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Mulheres com mais de 25 anos poderão ser vacinadas contra o HPV

Mulheres com mais de 25 anos poderão ser vacinadas contra o HPV (papilomavírus humano), de acordo com decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada Diário Oficial da União, edição de terça-feira (25). Antes, a aplicação da vacina era limitada a mulheres de 9 anos a 25 anos.

O HPV é uma doença sexualmente transmissível. A infecção causada pelo vírus aumenta em até 100 vezes o risco de a mulher desenvolver câncer no colo do útero. A vacina imuniza contra os tipos mais comuns do vírus.

Segundo estudo da Associação Brasileira de Patologia no Trato Genital Inferior e Colposcopia, após cinco anos de atividade sexual, 60% das mulheres se infectam com algum dos 130 genótipos do HPV. A decisão da Anvisa garante a mais mulheres acesso à vacina.

Da Agência Brasil

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Uma em cada quatro garotas de 10 a 15 anos já usou a pílula do dia seguinte, diz pesquisa em SP

Foto: Divulgação
Um levantamento da Casa da Adolescente, unidade da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, mostrou que 23% das garotas já usaram a pílula do dia seguinte para evitar uma gravidez indesejada. Foram ouvidas 600 pessoas, entre 10 e 15 anos de idade. De acordo com a pesquisa, 75% das meninas e 60% dos garotos já conheciam o medicamento para impedir a gestação.

A coordenadora do Programa Estadual de Saúde do Adolescente, Albertina Duarte, explicou que as adolescentes estão deixando de lado a prevenção contínua - o uso de pílulas anticoncepcionais e do preservativo - para usarem a contracepção de emergência. “Para eles, a pílula de emergência é como uma varinha mágica. Virou a pílula do fim de semana, está sendo usada como se fosse anticoncepcional, porque algumas meninas chegam a tomar seis, sete vezes em um mês”.

De acordo com Albertina, a pílula de emergência é indicada em casos de estupro, quando o preservativo estoura, sai do lugar ou fica preso no corpo da mulher, ou até mesmo quando a mulher esqueceu de tomar o anticoncepcional rotineiramente. “Há adolescentes que acham mais fácil, mas não têm conhecimento e não sabem que há 15% de chance de falha, além dos riscos de doenças sexualmente transmissíveis. De cada 20 que tomam, três engravidam”.

Entre os riscos de abusar desse método, além da possibilidade de gravidez, é o desequilíbrio hormonal, pois uma pílula do dia seguinte equivale a meia cartela do anticoncepcional comum. “É um bombardeio porque uma dose que tomaria em 15 dias, ela toma de uma vez. Pode ter hemorragia e não reconhecer mais seu organismo, podendo achar que está menstruada e que não tem risco de engravidar”.

A pílula do dia seguinte usa os mesmos hormônios utilizados no anticoncepcional convencional, porém com dosagem maior. O uso é recomendado até 72 horas após a relação sexual.

A médica destacou que há 40 anos indica o método para casos específicos, e com o máximo de cautela. Segundo ela, o uso excessivo está ditando mais uma vez a submissão das mulheres, porque a responsabilidade de evitar a gravidez está novamente ficando apenas com elas. “As meninas não têm coragem de pedir que o menino use o preservativo e nem para que ele compre a pílula. Antes, o menino pelo menos bancava isso, hoje não. Está com ela o peso dos anticoncepcionais”.

A médica ressaltou que desta forma a relação está desigual, pois as garotas têm medo de desagradar ou perder o parcerio e o menino, de falhar. “São duas pessoas imaturas e inseguras, mas quem paga o preço ainda é a mulher. Se engravida, fica com o bebê e ainda é culpada. Se não tomar a pílula, também é a culpada. Mudar essa relação é uma prova de carinho com ela mesma”.

Da Agência Brasil

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Crack causa 50% mais mortes de neurônios que cocaína, diz pesquisa da USP

Foto: Agência Brasil
Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) mostra que o aquecimento de dois componentes que formam o crack, o éster metilecgonidina (Aeme) e a cocaína, aumenta em 50% a morte de neurônios em usuários, quando comparado ao consumo isolado das duas substâncias. O crack é produzido a partir da mistura da pasta de cocaína, bicarbonato de sódio e água, sendo que o Aeme é um produto da queima, ocorrida quando o usuário fuma a pedra de crack, explica a professora do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, Tania Marcourakis, responsável pela pesquisa.

Segundo a pesquisadora, o objetivo do estudo era conhecer melhor o Aeme, que é usado no meio médico como marcador biológico do uso do crack. Ela explica que a presença do éster metilecgonidina em um organismo permite, por exemplo, deduzir a causa de uma morte pelo uso da droga. “A nossa pergunta foi: será que essa substância é só um marcador biológico ou ela também é ativa?”, disse. A partir desse questionamento, os cientistas pretendem investigar se o Aeme associado à cocaína, além de provocar um nível maior de morte de neurônios, participa também da dependência química do crack.

“A gente sabe que o crack tem um potencial devastador no usuário, muito maior que a cocaína nas outras formas de administração. Sabemos que [a droga] leva à dependência mais rápido. Mas a gente ainda precisa concluir os trabalhos”, disse Marcourakis. O que se sabe, por enquanto, é do alto potencial de neurotoxicidade do Aeme associado à cocaína. Embora não haja comprovação, a pesquisadora acredita que o resultado dessa grande morte de neurônios pode ser, no longo prazo, uma predisposição maior à demência e a outros problemas cognitivos.

“Isso pode não se manifestar na idade jovem, porque você tem mecanismos plásticos [facilidade em compensar a perda neuronal] que podem dar conta disso dentro da idade adulta, nos jovens, adolescentes. Mas, na velhice, já tem uma perda neuronal [natural] e esses mecanismos não estão tão eficientes”, explica Marcourakis.

Como os estudos foram feitos apenas a partir de cultura de neurônios in vitro, os danos reais provocados pelo crack no cérebro do ser humano ainda são desconhecidos. Marcourakis acrescenta que, por se tratar de uma droga relativamente recente, ainda não é possível estudar as suas consequências no cérebro de viciados ao longo de muitos anos.

Da Agência Brasil

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23% das adolescentes já usaram pílula do dia seguinte

Pesquisa realizada pela Casa da Adolescente, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, aponta que 23% das adolescentes do sexo feminino já usaram a pílula do dia seguinte para evitar gravidez.

O levantamento realizado pelo serviço, com 600 entrevistados com idade entre 10 e 15 anos, ainda mostra que 75% das meninas e 60% dos meninos já conheciam a utilização do medicamento para impedir uma gestação indesejada.

Entretanto, como alerta Albertina Duarte, coordenadora do Programa Estadual de Saúde do Adolescente, a pílula expõe as usuárias a uma situação de risco, em especial com relação às doenças sexualmente transmissíveis, a exemplo da Aids.

De acordo com dados do Boletim Epidemiológico do Centro de Referência e Treinamento (CRT) DST/Aids, ligado a Secretaria, em 2011, foram notificados 134 casos da doença em pessoas com idade entre 10 e 19 anos, 25 % maior que em 2010, quando foram registrados 107 novos casos.

“A pílula do dia seguinte pode apresentar um índice de falha 15 vezes maior do que o anticoncepcional convencional”, explica Albertina.Por isso, a especialista alerta que a recomendação desse medicamento só pode ser feito em casos emergenciais, apoiados a uma ação educativa quanto aos riscos à saúde.

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Mioma interna 33 mulheres por dia em SP

Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo revela que, em média, 33 paulistanas foram internadas por dia em decorrência de miomas somente em 2012. No total foram 12 mil internações em todo o Estado no ano passado, número 15% maior que o total de 2008, quando 10,5 mil mulheres foram internadas no Estado.

O mioma é um tumor benigno, uma proliferação do músculo chamado miométrio, que fica no útero da mulher. É alimentado pelo estrógeno, hormônio liberado durante todo o período fértil, que vai da primeira menstruação até a menopausa. Isso explica o motivo pelo qual 80% dos casos de internações registrados serem em mulheres entre 20 e 49 anos. Entre as causas do aparecimento de miomas, está o fator hereditário. Além disso, mulheres da raça negra tem maior probabilidade de desenvolver o mioma.

“É importante que as mulheres façam acompanhamento regular com o médico, já que os miomas, geralmente são assintomáticos. Em casos mais graves a paciente pode apresentar sintomas como dores durante o período menstrual, hemorragia, desconforto abdominal, infertilidade e até dor durante a relação sexual”, explica André Luiz Malavasi, diretor do setor de ginecologia do hospital estadual Pérola Byington, unidade da Secretaria especializada em saúde da mulher na capital paulista. O serviço realiza anualmente cerca de mil cirurgias de miomas.

Segundo o médico, o tratamento é escolhido de acordo com alguns fatores, como idade, saúde geral da mulher, gravidade dos sintomas, tipo do mioma e o desejo de engravidar futuramente.

Quando a paciente não apresenta sintomas, o tratamento é ambulatorial. Em mulheres que desejam ter filhos posteriormente, é feita a miomectomia, cirurgia na qual se retiram apenas os miomas.

Como a possibilidade de voltar a ter um mioma é alta, cerca de 60%, estas mulheres não devem retardar a gestação após a cirurgia, pois caso contrário voltarão a apresentar os mesmos sintomas.  Em casos onde a paciente não deseja mais engravidar, todo o útero é retirado por procedimento de histerectomia, que pode ser laparotomia  ou laparoscopia. Em mulheres com idade próxima da menopausa, é aconselhável o tratamento medicamentoso, visto que ao sair do período fértil, a tendência é o mioma sumir.

“É muito importante lembrar que o mioma não vira câncer, ele é uma neoplasia benigna que cresce com a liberação do hormônio estrógeno, por isso acomete a maioria das mulheres em idade fértil”, ressalta Malavasi.

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Obsessão por comida 'saudável' pode ser doença

Foto: Jaime Xenius
A obsessão por comida saudável pode ser doença. O alerta é dado pelo “Meu Prato Saudável”, uma parceria do Instituto do Coração (InCor) e do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP com a LatinMed Editora em Saúde. A doença tem nome: ortorexia, um transtorno psiquiátrico que decorre da obsessão em relação à alimentação.  

Segundo a médica Elisabete Almeida, diretora-executiva do programa, o distúrbio surge quando a pessoa passa a ser excessivamente preocupada com o que come no dia-a-dia, adotando hábitos de alimentação radicais como, por exemplo, conferir um a um os nutrientes e calorias de cada alimento, deixar de comer fora de casa e preferir exclusivamente os alimentos ditos “naturais”.

Segundo ela, alguns fatores que podem desencadear esse distúrbio são: modismos alimentares, o culto ao corpo e a excessiva publicidade de produtos supostamente saudáveis ou enriquecidos. “Os ortoréxicos costumam levar essas tendências a níveis extremos”, diz Elisabete.  

A médica alerta que, assim como tudo na vida, é preciso evitar excessos, mesmo quando se trata de saúde. “Se virar obsessão, certamente será mais prejudicial do que benéfico”.

A não ser que haja alguma restrição nutricional específica, diz a diretora do “Meu Prato Saudável”, não há alimento proibido. E comer de forma saudável deve ser um hábito natural, de preferência adquirido desde a infância.

Lançado em 2012, o “Meu Prato Saudável” é o maior programa de orientação alimentar do Brasil e tem como objetivo conscientizar a população a manter um peso saudável, já que o sobrepeso atinge 50% da população.  Trata-se de uma reinterpretação da “pirâmide alimentar”, para facilitar o entendimento de uma alimentação equilibrada, com alimentos que os brasileiros já estão habituados.  

A metodologia do "Meu Prato saudável" ensina: preencha metade do prato com verduras e legumes (crus e cozidos) e a outra metade, divida em carboidratos (arroz, massas, batata, mandioca ou farinhas) e proteínas (animal e vegetal).

“Preocupar-se com a alimentação saudável é diferente de ser ortoréxico. A diferença está no grau de preocupação com o alimento ingerido e na restrição de nutrientes que são essenciais ao organismo”, conclui Elisabete.

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Essência x Persona

A palavra Persona vem do latim e significa "máscara". É a ferramenta que utilizamos para sobreviver no mundo. Todos temos personas que revestem nossa essência verdadeira, e sabemos também que não somos nossas personas.

Um gestor de visão ampla tem a possibilidade de reconhecer que por trás da fachada tempestuosa de um colaborador encrenqueiro pode estar um menino ou menina aterrorizado. O menino também é uma persona, e os dois podem ocultar o verdadeiro "eu", geralmente caracterizado por dúvida, curiosidade e receptividade para o relacionamento com os outros, qualidades que se tornam obscuras no processo de crescimento.

Uma vez que identificamos a nossa essência, nos sentimos em casa, onde quer que estejamos. O gestor de mente ampla desenvolve um tipo de dupla visão, e será capaz de ver ao mesmo tempo a máscara e dentro dela a essência.

Essa valorosa habilidade é imprescindível no confronto com pessoas difíceis. Pelo fato do gestor ter identificado persona e essência, respeitando assim a essência do colaborador em questão, ele poderá dar feedbacks diretos e precisos além de fazer com que isso seja ouvido e acolhido de forma positiva. Se não houver esse cuidado, o mesmo comentário pode gerar resistência.

Assim, para um bom gestor é tão importante desafiar o seu colaborador com relação as suas personas quanto respeitar e reconhecer sua essência verdadeira. No mercado atual importar-se com os seu colaboradores e promover a qualidade de vida no trabalho, faz a diferença.

Por Juliana Leite

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Diminuição da produção hormonal atinge também os homens

Segundo pesquisas, a andropausa atinge cerca de 25% dos homens que tenham mais de 50 anos. Os sintomas são: dificuldade de concentração, sinais de depressão, fraqueza muscular e diminuição do desejo sexual.



Da Rádio Nacional da Amazônia

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Escalda-pés: uma relaxante receita da época de nossas avós

Frio, cansaço, muitas horas em pé ou trabalhando sentado, é natural ao final do dia sentirmos um enorme peso nas pernas e nos pés. O que poucas pessoas lembram é que nossos pés são a base de sustentação do nosso corpo e que, tratando-os de maneira correta, é possível obter sensação de bem estar e benefícios para todo o organismo.

Simples e sem mistérios ingredientes básicos: uma bacia, água quente e sal grosso (antisséptico e antioxidante). Pode escolher entre ativar a circulação, relaxante, refrescante ou revigorante.

Dicas

- para estimular a circulação: coloque bolinhas de gude ou pedrinhas de rio ou feijão e adicione canela ou cravo ou gengibre ou arruda.

- relaxante: camomila ou folhas de alface ou erva doce ou capim limão, pétalas de rosas brancas ou rosa.

- refrescante: rodelas de laranja ou eucalipto ou hortelã, pétalas de rosas amarela .

- revigorante: alecrim ou arnica, pétalas de rosas vermelha

Vale tudo, até usar saquinhos de chá. Só não vale usar qualquer desculpa para não fazer pois entre custo e benefícios, você estará em total vantagem... E vale fazer de qualquer jeito: sozinho ou acompanhado. A segunda opção é melhor ainda!

O tempo suficiente é entre 10 e 15 minutos e depois seque com uma toalha macia e massageie com um creme da sua preferência.

Acredite: você vai adorar!

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Saúde amplia estrutura para realizar partos normais

O Ministério da Saúde está disponibilizando aos estabelecimentos hospitalares que fazem parte da Rede Cegonha recursos financeiros para a implantação e custeio de Centros de Parto Normal (CPN). A iniciativa visa ampliar e qualificar a estrutura de atendimento às gestantes e recém-nascidos. Na semana passada foi publicada a Portaria nº 904 que estabelece as diretrizes para implantação e habilitação dos CPN. A expectativa é de que, até 2014, sejam implantados 280 centros em todo o país, com previsão de liberar R$ 165,5 milhões para investimento e custeio dessas unidades.

“Estamos, com esta medida, garantindo o direito das mulheres a espaços de cuidado que possibilitam uma ambiência adequada e que favoreçam as boas práticas de atenção ao parto e ao nascimento”, destacou o ministro da Saúde Alexandre Padilha. “Com a implantação dos Centros de Parto Normal, as gestantes vão ganhar atenção qualificada, segura e humanizada”, completou.

O CPN é uma unidade de saúde que presta atendimento humanizado e de qualidade exclusivamente ao parto normal. Inserido no sistema de saúde local, o Centro atua de maneira complementar às unidades existentes e é organizado no sentido de promover a ampliação do acesso, do vínculo e do atendimento ao parto e puerpério. O centro pode se localizar nas dependências internas do estabelecimento hospitalar (unidade  intra¬-hospitalar) ou nas dependências externas, a uma distância de, no máximo, 200 metros do estabelecimento (unidade peri-hospitalar).

A portaria estabelece ainda os tamanhos e as respectivas capacidades de produção dos centros. O CPN peri-hospitalar será composto por cinco quartos, com realização mínima de 840 partos/ano (média de 70 partos/mês).

Já na modalidade intra-hospitalar  deve ter cinco ou três quartos (com produção mínima de 480 partos anuais ou média de 40 partos por mês).

A equipe multiprofissional do centro deve ser composta por enfermeiros obstétricos, técnicos de enfermagem e auxiliares de serviços gerais.

INCENTIVOS
Os hospitais receberão R$ 540 mil para ampliação da área física e R$ 270 mil ou 189 mil para reforma do Centro, de acordo com a capacidade de atendimento. Para aquisição de equipamentos, mobiliários e materiais, os hospitais receberão R$ 165 mil ou R$ 100 mil, de acordo com o número de quartos. Os recursos de custeio somam R$ 80 mil e 50 mil, segundo a capacidade.

No Sistema Único de Saúde (SUS), os partos normais corresponderam, atualmente, a 63,2% dos partos realizados. Em 2012, foram realizados 1.123.739 partos normais e 753.766 cesáreas pelo SUS.

HUMANIZAÇÃO
A atenção humanizada ao parto e nascimento é fundamentada na importância do fortalecimento do protagonismo e da autonomia da mulher neste momento. Este modelo de parto incentiva a participação da gestante nas decisões referentes às condutas, protege a mulher contra violência ou negligência, reconhece os direitos fundamentais de mulheres e crianças a tecnologias apropriadas de atenção em saúde, com a adoção de práticas baseadas em evidências, e garante o direito à acompanhante de livre escolha.

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Saúde alerta para aumento de transmissão de conjuntivite em meses mais frios

Doença tradicionalmente ligada ao verão, a conjuntivite encontra facilidade para se propagar também nos dias mais frios do ano. Nos meses de maio, junho e julho, quando as pessoas passam mais tempo em ambientes fechados, a transmissão viral ou bacteriana da doença costuma fazer mais vítimas. Dados do Centro de Vigilância Epidemiológica, órgão ligado a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, mostram que em 2012 foram registrados cerca de 295 mil casos ao longo do ano.

De acordo com o oftalmologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, Marcos Guerra, a conjuntivite é caracterizada pela inflamação da membrana conjuntiva que cobre o olho e a superfície interna das pálpebras.

"Além de manter a higiene pessoal sempre em ordem, para prevenir contra a doença, é importante buscar tratamento e orientação médica imediatamente, caso haja suspeita de estar com conjuntivite", destaca.

Entre os principais sintomas da doença estão os olhos avermelhados, lacrimejamento, sensação de areia nos olhos, pálpebras inchadas e avermelhadas, secreção amarela, verde ou branca, pálpebras grudadas ao acordar, intolerância à luz e visão borrada. A principal diferença entre a conjuntivite viral e bacteriana é que no primeiro caso o paciente lacrimeja em abundância e sente dores fortes, já no segundo tipo há a secreção abundante nos olhos.

"O primeiro passo após o diagnóstico é evitar o compartilhamento de objetos de uso pessoal. Ao acordar, é importante que o paciente lave bem o rosto, com xampu neutro ou sabonete líquido, e por fora do olho. Em seguida, o uso de colírios pode aliviar o desconforto provocado pela doença. Por fim, compressas geladas com água esterilizada também podem auxiliar na recuperação", completa o oftalmologista.

Dicas de como evitar a conjuntivite

- Lave as mãos e o rosto com frequência, com água e sabão
- Evite coçar os olhos
- Lençóis, travesseiros e toalhas devem ser de uso individual
- Evite o uso de objetos (maquiagem, copo, toalha, travesseiro e etc.) de quem está com conjuntivite

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Mais caro, feijão pode ser substituído por outros alimentos nutritivos

O programa Meu Prato Saudável, parceria do Instituto do Coração (InCor) e do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP com a LatinMed Editora em Saúde, orienta as pessoas que gostam de comer feijão mas estão preocupadas com a alta nos preços desta importante leguminosa desde o início do ano.

Prato típico do brasileiro, o feijão está presente em receitas diferentes como a feijoada, baião-de-dois, cassoulet e sopas, além do tradicional arroz com feijão, bife e salada. Em pratos mais elaborados ou simplesmente junto com o arroz, o feijão oferece proteínas, ferro e fibras.

Neste período em que o preço do feijão está mais alto devido à oferta diminuída, é possível substituí-lo por outras leguminosas nutritivas. Lentilha, vagem, ervilha, soja e grão-de-bico são opções para variar o cardápio sem perder nutrientes como proteínas, ferro, cálcio, magnésio, zinco, vitaminas (principalmente do complexo B), carboidratos e fibras.

"O ideal é consumir uma concha diariamente. E é possível preparar essas leguminosas da mesma forma como é feito o feijão", afirma a médica Elisabete Almeida, diretora-executiva do "Meu Prato Saudável".

Os benefícios, segundo ela, são a diminuição do risco de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes e colesterol. Em razão da presença do ferro, o consumo de leguminosas ainda pode ajudar na prevenção e tratamento da anemia.

"Além disso, as leguminosas têm antioxidantes, que previnem diversas doenças como o câncer e retardam o envelhecimento", conclui.

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ONU quer eliminar propaganda de cigarros

A Organização das Nações Unidas (ONU) fez nesta sexta (31), Dia Mundial sem Tabaco, um apelo para sejam proibidas todas as formas de publicidade e promoção do tabaco. A intenção é reduzir o número de novos fumantes. De acordo com a ONU, metade das pessoas que fumam morre por causa do hábito.

O tabaco é fator de risco para o surgimento de câncer, doenças cardiovasculares, diabetes e doenças respiratórias crônicas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que até 2030 o tabaco vai matar 8 milhões de pessoas a cada ano. Quatro em cada cinco mortes devem ocorrer em países de baixa e média renda.

De acordo com a ONU, a maioria dos usuários começa a fumar antes dos 20 anos. Em todo o mundo, 78% dos jovens entre 13 e 15 anos relatam exposição regular a alguma forma de promoção do tabaco.

Pesquisa da OMS demonstrou que a proibição da publicidade de tabaco é uma das maneiras mais eficazes de reduzir o tabagismo. Países que impuseram limite à divulgação do tabaco conseguiram redução média de 7% no consumo.

Mas para as proibições serem eficazes, a OMS ressalta que a legislação precisa ser abrangente, uma vez que existem várias maneiras de atingir os potenciais fumantes, incluindo a inserção de produtos do tabaco em filmes e na televisão.

Cerca de 15% dos brasileiros são fumantes. A Lei Antifumo, de 2011, que proíbe a propaganda de cigarros em rádio e TV, em pontos de venda, como padarias e lanchonetes, e também em ambientes fechados, ainda precisa de regulamentação para ser cumprida em todo o país.

Da Agência Brasil

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