Tempo extremamente seco aumenta procura por atendimento médico; saiba como evitar
Historicamente, agosto é considerado o mês mais seco do ano em São Paulo, mas a cidade já está em estado de atenção por não ter chuvas há mais de 10 dias. Algo preocupante para a população e, principalmente, para as pessoas mais suscetíveis às doenças alérgicas, uma das mais comuns é a rinite.
Segundo a dra. Cristiane Passos Dias Levy, otorrinolaringologista do Hospital Paulista, a rinite é um processo inflamatório da mucosa nasal decorrente de uma reação exagerada a uma ou mais substâncias, chamadas de alérgenos, não tem cura, mas é possível mantê-la sempre sob controle.
Há vários fatores que podem contribuir para a ocorrência de rinite alérgica, desde a predisposição familiar, mas essencialmente o contato com os agentes que desencadeiam o processo alérgico. Entre eles estão a poluição ambiental, poeiras, ácaros, pêlos de animais domésticos e até mesmo uma mudança brusca de temperatura, variação na umidade relativa do ar, qualquer cheiro mais forte ou até mesmo estresse.
Na verdade, o paciente alérgico possui a mucosa nasal tão “sensível” que deixa de reagir apenas a esta ou aquela substância que causa alergia e passa a inflamar por literalmente qualquer motivo.
No mundo inteiro nota-se um aumento da incidência de rinite com o passar das décadas. Alguns estudos quantificam esse crescimento em até 40%.
Principais Sintomas:
Irritação no nariz, na boca, nos olhos, na garganta, na pele ou em qualquer outra região;
Coriza;
Espirros;
Lacrimejamento nos olhos.
Sintomas da rinite alérgica que podem se apresentar posteriormente:
Congestão nasal;
Tosse;
Diminuição da audição e diminuição do olfato;
Dor de garganta;
Olheiras e olhos inchados;
Fadiga e irritabilidade;
Cefaleia;
Problemas de memória e lentidão de raciocínio
Como tratar?
O tratamento da doença tem início com o controle do ambiente para reduzir a exposição aos fatores que desencadeiam a alergia, ou com medicamentos para conter os sintomas e a inflamação da mucosa nasal.
Para evitá-la, medidas simples como dar preferência a pisos que possam ser limpos com um pano úmido (pelo menos uma vez por dia), manter a casa arejada e ventilada, evitar o uso de tapetes, cortinas, carpetes, bichos de pelúcia e o contato com cães e gatos, tirar do guarda-roupas cobertores e tudo que não é utilizado com frequência para tomar sol e usar aspiradores, ao invés de vassouras e espanadores que espalham mais a poeira.
Segundo a dra. Cristiane Passos Dias Levy, otorrinolaringologista do Hospital Paulista, a rinite é um processo inflamatório da mucosa nasal decorrente de uma reação exagerada a uma ou mais substâncias, chamadas de alérgenos, não tem cura, mas é possível mantê-la sempre sob controle.
Há vários fatores que podem contribuir para a ocorrência de rinite alérgica, desde a predisposição familiar, mas essencialmente o contato com os agentes que desencadeiam o processo alérgico. Entre eles estão a poluição ambiental, poeiras, ácaros, pêlos de animais domésticos e até mesmo uma mudança brusca de temperatura, variação na umidade relativa do ar, qualquer cheiro mais forte ou até mesmo estresse.
Na verdade, o paciente alérgico possui a mucosa nasal tão “sensível” que deixa de reagir apenas a esta ou aquela substância que causa alergia e passa a inflamar por literalmente qualquer motivo.
No mundo inteiro nota-se um aumento da incidência de rinite com o passar das décadas. Alguns estudos quantificam esse crescimento em até 40%.
Principais Sintomas:
Irritação no nariz, na boca, nos olhos, na garganta, na pele ou em qualquer outra região;
Coriza;
Espirros;
Lacrimejamento nos olhos.
Sintomas da rinite alérgica que podem se apresentar posteriormente:
Congestão nasal;
Tosse;
Diminuição da audição e diminuição do olfato;
Dor de garganta;
Olheiras e olhos inchados;
Fadiga e irritabilidade;
Cefaleia;
Problemas de memória e lentidão de raciocínio
Como tratar?
O tratamento da doença tem início com o controle do ambiente para reduzir a exposição aos fatores que desencadeiam a alergia, ou com medicamentos para conter os sintomas e a inflamação da mucosa nasal.
Para evitá-la, medidas simples como dar preferência a pisos que possam ser limpos com um pano úmido (pelo menos uma vez por dia), manter a casa arejada e ventilada, evitar o uso de tapetes, cortinas, carpetes, bichos de pelúcia e o contato com cães e gatos, tirar do guarda-roupas cobertores e tudo que não é utilizado com frequência para tomar sol e usar aspiradores, ao invés de vassouras e espanadores que espalham mais a poeira.

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