Últimas notícias:

A alimentação é uma forte aliada para a manutenção da saúde

Foto: MeiTeng/Stock.Xchng

Comer sem dúvida é um dos maiores prazeres do ser humano, além de ser uma necessidade do nosso corpo, mas para manter a saúde em dia, a alimentação deve ser balanceada e com nutrientes necessários para suprir as necessidades do organismo. Neste Dia Mundial da Saúde e Nutrição, 31 de março, a nutricionista da Medicina Preventiva do Sepaco Autogestão, Eliane de Andrade Dias, dá algumas dicas para manter o equilíbrio alimentar.

Segundo a nutricionista, a correria do dia a dia faz com que as pessoas acabem optando por alimentos prontos, mais calóricos ou lanches rápidos, os famosos fast-foods, deixando de lado o cuidado com a saúde. “É importante prestar muita atenção e ficar alerta com o que é ingerido. Uma alimentação saudável e balanceada é fundamental para a prevenção de doenças, qualidade de vida e manutenção da saúde e bem estar”, destaca.

Eliane afirma que se alimentar bem não é sinônimo de comer em grandes quantidades, pelo contrário, o ideal é comer pouca quantidade, porém de 3 em 3 horas. “A consciência sobre o que é moderado pode ser um forte aliado. Não é necessário fazer dietas mirabolantes e restritivas, mas sim variar os alimentos e montar um prato bem colorido para garantir mais nutrientes”.

A nutricionista aponta 10 bons motivos para manter uma alimentação saudável e deixar de lado os alimentos gordurosos e com muito açúcar:

01. Previne o surgimento de doenças e reforça o sistema imunológico;
02. Ajuda a perder peso e a mantê-lo;
03. Melhora o sistema digestivo, permitindo o bom funcionamento do organismo;
04. Aumenta a qualidade do sono;
05. Fornece mais disposição e energia para as atividades diárias;
06. Garante o bom humor
07. Repõe os nutrientes que o corpo gasta diariamente;
08. Permite manter uma aparência saudável;
09. Acrescenta mais qualidade de vida;
10. Possibilita uma vida mais longa com saúde, evitando o envelhecimento precoce.

0 comentários:

Boa alimentação ajuda a deixar a pele bonita e saudável

Não adianta nada recorrer a tratamentos caros e investir em cremes para melhorar a pele, sem mudar a alimentação. Uma alimentação equilibrada, rica em fibras, vitaminas e minerais é fundamental para manter a pele sempre bonita e saudável. Essas substâncias que estão presentes em diversos alimentos saudáveis, são um dos responsáveis pela maciez e o brilho natural da pele.

Cada alimento tem a sua função no organismo e oferece algum tipo de benefício. Confira a seguir, os alimentos que deixam a pele bonita para você incluir na sua dieta.

Brócolis: Por ser rico em cálcio, zinco e magnésio, que são minerais essenciais para o bem estar de quase todo tipo de células, o brócolis ajuda a manter a pele sempre saudável. Então, se você quer manter a saúde e beleza da sua pele, não se esqueça de encher o prato de brócolis ou couve-de-bruxelas.

Castanhas: A castanha é uma oleaginosa rica em proteína vegetal, fibras e vitaminas. Por esse motivo, elas ajudam a manter a saúde da pele. Além disso, por ser um alimento fácil de transportar, elas são uma ótima opção para manter o corpo bem nutrido, mesmo para quem não tem tempo de preparar um alimento fresco.

Alimentos alaranjados: Alimentos como cenoura, mamão, manga e abóbora, são ricas em betacaroteno, uma substância que ajuda a manter a pele sempre bonita e viçosa. Além disso, esse nutriente é muito importante para a proteção da pele, já que prepara a pele para receber os raios solares, estimulando o corpo a produzir melanina, que é responsável pelo bronzeamento.

Gelatina: A gelatina é rica em colágeno, por isso ajuda na cicatrização, regeneração e sustentação das células e tecidos da pele. Além de deliciosa, a gelatina é ótima para prevenir a flacidez

Melancia: Além de refrescante e deliciosa, a melancia é uma fruta rica em água, sais minerais e vitaminas. Por ser uma fruta diurética, ela ajuda o organismo a eliminar toxinas, e ainda é um ótimo hidratante natural para a pele.

0 comentários:

Reiki é usado em Hospitais Públicos do Distrito Federal

O Reiki, terapia que usa as mãos para equilibrar a energia do corpo humano, está sendo usada em hospitais públicos do Distrito Federal para acelerar a recuperação dos pacientes. Além dos voluntários, a Secretaria de Saúde capacita servidores para que eles aprendam a técnica.



0 comentários:

Escoliose: como o desgaste das articulações causa desvio na coluna

A escoliose do adulto pode acontecer por desgaste das articulações que faz a coluna inclinar para um lado. Se começar a fazer movimentos errados, provoca bastante dor. Acompanhe a entrevista com o neurocirurgião Alexandre Elias, chefe do setor de Coluna Vertebral, do Departamento de Neurocirurgia da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).

//www.mixcloud.com/widget/iframe/?feed=http%3A%2F%2Fwww.mixcloud.com%2Fsemprebem%2Fcomo-o-desgaste-das-articula%C3%A7%C3%B5es-causa-desvio-na-coluna%2F&mini=1&embed_uuid=38c1085a-7206-4f0e-a5bd-e4cdc0495664&replace=0&light=1&stylecolor=0060ff&embed_type=widget_standard&hide_tracklist=1


0 comentários:

Morte por infarto é mais provável nas mulheres por erro de diagnóstico

As mulheres têm maior probabilidade de não resistir a um infarto do miocárdio do que os homens, devido a erros de diagnóstico que atribuem os sintomas a crises de ansiedade, mostra um estudo canadense.

Os investigadores da Universidade McGill, de Montreal, tentaram compreender o que justificava a grande diferença na taxa de mortalidade entre homens e mulheres vítimas de infarto, em estudo divulgado na semana passada.

Foram ouvidos 1.123 pacientes com idade entre 18 e 55 anos, hospitalizados em 24 estabelecimentos de saúde do país, mas também em um hospital americano e outro suíço.

Os pacientes, todos diagnosticados com síndrome coronária aguda, responderam às perguntas dos investigadores nas 24 horas após a internação.

As mulheres ouvidas tinham rendimentos menores do que os dos homens que participaram do estudo. Apresentavam também maiores riscos de diabetes e de hipertensão arterial, tinham um histórico familiar de doenças cardíacas e estavam ainda mais sujeitas à depressão e ansiedade.

Os pesquisadores, que tiveram as suas conclusões publicadas no Jornal da Associação Médica do Canadá, constataram que, em média, se recorre mais frequentemente a eletrocardiogramas e desfibriladores no tratamento dos homens do que no das mulheres.

A diferença de tratamento foi explicada pelo fato de que os pacientes que procuram as urgências por dores torácicas de origem não cardíaca são, em sua maioria, mulheres.

Da mesma forma, “a prevalência da síndrome coronária aguda é menor nas jovens mulheres do que nos homens mais novos”, informou a pesquisadora principal do trabalho, Louise Pilote.

[ABr]

0 comentários:

Ressecamento dos olhos independe do clima, diz oftalmologista

0 comentários:

Brasileiros estão cada vez mais estressados no trabalho

Pesquisa realizada junto a 1.775 diretores de recursos humanos coloca o brasileiro como o empregado mais estressado do mundo. Entre os motivos, estão as longas jornadas de trabalho, a pressão por resultados imediatos e o desequilíbrio entre as vidas profissional e familiar.

//www.mixcloud.com/widget/iframe/?feed=http%3A%2F%2Fwww.mixcloud.com%2Fsemprebem%2Fbrasileiros-est%C3%A3o-cada-vez-mais-estressados-no-trabalho%2F&mini=1&stylecolor=0060ff&embed_type=widget_standard&embed_uuid=30970ed4-b6e3-4e33-bc6b-a3038c133509&hide_tracklist=1&replace=0&light=1


[ABr]

0 comentários:

"Ser feliz depende da maneira de trabalhar com as circunstâncias da vida", afirma psicóloga

Mas, afinal, o que vem a ser a tal felicidade que todos buscam e, muitas vezes, parece difícil ser alcançada? No Dia da Felicidade, comemorado em 20 de março, Isabel Fialho, psicóloga da Medicina Preventiva do Sepaco Autogestão, explica um pouco mais sobre o seu conceito e seus benefícios à saúde.

Segundo Fialho, a felicidade trata-se de um estado de espírito, que depende das escolhas que fazemos diante da vida e o quanto estamos dispostos a nos permitir embarcar neste universo. Ao olhar de forma negativa para sua vida, não buscar novidades e promover mudanças nas situações mais tristes vivenciadas, você pode criar um bloqueio que o impeça de desfrutar de uma vida mais plena e alegre.

Como transformar este cenário? Esta é grande questão. Felicidade não é sinônimo de uma vida sem problemas e sem dificuldades, ela está relacionada em poder lidar de forma saudável e madura com os obstáculos que surgem, ou seja, ser resiliente. “Conquistar a felicidade depende da maneira de trabalhar com as circunstâncias da vida, valorizar as coisas simples que ocorrem no dia a dia e que fazem toda a diferença. Um exemplo disso está em abraçar as pessoas amadas, brincar com um bichinho de estimação, corresponder ao sorriso de uma criança. Enfim, ser grato pela vida e pelas oportunidades”, avalia a psicóloga.

Além disso, já existem estudos que comprovam que a felicidade fortalece o sistema imunológico, previne o envelhecimento precoce, doenças emocionais - ansiedade, depressão, estresse -, doenças psicossomáticas como a gastrite nervosa, a síndrome do intestino irritável, além de melhorar as relações pessoais, profissionais e, consequentemente, a qualidade de vida.

“Isso ocorre porque quando estamos felizes, o corpo libera a endorfina e serotonina, hormônios do prazer que causam a sensação de bem estar”. A serotonina atua diretamente no sistema nervoso central, fazendo a regulação do sono, do apetite e da temperatura corporal. Já a endorfina trabalha como um analgésico corporal, reduzindo as chances de ser ter estresse e aliviando as tensões.

Para finalizar, Isabel deixa a dica: “não espere pelo amanhã para ser feliz. Dê essa oportunidade para você hoje”.

0 comentários:

Otorrinolaringologista faz alerta sobre ronco e apneia do sono

O dr. Paulo Roberto Lazarini, otorrinolaringologista do Hospital Sepaco, explicou sobre como identificar algumas doenças do sono, tais como ronco e apneia obstrutiva. A entrevista foi ao ar no programa “Manhã Record”, da Rádio Record AM.

Segundo o dr. Lazarini, o impacto de uma noite mal dormida influencia tanto na saúde física quanto na mental, uma vez que podem surgir alguns transtornos como a depressão, ansiedade, falta de concentração e aprendizagem. É possível ainda o surgimento de doenças mais sérias como obesidade, diabetes, deficiências do sistema imunológico, hipertensão, doenças cardiovasculares e até mesmo alguns tipos de câncer.

O especialista explicou que a apneia é uma doença que causa a pausa na respiração durante o sono, podendo ocorrer a obstrução parcial ou total das vias aéreas. Essas paradas estão associadas à queda do oxigênio sanguíneo e podem durar de 10 segundos a mais de 1 minuto. “Quando uma pessoa tem essas paradas por mais de 5 ou 6 vezes, é fundamental buscar ajuda médica para não ocasionar uma doença mais grave”, comenta.

Em relação às causas do ronco, o médico disse que podem ser inúmeras, entre elas, o aumento de peso, o formato do pescoço (pequeno), a língua maior que a cavidade bucal, a adenoide, a amígdala inchada, o hipertireoidismo, a ingestão de bebidas alcoólicas, o tabagismo, entre outras. “Os homens estão mais propícios e roncam mais devido à testosterona, mas quando as mulheres chegam à menopausa, podem também fazer parte deste grupo”, avalia.

No final da entrevista o dr. Lazarini explicou que com ajuda especializada de um otorrinolaringologista, esses transtornos podem melhorar e até mesmo serem resolvidos. “Existem várias maneiras de solucionar o problema e podem ser através medicamentos, aparelhos ou, dependendo do caso, com cirurgia”, finaliza.

0 comentários:

Especialista alerta para os riscos do uso de anabolizantes

O nutrólogo Alexandre Merheb falou sobre o perigo dos anabolizantes ao programa Sem Censura. O assunto também foi tratado pelo cantor Netinho, convidado do programa.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=5SSr0xL6HAY]

[ABr]

0 comentários:

Entenda o que é o HPV

Você sabe quais os perigos do HPV e como ele age no organismo? Confira!

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=e35Akv5a0zI] [ABr]

0 comentários:

Médicos alertam sobre fatores de risco da doença cardiovascular na mulher

A Sociedade de Cardiologia do Estado Rio de Janeiro (Socerj) promoveu na última segunda-feira (11), em parceria com o Instituto Nacional de Cardiologia (INC), uma campanha de prevenção da saúde cardiovascular da mulher. O evento aconteceu no Largo do Machado, na zona sul da cidade, a partir das 8h, e foi parte da programação do Dia Internacional da Mulher, comemorado no último sábado (8).

Segundo a cardiologista Ana Patricia Nunes de Oliveira, do Departamento  de Cardiologia da Mulher da Socerj, o objetivo do evento foi esclarecer a população sobre os fatores de risco da doença cardiovascular. Ana Patricia disse que, além  das causas genéticas, que não podem ser  modificadas, existem fatores de risco em que, se houver uma intervenção, pode-se reduzir a incidência de casos de doença cardiovascular. Entre eles, citou a hipertensão, diabetes, sobrepeso, obesidade e hábitos como tabagismo e alcoolismo.

“Se a gente consegue controlar esses fatores  em pessoas que são de risco, a gente consegue ter um controle mais efetivo. Isso a gente observa nos países mais desenvolvidos”, disse a médica. Ela acrescentou que a doença cardiovascular responde por até 30% da mortalidade nesses países, com a mesma proporção  em mulheres em decorrência  das mudanças de hábitos de vida e  da inserção cada vez maior no ambiente de trabalho.

Ana reiterou que onde ocorre um controle mais rigoroso dos fatores de risco, os novos casos da doença são amenizados. Segundo ela, no Brasil, a assistência primária à saúde é muito precária. Por isso, alertou que não se deve apenas tomar o remédio contra a hipertensão. “Precisa tomar  o remédio de hipertensão e ter a pressão bem controlada, nos níveis  ditos normais de 12 por 8. É preciso ter o controle adequado da glicemia, dos níveis de colesterol;  orientação nutricional, orientação da perda e manutenção da perda de peso. São fatores muito básicos, de atenção primária à saúde, mas que precisam ficar  muito bem esclarecidos, porque é a manutenção dos valores no longo prazo que vão começar a ter  impacto na redução das doenças cardiovasculares”.

Além  de mais barata e eficaz, a  prevenção é ainda mais importante  entre as mulheres, nas quais a incidência dessas doenças é mais precoce, advertiu a cardiologista, “devido à epidemia de obesidade, por uso de métodos contraceptivos, por toda essa atmosfera propícia em que a mulher está se envolvendo”.

Números da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que os problemas cardíacos respondem por  8,5 bilhões das mortes entre mulheres de todo o mundo. Um estudo da  Universidade Federal de Santa Catarina de 2011, citado pela Socerj, indicou que  as doenças cardiovasculares representam 36,9% das mortes em mulheres, contra  28,8% em homens. Outra pesquisa  recente da American Heart Association mostra que 60% das mulheres desconhecem as doenças cardiovasculares.

Ana Patricia explicou que  as doenças cardiovasculares causam mais mortes nas mulheres do que nos homens por uma questão anatômica. “As coronárias nas mulheres são mais finas. Elas são mais propensas a sofrerem  alterações. Ou seja, você  vai ter uma menor proteção no leito coronariano da mulher”. Ela esclareceu que, até os 50 anos, a mulher tem uma proteção natural do estrógeno. Quando as mulheres entram  no período de menopausa, começam a aparecer casos de doença cardiovascular. A médica observou, porém, que, mesmo em mulheres mais jovens, isso pode ocorrer. “É o ambiente hormonal que protege a mulher e ela deixa de ter essa proteção fisiológica”.

Fatores típicos da vida moderna, como estresse, sobrepeso, fumo e ansiedade contribuem para o aumento de casos de doença cardiovascular nas mulheres. O acúmulo de tarefas pelas pessoas do sexo feminino, dentro e fora de casa, faz com que as mulheres tenham uma resistência orgânica menor que os homens, embora elas tenham uma resistência física e psíquica maior. "Mas do ponto de vista anatômico, elas terminam sendo mais vulneráveis”. Há, ainda, a influência da gestação que pode resultar em doenças hipertensivas que aumentam a probabilidade de a mulher vir a se tornar hipertensa no futuro, “que está muito relacionada com o sobrepeso”, disse Ana Patricia. [ABr]

0 comentários:

Hospital faz alerta no Dia Mundial da Incontinência Urinária

O Dia Mundial de Incontinência Urinária é lembrado no dia 14 de março e o Hospital Sepaco faz um alerta sobre a importância de procurar ajuda médica aos primeiros sintomas da perda do controle da bexiga, pois é um problema que atinge aproximadamente 50 milhões de pessoas no mundo, causando incômodo, constrangimento e até afastamento do convívio social.

Segundo o dr. Carlos Del Roy, coordenador da área de ginecologia do Hospital Sepaco, só no Brasil, cerca de 10 milhões sofrem com este problema, número alarmante. O especialista explica que todas as pessoas, desde bebê, aprendem a segurar a micção, tornando esse processo automático, mas a perda desse controle pode acarretar no problema de incontinência urinária.

Essa disfunção é caracterizada pela perda involuntária de urina, aliada a incapacidade de controlar o momento e o local de esvaziar a bexiga. Normalmente, há uma maior incidência em mulheres na faixa dos 50 anos (12%) e na faixa dos 80 anos (25%), porém, o público masculino também sofre com o problema, que pode ter uma relação mais direta à idade ou cirurgias da próstata.

O médico ressalta que, em bebês e crianças até os 6 anos, essa incontinência é comum, pois como ainda não aprenderam a controlar a necessidade de ir ao banheiro, acidentes ocasionais podem ocorrer com certa frequência. “Os pais precisam estar alerta e acompanhar seus filhos para que não se torne um problema crônico ou algo mais sério”, comenta o dr Del Roy.

As causas são diversas. Podem estar relacionadas à gravidez, parto, tumores, doenças que comprimem a bexiga ou pulmonares que geram pressão abdominal, obesidade, tosse crônica no caso de fumantes, obstrução do canal da uretra, genética, entre outras.

O importante é estar sempre alerta e procurar auxílio médico quando algum sintoma surgir, pois apenas o profissional qualificado poderá identificar a causa e o tipo de perda urinária para tratá-la com eficácia. “A boa notícia é que na maioria das vezes, o problema pode ser solucionado por meio de diferentes tratamentos que vão desde exercícios para fortalecer a musculatura do assoalho pélvico, medicamentos até cirurgia”, reforça o dr. Del Roy.

Saiba mais sobre os três tipos distintos de incontinência urinária:

Incontinência de urgência
É   caracterizada por um desejo incontrolável de urinar, acarretando a perda da   urina antes da chegada ao banheiro. “Embora, em algumas mulheres, esteja relacionada   a uma infecção urinária, na maioria dos casos, não é possível definir uma   causa específica”, explica o doutor.

Fístulas
A perda de   pequena quantidade de urina quando a bexiga está cheia representa as fístulas   e, normalmente, é resultado da incapacidade de esvaziar completamente a   bexiga. Desta maneira, a urina continua acumulando até que ocorre um   transbordamento.

Incontinência de esforço
Ocorre   quando um esforço – tosse, espirro, segurar muito peso, dar risada – provoca   o aumento da pressão no interior do abdômen sobre a bexiga. “Se os músculos e   ligamentos que dão suporte para a uretra estiverem enfraquecidos, ela se   abrirá e haverá perda de urina”, destaca o doutor.

0 comentários: