maior. Se ele tem, por exemplo, a doença não diagnosticada, não conhecida, o risco dele acaba sendo maior por esse motivo. Normalmente, a pessoa mais velha tende a se cuidar mais e se policia”. O jovem, ao contrário, mesmo que tenha algum problema, costuma relaxar mais e ignorar os perigos, apontou.

O vice-presidente da Socerj recomenda que se a pessoa resolver beber, é importante que se mantenha hidratada, porque a hidratação oral ajuda a minimizar a questão. Um dos problemas da combinação álcool e energético, segundo ele, é a rápida desidratação, o que agrava ainda mais os riscos, e isso dá mais arritmia, mais hipertensão arterial.

É preciso também que os foliões não esqueçam de se alimentar no período do carnaval. Nunca devem beber em jejum, destacou Mourilhe. “Como a mistura de energéticos com álcool leva à desidratação, se junta desidratação com jejum, o quadro se agrava mais”. Por isso, indica que é importante se alimentar durante o consumo da mistura e beber muita água em paralelo.

O ideal, porém, advertiu o cardiologista, é reduzir ao máximo a combinação de bebidas alcoólicas e energéticos, ou não consumir, e se for usar, que o faça com "extrema moderação”. Ele diz que hoje em dia os jovens costumam misturar energéticos com vodca, que é uma bebida mais barata. Isso é um agravante, disse, porque o destilado tem um percentual de álcool muito mais alto que a cerveja, por exemplo. “Então, tendo mais álcool, maior o risco”, ressalta.

De acordo com a presidenta da Socerj, Olga Ferreira de Souza, os energéticos permitem que a pessoa beba em maior quantidade. Com isso fica mais sujeita a embriaguez e a riscos de quedas, de acidentes, de dependência e até de morte, com redução de reflexos.

Pesquisa feita em 2002 pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostra que a cafeína presente nos energéticos, quando combinada com álcool, tem impacto negativo no cérebro, podendo levar ao envelhecimento precoce e a doenças como o Mal de Parkinson e Alzheimer.

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Câncer mata ao menos 8 milhões de pessoas no mundo todos os anos

exames_para_diagnosticar_cancer[1]No Dia Mundial de Comate ao Câncer, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou hoje (4) que a doença registra, anualmente, 14 milhões de novos casos e 8 milhões de mortes em todo o mundo. A maioria das óbitos – cerca de 60% –, segundo os dados, são identificados na África, Ásia e na América do Sul.

“A OMS está trabalhando em conjunto com todos os países para construir soluções que reduzam as mortes prematuras provocadas pelo câncer por meio de um esforço global para diminuir em 25% as mortes prematuras provocadas por doenças crônicas não transmissíveis até 2025”, informou a OMS.

Análise feita pela organização mostra que o número de novos casos de câncer deve aumentar em 70%, nas próximas duas décadas, em todo o mundo, passando de 14 milhões para 22 milhões. Entre homens, os cinco tipos mais comuns da doença são pulmão, próstata, colorretal, estômago e fígado. Entre as mulheres, os principais tipos são mama, colorretal, pulmão, cérvix e estômago.

De acordo com a OMS, um terço das mortes por câncer são resultado de cinco riscos comportamentais e alimentares: alto índice de massa corporal, baixo consumo de frutas e verduras, falta de atividade física, uso do tabaco e consumo de álcool.

O tabaco aparece como o principal fator de risco para câncer, uma vez que responde por cerca de 30% das mortes pela doença e por 70% das mortes por câncer de pulmão em todo o mundo. [ABr]

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Praticar corrida sem orientação pode causar lesões

correrO verão é uma estação que anima as pessoas a praticarem atividade física para exibir o corpo na praia, na cachoeira ou na piscina.

Como queima muitas calorias, a corrida é uma das atividades mais praticadas também por quem começa a se exercitar. Só que para começar a correr, as pessoas precisam procurar, além de um cardiologista, um especialista para ter orientações práticas.

A pisada errada, por exemplo, pode comprometer as articulações e provocar lesões sérias. O assistente jurídico Ney Dourado ficou nove meses sem fazer atividade física por causa de uma lesão causada pela prática de exercícios sem orientação especializada.

"Eu não tinha o hábito de fazer atividade física nenhuma, era resistente até mesmo para fazer academia. Mas só que quando a gente começa a correr, você sempre quer correr mais. Só que quem corre não quer fazer academia. Aí eu deixei a academia de lado, que foi um erro, porque a academia ajuda a fortalecer a estrutura fisiológica, e foi aí que eu tive a lesão. Quando começava a doer eu camuflava a dor."

Ney colocava anti-inflamatório e isso camuflava a dor. "Eu fiquei nove meses sem atividade física nenhuma com problema no pé. O diagnóstico foi uma fascite plantar crônica, que é uma inflamação da sola do pé. E hoje, depois de passar por isso, eu fui liberado a correr e eu estou correndo normal. Consegui eliminar cinco quilos", conta.

O médico ortopedista, especializado em medicina esportiva do Into, Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, Eduardo Branco, dá algumas recomendações para quem quer começar a fazer atividades físicias como, por exemplo, correr.

"Antes de você começar qualquer atividade, a primeira coisa é você passar por uma avaliação médica que vai investigar o seu risco, com base na sua história na família, se você tem alguma história de doença cardíaca, diabetes, lesões e fazer os seus exames específicos. O ideal quando você vai começar a fazer sua atividade de corrida é avaliar o seu tipo de pé”, destaca

De acordo com o especialista, existem pessoas que tem a pisada pronada, pisada neutra e a pisada supinada. “Existem calçados de corrida que são apropriados para esse tipo de pisada. Se você usa um calçado que não é apropriado, você vai sobrecarregar mais essa articulação do pé e do tornozelo, você vai sobrecarregar mais o tendão de Aquiles, a musculatura. Então, você vai ter mais esforço para fazer a atividade, vai sentir mais dor e às vezes não vai ter o efeito que você desejava", explica.

O ortopedista Eduardo Branco lembra que é necessário fazer alongamento antes e depois da corrida, correr em horários em que o sol não esteja tão forte e não esquecer de beber água, mesmo durante a atividade. O médico faz ainda um último alerta.

"Para aquela pessoa que está começando a correr pela primeira vez, o ideal é você começar progressivamente. Começar com uma caminhada, passar para uma corrida mais leve com trote, até você entrar para a corrida, propriamente dito. A qualquer sinal que você suspeitar de uma lesão, você tem que interromper essa atividade e procurar um atendimento médico para verificar se essa lesão precisa ser tratada", alerta. [Portal Brasil]

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Nutricionista dá dicas para lanches saudáveis nas escolas

peraCom o início das aulas, pais e ortopedistas ficam preocupados com o peso das mochilas e também com o que os estudantes comem. Afinal, eles se deparam com a tentação dos lanches fritos, salgadinhos e doces vendidos nas cantinas de algumas escolas. Há colégios que proibiram a venda desses alimentos, mas onde ainda é permitido a orientação aos pais é de que os lanches preparados em casa são a saída para manter a alimentação saudável de crianças e adolescentes.

A nutricionista e professora do Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília, Raquel Botelho, dá dicas aos pais sobre os alimentos que devem ser evitados e o que é recomendável para o lanche. Na lista do que deve ser evitado estão os alimentos ricos em açúcares, gordura e sódio, como biscoitos recheados, doces, refrigerantes e salgadinhos industrializados. “Esses salgadinhos são riquíssimos em sódio, e as crianças estão consumindo muito sódio e ficando hipertensas cedo. Deixe esses alimentos para um momento de festa, de fim de semana”, recomenda Raquel.

Item comum na lancheiras das crianças, os sucos de caixinha também não são uma boa opção, pois podem ter mais açúcar que os refrigerantes. Eles podem ser substituídos por água de coco e sucos naturais.

As frutas são boas alternativas para levar à escola. Além da fruta, é interessante incluir comidas que garantam energia, como sanduíches naturais, pão e torradas com queijo magro, geleia ou requeijão.

Com a correria do dia a dia, o comum é que os pais não tenham tempo para preparar lanches, e o mais prático é recorrer aos industrializados. Nesse caso, a nutricionistas ressalta que é importante procurar produtos naturais, sucos e geleias sem açúcar, biscoitos integrais e ficar atento aos rótulos para verificar a quantidade de açúcar e gordura.

Os pais que mantêm conta na cantina, ou compram tickets mensalmente, podem se informar sobre o que é vendido para orientar os filhos no consumo e até combinar o que será fornecido ao estudante.

Para ajudar a quebrar a resistência ao consumo de alimentos saudáveis, a nutricionista Raquel Botelho, sugere que os pais negociem com os filhos um dia da semana para que levem o que quiserem para a escola, ou comprem lanche na cantina. “Se nos outros dias a criança vai ter uma alimentação mais saudável, ela vai ver que algumas coisas não valem a pena, ou vai passar a não gostar, porque vamos adaptando nosso paladar”, avalia.

Outra dica é não colocar alimentos em excesso na lancheira dos filhos. Os pais devem mandar apenas a porção necessária para não atrapalhar a refeição seguinte, que é o almoço ou o jantar.

A advogada Claudia Miziara matriculou o filho de 6 anos em uma nova escola do Distrito Federal, este ano, e ficou surpresa com as regras para a alimentação. Além do refeitório vender apenas comidas com produtos integrais, açúcar mascavo e sucos naturais, os pais não podem mandar de casa nada que fuja dessa linha. “Eu tinha preocupação com lanches saudáveis, porque a cantina da escola anterior vendia salgadinhos e doces, e os coleguinhas também levavam produtos assim e acabavam compartilhando com meu filho”, disse.

Claudia aprovou o método, apesar de considerar ser mais trabalhoso. “Achei bom, apesar de ser mais fácil mandar um pacote de biscoito e um suco de caixinha. Agora, faço suco de fruta bem cedo, faço bolos, e quando ficar complicado vou comprar o lanche da escola. Vendo os coleguinhas comerem assim, meu filho vai acabar se acostumando mais fácil, e creio que no futuro vamos colher bons frutos”, diz.

Motivados pela preocupação com a saúde e com a obesidade infantil, foram aprovadas leis municipais e estaduais que proíbem a venda nas escolas de alimentos que não fazem bem à saúde. Um exemplo é Minas Gerais, onde a rede pública estadual não permite a venda, nas escolas, de frituras em geral, salgados com massa follhada, chocolates, doces, biscoitos recheados, refrigerantes, molhos como catchup e maionese e salgadinhos industrializados.

Um projeto que tramita no Congresso Nacional, desde 2005, propõe que esse tipo de proibição se torne nacional em escolas de educação básica. O Projeto de Lei 406/2005 tem como objetivo “disciplinar a comercialização de alimentos nas escolas de educação básica e a elaboração de cardápios do programa de alimentação escolar”. Pelo texto, ficaria vedada a venda de bebidas de baixo teor nutricional e alimentos com quantidades elevadas de açúcar, gorduras saturadas, gorduras trans e sódio. [ABr]

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Água: beba sem moderação, principalmente no verão

água_copoCom os termômetros registrando temperaturas cada vez mais altas, não faltam truques para espantar o calor: ventilador, ar condicionado, roupas e comidinhas leves. Mas, para manter o corpo hidratado, o consumo de água é fundamental. "Normalmente, perdemos uns dois litros de água por dia através do suor, da urina e de outras atividades que mantêm nosso organismo trabalhando. E, como transpiramos mais no verão, esse número é ainda maior durante a estação", explica Flávia Guernieri, engenheira química da empresa de água mineral Timbu.

Fraqueza, tontura, dor de cabeça e sonolência podem indicar que o corpo está sofrendo com a falta de água. Para repor o líquido, especialistas recomendam a ingestão de uma média de dois litros de água por dia. Além de hidratar, refrescar e espantar o calor, a água é responsável pelo pleno funcionamento das funções vitais. "Ela representa de 40 a 80% do peso total de uma pessoa e atua regulando a temperatura corporal, desintoxicando o organismo, auxiliando no transporte e na absorção de nutrientes, além de revitalizar as células. Por isso, é muito importante ter sempre uma garrafa de água ao alcance das mãos", conta Flávia.

É também no verão que os casos de pedras nos rins se agravam. Um levantamento realizado pelo Centro de Referência da Saúde do Homem, em São Paulo, apontou que os casos de emergência por cálculos nos rins aumentam em até 30% no verão. Isso devido à má alimentação - consumo de sal e proteínas em excesso - e à baixa ingestão de água.

Saúde e beleza
A água traz uma série de benefícios para a saúde e para a beleza. Confira alguns deles:

- Hidrata o corpo, deixando a pele mais saudável, aumentando sua elasticidade e evitando o ressecamento;

- Facilita a perda de peso, já que favorece a diurese, evita o inchaço, traz a sensação de saciedade, além de ser eficaz na eliminação de toxinas;

- Tem um papel importante para as mulheres na menopausa e na pós-menopausa, período em que estão mais propensas à osteoporose devido às mudanças hormonais e à consequente perda de cálcio;

- Atua no funcionamento adequado de músculos e nervos e proporciona mais energia para o dia a dia;

- Regula a temperatura corporal, importante principalmente durante a prática de exercícios físicos e quando o clima está quente;

- Ingerir dois ou três copos antes das refeições ajuda a controlar o apetite, regular o intestino e também facilita a digestão;

- Melhora o sistema imunológico e a concentração, já que nosso cérebro é em sua maior parte formado por água;

Qualidade da água
Pode não parecer, mas nem toda água é igual. Enriquecida de sais minerais pela própria natureza, a água mineral é captada do subsolo através de fontes hidrominerais localizadas em áreas protegidas da poluição ambiental. Já a água potável recebe uma série de tratamentos para ficar isenta de micróbios causadores de doenças e se tornar adequada para o consumo. "Por ser rica em minerais importantes para a saúde, a água mineral contribui efetivamente para a nossa saúde. Algumas delas, como a água que nossa empresa comercializa, possui características especiais, como o baixo teor de sódio - indicado para pessoas com restrições desse elemento na dieta, como os hipertensos. Também é fonte de cálcio, potássio, magnésio e zinco", finaliza Flávia.

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O perigo das “dietas milagrosas"

[caption id="attachment_1699" align="aligncenter" width="620"]É importante tomar cuidado com o modismo em torno da dieta sem glúten e lactose.  Foto: Divulgação É importante tomar cuidado com o modismo em torno da dieta sem glúten e lactose. Foto: Divulgação[/caption]

O glúten e a lactose se transformaram nos mais novos vilões do emagrecimento e da boa forma. Celebridades e publicações sobre dieta vêm apontando a exclusão das duas substâncias da alimentação como principal responsável por seus corpos enxutos. Entretanto, apesar do “modismo” em torno da dieta sem glúten e lactose, especialistas alertam que abolir as substâncias do cardápio pode não ser uma boa solução para enxugar os quilinhos a mais.

O endocrinologista e nutrólogo, João César Castro Soares, explica que não existe nenhum embasamento científico que confirme os benefícios da retirada dessas substâncias. “Uma dieta sem glúten não é mais saudável que uma dieta em que há presença de produtos com glúten. O sucesso do emagrecimento vai depender de todo o contexto alimentar. Deve-se, sim, priorizar a variedade na alimentação, a fim de se conseguir ingerir quantidades ideais de todos os nutrientes”, orienta.

A dieta emagrece? “Até emagrece, mas não da maneira adequada, pois restringe diversos alimentos que são fundamentais para o bom funcionamento do nosso organismo”, explica o endocrinologista Dr João. E não é para menos, se pararmos para analisar o glúten é uma proteína presente em quase todos os alimentos que consumimos como o trigo, centeio, na cevada e também na aveia. Além disso, por exemplo, os alimentos sem glúten são caros e difíceis de serem encontrados, enfatiza o nutrólogo e endocrinologista.

Já a lista dos alimentos sem lactose também restringe alimentos importantes como leite e seus derivados, assim como: queijo, requeijão, iogurte, entre outros. Além de limitar também outros alimentos que você nem imaginava que continham lactose como pão, massa, panquecas – enfim, a lista é grande.

Contudo, existem sim pessoas que se beneficiam com a retirada dessas substâncias, ou seja, os indivíduos que apresentam sensibilidade ao glúten e intolerância à lactose. “Mas esses indivíduos com sensibilidade ao glúten representam apenas 2% da população e, para diagnosticar são necessários a realização de alguns exames específicos”, alerta Dr João. Já a intolerância à lactose é um problema digestivo, que deve ser diagnosticado pelo Teste de Tolerância à Lactose.

Por isso fica o alerta! A pessoa pode até emagrecer fazendo uma dieta sem glúten ou lactose, mas isso ocorre devido a restrição de vários alimentos, o que não é saudável para o nosso organismo. Em pessoas que não têm qualquer tipo de alergia ou intolerância à lactose e ao glúten, a ingestão dessas substâncias não causará dano algum ao organismo, pois elas serão digeridas e absorvidas normalmente.

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Psicólogo dá dicas para mulheres evitarem os riscos e as consequências do excesso de bebidas

bebidasA maioria dos jovens gosta de baladas, mas é necessário ter cuidado com o uso excessivo de bebidas alcoólicas durante as festas, apesar do predomínio masculino no consumo, cada vez mais as mulheres têm ingerido estes tipos de drinks.

Segundo o psicólogo e escritor Alexandre Bez a questão não está no simples ato de beber e sim na quantidade ingerida pelas jovens. “Esse abuso pode alavancar uma série de comportamentos não condizentes com o gênero feminino”, afirma o especialista.

É extremamente necessário que a demanda da consciência alcoólica esteja atualizada, ou seja, saber até onde a mulher pode beber sem extravasar os limites. Para isso, o psicólogo dá algumas dicas de como evitar os efeitos, riscos e as consequências ocasionadas pelos excessos de drinks:

• Se aproximar de estranhos com a maior facilidade, se a pessoa que conheceu alcoolizada não for idônea você pode se meter em uma encrenca, pois sua condição de avaliar estará prejudicada e com isso mais exposta aos riscos;

• Chamar um estranho para dançar, isso pode afastar aquele cara ou suas amigas sóbrias;

• Seus modos e sua compostura vão para o espaço, criando uma falsa imagem a cerca de si mesma. Você vai falar alto, usar outro linguajar, etc;

• Você entrará em diálogos delirantes (induzidos pelo álcool), falando algo totalmente impróprio para a ocasião e assim sabotando a sua noite;

• Aprenda até onde é seu limite de beber com a sua intuição, não o ultrapasse. Nem muito menos aumente a frequência de suas rodadas;

• Um dos grandes problemas em beber é ficar "alterado" e nesta situação você está sujeita a achar que todos são seus amigos, cuidado não aceite nada de estranhos;

• Ficar inconveniente com a sua companhia, alcoolizada poderá manifestar com exagero seu amor próprio, tendo atitudes repetitivas-compulsivas do tipo: eu sou isso ou aquilo, ou ainda tirar 455 selfies;

• Revelar segredos pessoais ou particularidades íntimas sob o efeito do álcool, este inibe a sua censura localizada na mente e chamada Superego.

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Como obter o comprometimento dos colaboradores sem apelar para estímulos emocionais sensacionalistas

mulher sorrindoCom dados recentes de casos em que colaboradores se sentiram humilhados diante de técnicas de motivação aplicadas em grupos dentro de organizações, abre-se precedentes para um debate: Motivação ou emotivação? É possível que as organizações obtenham comprometimento de seus colaboradores sem que seja preciso apelar para estímulos emocionais sensacionalistas? O que podemos definir por técnicas motivacionais?

Heide Castro, psicóloga e especialista em Psicologia Organizacional, diz que as empresas querem que o colaborador “vista a camisa”. “A organização quer que o colaborador atinja os resultados, que trate a empresa como se a mesma fosse dele, que seja engajado e envolvido com o trabalho”, explica. Os treinamentos, quando adequados, visam trabalhar estes objetivos com os colaboradores utilizando vários aportes teóricos para isto. É possível aplicar técnicas de desenvolvimento de pessoas como engajamento, envolvimento, criatividade e intra-empreendedorismo sem que os funcionários se sintam coagidos, ou ainda obrigados a participar. “Ainda que para o desenvolvimento de vários comportamentos, seja muito bom sair da zona de conforto, é preciso ‘contratar’ muito bem as atividades com os participantes e explicar a razão, os motivos para a utilização das técnicas. Não podemos nos esquecer que existe competição e que tem o dia seguinte. E para fechar, que haja total alinhamento dos objetivos propostos pela empresa com as atividades”, esclarece Heide.

Entre as técnicas motivacionais mais indicadas para as organizações estão:
- Investigação Apreciativa: uma forte teoria que ajuda a ampliar o senso de pertencimento, o engajamento, o gosto pelo trabalho e que o colaborador queira fazer dar certo;
- As pesquisas e diretrizes da Sociedade Brasileira de Dinâmicas dos Grupos (SBDG) que estuda o funcionamento dos grupos sociais e as intervenções mais indicadas para cada caso bem como o manejo ético para o coordenador;
- Inúmeros autores que escrevem sobre o funcionamento dos grupos sociais e que dão excelentes exemplos de exercícios para serem trabalhados dentro das oficinas de treinamento.

Os treinamentos devem ser tratados como um processo, e cada funcionário deve entender que as reflexões feitas neste período serão levadas para vida profissional e pessoal. “Um bom processo faz com que as reflexões feitas durante os treinamentos sejam estendidas para a sua vida pessoal também, pois onde tem gente tem as mesmas reflexões sobre a vida, os mesmos anseios. As pessoas tendem a se envolver mais naquilo em que acreditam. Acho que deixar claro que não é obrigatório resolve só em parte, as pessoas se sentem ‘coagidas’ emocionalmente. Fazem parte da empresa do grupo, nem sempre tem a condição de expor o que sentem, guardando somente para ela”, explica Heide Castro.

Quais os cuidados que uma organização pode ter com o objetivo de minimizar a possibilidade de que uma ação motivacional acabe na justiça? Segundo a psicóloga Heide Castro, a solução é fazer programas que tenham objetivo, que as pessoas entendam o que estão fazendo e quais os ganhos ao final de tudo. “A emoção é tudo de bom, mas é preciso evitar técnicas que forcem o surgimento de fortes emoções, e que estas estejam deslocadas de um processo organizacional e tão pouco exposição de fraquezas em público”, conclui.

A psicóloga ainda ressalta: “Precisamos lembrar que ninguém motiva ninguém. Motivação é: Motivos que me levam para a ação”.

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Campanha mostrará que uma vida saudável pode combater o câncer

[caption id="attachment_1645" align="alignleft" width="300"]Foto: Arquivo/Agência Brasil Foto: Arquivo/Agência Brasil[/caption]

A partir desta quarta-feira (28), a Fundação do Câncer desenvolve no Brasil campanha mundial com alertas que podem ajudar a combater um terço dos casos da doença. O movimento, que vai ocorrer nas redes sociais, tem como tema Está ao Nosso Alcance. Ele precede o Dia Mundial de Combate ao Câncer, lembrado em 4 de fevereiro. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer, 576 mil brasileiros descobriram estar com a doença em 2015.

Segundo Celso Rotstein, oncologista consultor da Fundação do Câncer, a doença é um fenômeno complexo causado pela junção de diversos fatores, inclusive genéticos, mas as pessoas podem fazer muito para evitá-la. Entre esses fatores estão o tabagismo, a obesidade e o sedentarismo, que podem ser contornados.

Criada pela União Internacional de Controle do Câncer, a campanha vai ressaltar que pelo menos um terço dos casos mais comuns da doença pode ser prevenido por meio da redução do consumo de álcool, da adoção de dietas mais saudáveis e do aumento da atividade física. O índice de cânceres que podem ser prevenidos ao parar de fumar chega a 50%.

Rotstein conta que estudos já relacionam o consumo de gordura, por exemplo, em carnes e frituras aos cânceres de próstata, do reto e do intestino. Também existe a relação entre o câncer de mama e a obesidade.

Até o dia 4 de fevereiro, a  página da fundação no Facebook vai publicar informações para estimular uma vida saudável, a detecção precoce da doença, o alcance do tratamento para todos e a potencialização da qualidade de vida.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que, no mundo, 22 milhões de pessoas deverão descobrir que têm câncer em 2022 – quase o dobro dos 14,1 milhões diagnosticados em 2012. As mortes, que chegam a 8,2 milhões por ano, devem subir para 13 milhões. A OMS prevê ainda que as nações em desenvolvimento, incluindo o Brasil, serão as mais afetadas. [ABr]

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Desidratação é um dos principais riscos do verão, alerta cardiologista

praia_movimentoO calor intenso registrado na maior parte do país, com sensação términa superior a 40 graus Celsius no Rio de Janeiro, nas últimas semanas,  é um perigo frequente da desidratação, nesta época do ano, alerta o diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj), Cláudio Tinoco.

Segundo o cardiologista, as pessoas têm que evitar fazer atividades físicas ao ar livre, expostas ao sol, no período das 10h às 15h, “que são os horários de pico de  incidência de raios ultravioleta e de maior calor. A pessoa deve se hidratar antes, durante e após as atividades físicas, preferencialmente com água”.

Quando a atividade física se prolonga por mais de uma hora e ocorre perda substancial de líquido, a recomendação é que a pessoa faça reposição de água e também dos sais minerais perdidos. Suco de laranja e de abacaxi, água de coco, além das bebidas isotônicas, que têm mistura de sais minerais e carboidratos, são algumas opções para a reposição dos sais minerais.

Cláudio Tinoco destacou, contudo, que as bebidas isotônicas não substituem a hidratação convencional. Advertiu que devido à presença de carboidratos, elas podem causar aumento de peso, quando a pessoa toma em excesso, sem realizar exercícios físicos. Os isotônicos, acrescentou o especialista, são indicados para situações específicas, quando ocorre perda substancial de água e de sais minerais. O principal isotônico conhecido pela população é o soro caseiro, que  resulta da mistura de água e sal.

Se a pessoa não teve sudorese importante e praticou atividade física de curta duração, “não tem necessidade disso”, salientou Tinoco. Lembrou, também, que pessoas com hipertensão arterial não devem fazer uso excessivo de bebidas isotônicas porque, pela presença do sal  e do sódio, podem contribuir até para o aumento da pressão arterial. “A gente pede parcimônia  no uso do isotônico e para não confundí-lo com energético, que é uma confusão que se faz com bebidas estimulantes, que têm uma quantidade grande de substâncias que aceleram  o metabolismo, o sistema nervoso central, como as bebidas que apresentam quantidade grande de cafeína”, explicou.

O médico acha louvável que as pessoas queiram praticar exercícios físicos, mas sugeriu que antes passem por uma avaliação médica. Uma série de doenças cardiovasculares tem como prevenção o uso regular de exercícios físicos, porque contribuem para controle do peso, para redução da pressão arterial, para controle da glicose no indivíduo com diabete, para redução do colesterol e dos triglicerídeos no sangue, para melhora do funcionamento do coração em doenças que comprometam a circulação das artérias coronárias. “Tem muitas indicações, mas como tudo que a gente faz para melhorar a saúde humana, existe uma dose. E quando a gente usa de modo exagerado ou sem os cuidados adequados, pode gerar risco”, adverte.

No verão, um dos principais riscos está associado à hidratação. Tinoco disse que quando a pessoa tem uma desidratação acima de 2% da quantidade de líquidos do corpo, o sistema cardiovascular já começa a sofrer uma sobrecarga, com aumento do número de batimentos cardíacos e estresse sobre o coração. Quando a desidratação atinge 6%, que é uma perda substancial de líquidos, o estresse sobre o sistema cardíaco é ainda maior. “Em pessoas que têm  problemas cardíacos, como história de infarto, angina de peito, obstrução na artéria coronária,  isso pode ser um risco maior de complicações cardíacas. Essas pessoas têm que ser avaliadas por um médico antes de fazerem atividades físicas”, indicou. [ABr]

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Odontologia estética recupera sorrisos e devolve a autoestima

destaque_03Você já viu pessoas sorrindo com a mão na boca? E pessoas que deixaram de sorrir por vergonha? Algumas pessoas pacientes têm problemas sociais em função de um sorriso em desarmonia. O fato está intimamente ligado à capacidade de relacionamento interpessoal do indivíduo e sua autoestima.

Devido ao alcance dos serviços estéticos, as pessoas começaram a recorrer aos tratamentos odontológicos. “Essa realidade está cada dia mais próxima de pessoas comuns que procuram por esse tipo de tratamento. Ter um belo sorriso deixou de ser um privilégio de celebridades na telinha da TV e já está entrando cada vez mais na casa das pessoas”, afirma a dentista Juliana Rossi, especialista em odontologia estética nas áreas de beleza, saúde e bem-estar.

Embora as pessoas apontem para as celebridades como modelo a ser seguido na escolha do sorriso perfeito, ainda é pouco difundido os tipos de tratamentos que a odontologia estética abrange, que pode ser desde um simples clareamento até uma reabilitação oral, envolvendo um novo encaixe dos dentes (oclusão).

Os cuidados recomendados aos pacientes ao término de um tratamento estético são basicamente os mesmos de um paciente comum: profilaxia na periodicidade melhor para cada paciente; não usar os dentes para cortar qualquer coisa que não seja alimentos; evitar maus hábitos como morder lápis, roer unha, ou seja, cuidados básicos. É importante que o profissional que vai fazer a manutenção de um trabalho assim esteja capacitado para isso.

“Hoje, quem procura o consultório para um tratamento estético traz consigo um sonho e é muito importante que o profissional se sinta seguro e capacitado em poder suprir as expectativas do paciente, e isso gera uma energia boa, diferente da época em que éramos procurados apenas em caso extremo de dor. Percebo que a pessoa que deseja melhorar a estética dos dentes também acaba mudando o valor que dá a higiene bucal e mudando maus hábitos". destaca Juliana.

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Especialistas dão dicas para evitar afogamentos de crianças no verão

criança na águaNada melhor do que entrar na água para se refrescar das altas temperaturas do verão e por isso é bom ficar atento às crianças. A morte de três crianças entre 4 e 11 anos em uma piscina na cidade de Petrópolis (RJ) acende o alerta para casos de afogamentos, principalmente, no verão. De acordo com dados do Ministério da Saúde, essa é a primeira causa de morte de pequenos entre 1 a 4 anos e a segunda entre 5 e 9 anos, atrás apenas de acidentes de trânsito. Com campanhas no ar, organizações alertam para os cuidados que pais e responsáveis devem ter em casa, nas piscinas, em rios e no mar.

Um dos maiores especialistas em afogamentos, o médico David Szpilman, da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático e do Hospital Municipal Miguel Couto, chama atenção para as piscinas. A principal recomendação é para que os pais se mantenham a, no máximo, um braço de distância dos filhos pequenos. “A supervisão tem que ser 100% do tempo”, frisou.

Quem tem piscina em casa deve instalar uma grade em volta, dois ralos para evitar sucção, além de ter um telefone bem próximo, para que seja possível pedir ajuda em emergências.

Com o aumento do número de guarda-vidas e de placas com orientações sobre as condições do mar, Szpilman avalia que o número de casos de afogamento nas praias caiu muito nos últimos anos. Hoje, segundo ele, o maior número de vítimas está entre aquelas que “sabem nadar”. Esta semana, cinco adolescentes de uma mesma família se afogaram em uma praia na cidade de São José de Ribamar, no Maranhão. Quatro deles foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros e foram encaminhados ao hospital municipal. Um dos jovens, de 18 anos, continua desaparecido.

De acordo com o especialista, os cuidados devem ser redobrados onde não há profissionais para o socorro imediato. É o caso de áreas naturais, como rios, cachoeiras, lagos e represas. “A partir dos 10 anos os afogamentos acontecem em águas naturais. A aparência do lugar pode ser de calma, de água tranquila, mas, na prática, pode revelar grandes perigos, como a correnteza e a profundidade, que não são visíveis”, destacou o diretor médico da sociedade de salvamento.

Em casa, o pais também não podem descuidar. A caixa d'água e o vaso sanitário devem permanecer tampados e as banheiras, em hipótese nenhuma, devem ser deixadas cheias. A organização não governamental Criança Segura lembra que afogamentos podem acontecer em pequenas quantidades de água, de até dois dedos. Para alertar as famílias, especialistas da sociedade de salvamento fizeram vídeos com medidas que devem ser tomadas para evitar acidentes no mar ou em águas naturais, principalmente, no verão, época que concentra quase a metade dos afogamentos no ano.

 

Floating KissDicas de segurança

Piscina
Crianças devem sempre ser supervisionadas por um adulto, quando próximas à água. Instale cercas de isolamento, com, no mínimo, 1,5 metro de altura ou dispositivos de segurança em todos os lados da piscina. No caso de piscina infantil, esvazie-a imediatamente após o uso. Ela deve ser guardada fora do alcance das crianças.

Banheira
Um simples descuido pode causar morte por afogamento, por isso, sempre supervisione uma criança tomando banho.

Área externa
Baldes, bacias, caixas d’água e cisternas: esvazie todos os baldes e embalagens, guarde-os virados para baixo e fora do alcance das crianças. Em caso de caixa d’água e cisternas, mantenha sempre com a tampa e amarrada ao reservatório. [ABr]

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Néctar derivado da uva e da laranja passa a ter mais fruta neste ano

[caption id="attachment_1510" align="alignleft" width="211"]Foto: Agricultural Research Service Foto: Agricultural Research Service[/caption]

Apesar de muito presente na mesa dos brasileiros, boa parte da população não sabe qual é a composição dos sucos industrializados. Os sucos têm mais de 50% de frutas; já o néctar, que é o produto mais comum, tem entre 20% e 50% de polpa, além de aditivos químicos. Abaixo dessas porcentagens, são considerados refrescos ou concentrados de frutas - bebidas com pouquíssimo suco natural e muitos ingredientes artificiais. Os sucos integrais são os mais próximos do suco natural, porque não permite adição de açúcar, conservantes ou corantes.

A partir de 31 de janeiro, as composições do néctar de laranja e de uva vão mudar. Atualmente, esses dois produtos têm me média 30% de polpa da fruta, e agora vão ter que trazer pelo menos 40% de frutas. Em 2016, esse número sobe para 50%, que é o padrão internacional para esse tipo de bebida.

Mas, fique atento: os médicos e nutricionistas informam que, mesmo sem aditivos químicos, os sucos industrializados são menos nutritivos do que os naturais. [EBC]

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